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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

12
Jan19

O lugar (só) dele

Revista Saúda

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O Dinis arranjou lugar cativo na escola. Tem a sua própria rotina: aceita ir ao nosso colo até à entrada da escolinha, mas depois quer logo ir para o chão e entrar com o irmão. Assim que chega, despe o casaco e coloca-o no cabide. Logo a seguir vai sentar-se no banco que é dele. Aquele tornou-se um lugar especial pois já toda a gente sabe - e acha piada – porque ele assume que é só dele. Certo é que, se por acaso, uma outra criança se senta lá, ele chega e reage dando-lhe uma palmadinha.
Luís

08
Jan19

O desafio da linguagem

Revista Saúda

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Notamos que tanto o Miguel como o Dinis têm um desenvolvimento diferente no que respeita à linguagem. O Miguel quando tinha a idade do Dinis já contava até dez, dizia algumas palavras, associava nomes de animais aos sons e reconhecia objectos. O Dinis ainda não adquiriu este tipo de conhecimentos.
Questionamo-nos se ele não terá a ter este tipo de desenvolvimento por causa do uso da chupeta. Sabemos que não afecta a linguagem, mas, efectivamente, apercebemo-nos que o Dinis não desenvolve tão facilmente a linguagem. Há crianças assim.
Por outro lado, pensamos que poderá ter influência o facto de ele ser o segundo filho. O Dinis foi mais cedo para a escola e não passou tanto tempo connosco no primeiro ano de vida, e isso pode ter influenciado o desenvolvimento da linguagem.
Por muito que o estimulemos, ele acaba por ainda não desenvolver. O Dinis é um miúdo de brincadeiras mais físicas enquanto o Miguel costumava ficar quieto e concentrado a fazer jogos de correspondências.
Ele ainda não desenvolveu algumas questões a nível de linguagem como nós esperávamos, mas não é nada fora do normal.
Zara e Luís

05
Jan19

Tudo mudou

Revista Saúda

BebeSaudaDinis_TVC2001.jpg

Nos últimos tempos tudo mudou por causa das minhas novas rotinas. Por diversas vezes, é o Luís que leva o Miguel e o Dinis à escola, enquanto eu fico em casa a despachar-me (tomar banho, vestir) para ir para a farmácia estagiar.
Ao fim do dia, quando chegamos a casa, enquanto o Luís dá atenção ao Miguel, seja a fazer desenhos ou a conversar com ele sobre o que aconteceu na escola, eu foco-me no Dinis. Dou-lhe banho e logo a seguir brinco com ele no quarto.
Ao fim de semana, quando o Luís não está a trabalhar, aproveitamos para namorar um pouco enquanto os “pirralhos” dormem.

Zara

01
Jan19

Os filhos e o casal

Revista Saúda

 

BebeSauda_TVC2795IF.jpg

É inegável: ter filhos muda muito a vida de um casal. Os filhos absorvem muito do nosso tempo e acabam sempre por ser a prioridade.
Já nos tem acontecido, por exemplo, - e até mais do que uma vez – tirar uma manhã ou uma tarde para irmos almoçar juntos enquanto eles estão na escola, mas, de repente, telefonam-nos a dizer: «O Dinis está doente!» ou «O Miguel tem febre», e lá vamos nós buscá-los.
Quando eles estão na escola permite-nos ter tempo e libertar-nos para o resto da vida. É ambíguo dizer isto, mas há, efectivamente, uma necessidade de “desligar” e de termos tempo para as nossas coisas.
Achamos que não é saudável os filhos estarem sempre, e a toda a hora, com os pais. O mundo fica fechado e ficam demasiado apegados a nós.
Luís e Zara

30
Dez18

Votos para 2019

Revista Saúda

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Para o Ano de 2019 desejamos, acima de tudo, muita saúde. Muita harmonia, paz e amor no mundo.
Com todas estas componentes presentes na vida, tudo o resto vem por acréscimo.
A nível mais pessoal [Zara] desejo que o meu estágio profissional, numa das farmácias de família, seja em Monchique ou no Carvoeiro, corra bem.

Zara e Luís

23
Dez18

O Pai Natal vem aí!

Revista Saúda

Este Natal vamos ter trabalho redobrado por causa do Pai Natal. O Miguel quer ir para a janela vê-lo a chegar no trenó, com os presentes. 

*O projecto Bebés Saúda agradece ao Centro Comercial Aqua Portimão a disponibilidade e simpatia

 

 

18
Dez18

Reutilizar brinquedos

Revista Saúda

BebeSauda_TVC5931.jpg

Este ano tomámos uma decisão para o Natal: vamos reaproveitar brinquedos. O Miguel já sabe o que quer de presente e por isso tivemos a ideia de ficar com alguns brinquedos que eram do nosso sobrinho Gonçalo. Por coincidência, alguns dos pedidos que o Miguel fez são bonecos que o primo teve. Vamos verificar se estão bons e voltar a embrulhá-los.
Para ele será uma novidade e permite-nos poupar. Para a criança o que importa é o brinquedo e não a origem.
Luís e Zara

14
Dez18

Filho com mão leve

Revista Saúda

 

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Ultimamente, o Dinis tem reagido aos momentos de frustração com mão leve. Bate em qualquer pessoa que esteja por perto. Isso acontece quando o irmão está a pintar ou brincar com legos. Ele aproxima-se deitando o jogo abaixo ou tirando-lhe as canetas.
Na escola tem acontecido o mesmo. Foi-nos dito que ele bate em outros miúdos quando têm os brinquedos que ele quer. Ele responde levantando a mão e batendo. Quando o repreendemos, ele ri-se e continua a fazer mais. Parece-nos que ele acha que está numa brincadeira, e ainda não tem noção do bem e do mal. Vamos esperar que passe, e continuar a fazê-lo ver que essa não é uma atitude correcta.
Zara e Luís

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