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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

05
Jun18

Programa de Mulheres

Revista Saúda

 

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A profissão do Hugo exige-lhe que trabalhe por turnos e muitas vezes ao fim de semana ele não está connosco. E tenho procurado fazer programas diferentes principalmente com a Margarida. Aos domingos temos cinema gratuito na Covilhã e temos ido várias vezes com a Rita, onde não falta o balde das pipocas. São sessões matinais seguidas de um almoço a três e só de mulheres. Entretanto vamos buscar o Rodrigo que ficou com a minha mãe e um biberon de leite e vamos passear para o parque do Fundão. Agora que os dias estão maiores são muito mais proveitosos e tentamos usufruir dos tempos livres da melhor maneira. As rotinas do dia-a-dia nem sempre são fáceis de gerir em simultâneo com a vida social. Mas estamos a ver se as necessidades lúdicas não são negligenciadas.  

Vera

28
Mai18

Uma serra para o ano inteiro

Revista Saúda

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Quando era pequena o meu padrinho agarrava em mim e no meu irmão, e levava-nos a passear na Serra da Estrela. Tenho memórias de grandes piqueniques. Esta é a melhor lembrança que tenho da Serra. Entretanto o Hugo trabalha por cá e acabamos por estar ligados a ela por causa dele.

A serra para nós é apelativa em qualquer altura do ano. Há coisas para fazer o ano inteiro. Nunca falhamos o Carnaval da neve e sempre que podemos gostamos de vir cá a cima. São passeios em que apanhamos um bocadinho de ar puro e ao nosso redor temos uma paisagem rara beleza. 

 

Vera

24
Mai18

A mãe faz tudo...

Revista Saúda

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Ao fim-de-semana as rotinas são diferentes dos dias de trabalho. Às vezes o Hugo depois de eu arrumar a cozinha diz: «Hoje a mãe vai sentar-se um bocadinho connosco». Eu sento-me, mas a dobrar roupa ou fazer outra coisa qualquer. Não é fácil ter momentos de descontracção com duas crianças pequenas.

Durante a semana com os horários que temos não há tempo para dar um jeito à casa. Tratar da roupa, apanhar roupa, lavar mais roupa é uma impossibilidade. Sai-se de casa de manhã, levam-se os pequenos e volta-se ao fim do dia. Não tenho conseguido chegar muito cedo e depois há que fazer o jantar e dar os banhos.

Entretanto chega o Hugo. A partir desse momento um fica com os pequenos, enquanto o outro acaba de arrumar as coisas e são dez da noite. Chega a hora de começar a deitá-los. A Margarida ainda por cima não é uma criança que chegue à cama e durma. Por isso ou fica a ver bonecos no nosso quarto ou é dia da história. Vamos alternando.

 

Vera

 

17
Mai18

Escapadinha a Lisboa

Revista Saúda

Um dia fomos a Lisboa e tivemos umas horas de namoro. Aproveitámos para passear junto ao rio e ir comer um pastel de Belém. Andámos ali a namorar um bocadinho e deu para relembrar que já ali tínhamos andado no princípio do namoro.  Foi sobretudo diferente porque há muito tempo que não tínhamos um momento só os dois. Foi um programa a repetir.

Vera

 

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Gostei principalmente de estar sem stresse. De sentir-me descomprometido, embora quando chegou o fim do dia lá por volta das cinco horas já estávamos a pensar: como é que estarão os catraios? Chega-se a uma hora em que passa a fase do sonho e começamos a cair na real. As nossas responsabilidades regressam e voltamos a encarnar o papel de pais.Independentemente de termos estado só os dois, o nosso sexto sentido está sempre activo a pensar neles. Por muito que queiramos abstrair dos filhos, é impensável fazê-lo na totalidade.

 Hugo

14
Mai18

«O mano já tem um dente»

Revista Saúda

Rodrigo dente.JPG

 

Como acontece todos os fins de semana, lá estava eu a dar a sopa ao Rodrigo ao almoço, quando de repente se ouve um barulho na colher…era o dentinho do pequenote que tinha rompido…festa lá em casa e a Margarida começa a gritar pela casa: «o mano já tem um dente, lala lala».O Rodrigo está muito engraçado. Todos os dias nos aparece com uma novidade, entre o rebolar, o dizer adeus, imitar os diferentes sons e o mais doce é o mandar beijinhos. Também grita para chamar à atenção. Atira os brinquedos para o chão e depois incentiva-nos como gritinhos para os irmos apanhar. Está a tentar também a tentar dizer olá. Os sons são a sua grande «arma» neste momento. É tão bom ser mãe… todos os dias são dias de descobertas e alegria.

Vera 

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