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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

27
Mai18

Perdoa-o filha, é só mais um beijinho!

Revista Saúda

 

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Quando está perto da filha, o Daniel está sempre em cima da miúda. Agarra-a, revira-a, enche-a de beijinhos sem parar… Acho que é por isso que ela não gosta muito de ir para o colo do pai (gargalhadas) Desconfio que “amassa” muito a miúda. Não perde uma oportunidade, está-lhe sempre a dar muitos mimos.
Acho que o Daniel está, aliás, a compensá-la porque quando a Margarida era mais pequenina e frágil ele tinha muito medo de pegar nela. Agora está a tentar compensar esse tempo perdido.
Ana 

24
Mai18

A mãe faz tudo...

Revista Saúda

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Ao fim-de-semana as rotinas são diferentes dos dias de trabalho. Às vezes o Hugo depois de eu arrumar a cozinha diz: «Hoje a mãe vai sentar-se um bocadinho connosco». Eu sento-me, mas a dobrar roupa ou fazer outra coisa qualquer. Não é fácil ter momentos de descontracção com duas crianças pequenas.

Durante a semana com os horários que temos não há tempo para dar um jeito à casa. Tratar da roupa, apanhar roupa, lavar mais roupa é uma impossibilidade. Sai-se de casa de manhã, levam-se os pequenos e volta-se ao fim do dia. Não tenho conseguido chegar muito cedo e depois há que fazer o jantar e dar os banhos.

Entretanto chega o Hugo. A partir desse momento um fica com os pequenos, enquanto o outro acaba de arrumar as coisas e são dez da noite. Chega a hora de começar a deitá-los. A Margarida ainda por cima não é uma criança que chegue à cama e durma. Por isso ou fica a ver bonecos no nosso quarto ou é dia da história. Vamos alternando.

 

Vera

 

22
Mai18

Ter um suplente

Revista Saúda

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Se nos sentimos muito cansados, sejamos o pai ou a mãe, acho que de igual forma temos de perceber que temos ao lado uma pessoa que pode perfeitamente substituir-nos no nosso papel. Não se pode chegar a um ponto em que isso se torne um tema fracturante. É óbvio que o Diogo não pode dar maminha, mas pode dar de mamar. Há sempre formas de compensarmos o que o outro faz. Isto deve que ficar bem claro desde o início. Uma coisa que me lembro de ler, relacionado com o tema da parentalidade é que às vezes as mães entram numa espiral do: «eu é que sei como fazer as coisas. Eu é que sei trocar fraldas, escolher a roupa, dar o banho, a comida.» Não pode ser. Seja para o pai, seja para o resto da família. As pessoas têm formas diferentes de fazer as coisas, mas é nessa diversidade que o bebé ganha. Se ele está unicamente habituado ao pai ou à mãe no dia em que algum deles falha irá sentir-se completamente desamparado. Ele tem que ir buscar apoio a pessoas diferentes. Isso é uma grande mais valia, para o bebé e para os pais. Nós também precisamos do tal descanso, por isso vezes já aconteceu eu ter uma semana de trabalho complicada e pedir: «Olha Diogo vou dormir cinco ou seis horas seguidas». Durmo na sala. E está tudo preparadinho, e durmo na sala. E o Diogo dá perfeitamente conta do recado. Os pais devem perceber que fará bem ao bebé fortalecer laços com outras pessoas.

Ana

22
Mai18

De alma feliz

Revista Saúda

 

 

 

 

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A minha nova dieta alimentar contribuiu para melhorar a minha força e energia vital. Uma vez que faço muitas refeições por dia, abuso dos legumes e como muito mais proteína que antigamente. Restringi o açúcar e os fritos o que me proporcionou uma melhor capacidade de concentração na vida diária, mesmo no cuidar dos miúdos. Tornou-me uma pessoa mais focada nos assuntos do dia-a-dia e muito menos depressiva.
Sinto-me feliz por ter passado de um processo de compulsão alimentar por doces para um dia-a-dia em que cuido de mim tendo mais atenção à minha alimentação, pelo menos de duas em duas horas.

Zara

20
Mai18

Oh tempo volta para trás...

Revista Saúda

 

 

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Nunca fui rapariga insegura nem de baixa auto-estima, mas esta coisa da variação do peso após o parto, confesso, chateia-me um bocadinho. Estou mais rechonchuda e tenho um pouco de peso a mais… Tento não pensar muito no assunto pois se o faço fico um bocadinho triste.
Engordei 18 quilos da gravidez do Daniel e cinco da gravidez da Margarida mas esses últimos perdi-os durante a primeira semana após o parto. No entanto, sinto que nunca consegui recuperar verdadeiramente do peso que ganhei durante a gravidez do Daniel.
Chateia-me não conseguir vestir cos meus casacos preferidos por causa de estar mais entroncada. Não gosto nada de me sentir assim, mas, para já, não há nada a fazer… Quer dizer até há: posso deixar de comer, ou ir para o ginásio, mas também não me apetece (risos)! No meio de tudo isto, o que vale é que não sou uma pessoa de deprimir.
Ana

 

17
Mai18

Escapadinha a Lisboa

Revista Saúda

Um dia fomos a Lisboa e tivemos umas horas de namoro. Aproveitámos para passear junto ao rio e ir comer um pastel de Belém. Andámos ali a namorar um bocadinho e deu para relembrar que já ali tínhamos andado no princípio do namoro.  Foi sobretudo diferente porque há muito tempo que não tínhamos um momento só os dois. Foi um programa a repetir.

Vera

 

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Gostei principalmente de estar sem stresse. De sentir-me descomprometido, embora quando chegou o fim do dia lá por volta das cinco horas já estávamos a pensar: como é que estarão os catraios? Chega-se a uma hora em que passa a fase do sonho e começamos a cair na real. As nossas responsabilidades regressam e voltamos a encarnar o papel de pais.Independentemente de termos estado só os dois, o nosso sexto sentido está sempre activo a pensar neles. Por muito que queiramos abstrair dos filhos, é impensável fazê-lo na totalidade.

 Hugo

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