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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

14
Ago18

Rodrigo, o baterista

Revista Saúda

O nosso bebé gosta muito de música e reage muito bem a esse estímulo. Ultimamente temos-lhe dado um conjunto de instrumentos que ele gosta muito de tocar como o metalofone, a maraca ou a pandeireta. Mas o preferido dele é a bateria.

Basta dar-lhe umas baquetas para a mão e é vê-lo feliz. Ainda por cima a minha irmã resolveu oferecer-lhe uma bateria no aniversário e é vê-lo todo contente a utilizá-la. Mas, claro, está reservada para a casa de praia em Santa Cruz onde o barulho incomoda menos os vizinhos. Em nossa casa eu diria que qualquer coisa serve para replicar a bateria, como podem ver pelo vídeo que partilhamos. É o nosso pequeno baterista!


Ana

12
Ago18

Ele assobia!

Revista Saúda

Este feito é inédito. Acho que nunca conhecemos nenhum bebé que assobiasse, mas o nosso filho assobia! Tudo começou com a careta que começou a fazer e com a qual ganhou a a alcunha de ‘Biquinho’. Depois disso ele começou a entender que se puxasse o ar para dentro, a boca fazia barulho e daí até ao assobio foi um instante. Agora, quando lhe pedimos para o fazer, ele assobia todo contente. E, claro, espanta meio mundo pois ninguém está à espera que ele assobie realmente. Há quem diga que ele até já assobia melhor que alguns adultos. Eu acho que é a veia musical (afinal ele quis nascer durante um concerto) a mostrar-se cedo. Acham que sim?


Diogo

10
Ago18

Cenas de irmãos

Revista Saúda

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De modo geral o Daniel ainda algum receio de tocar na irmã. Mas de vez em quando esquece-se. E quando damos por ela, vai dar-lhe um abracinho e beijinhos, mas depois puxa-lhe o cabelo. Ou seja, tem uns pequenos eclipses de carinho. 
No carro, por exemplo, ele gosta muito de cantar. E quando a irmã está a chorar, ele canta, canta. Ainda não percebi se é para não ouvir a irmã, se é para acalmá-la, de qualquer forma resulta. E até ela canta um bocadinho com ele. É muito giro de ver. Eu acho que ela está a crescer e ele começa a achar-lhe alguma piada. É engraçado ver essa interacção entre irmãos. A mim deixa-me expectante para o futuro. Não sei qual dos dois é que vai bater mais no outro, mas acho que vai ser muito engraçado ver a dinâmica entre eles.


Ana e Daniel

08
Ago18

A gesticular é que a gente se entende

Revista Saúda

 

 

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Nesta fase em que o Rodrigo começa a dizer as suas primeiras palavras, tais como «Mamã», «Papá» e «Olá» tem sido importante usarmos formas complementares de comunicação para que se faça entender. Para tal aplicámos a metodologia Baby Signs, que no fundo ensina língua gestual aos bebés, permitindo que eles comuniquem connosco de forma muito mais clara, mesmo antes de saberem dizer as palavras.

Um exemplo no caso do nosso filho é a utilização da palavra / gesto: mais, quando quer mais comida. É frequente vermos o Rodrigo a fazer o gesto de mais pois é um comilão e assim sabemos que quer mais daquela comida que lhe estamos a dar (neste caso era fruta por exemplo). É um verdadeiro descanso conseguirmos comunicar com ele e esperamos ensinar-lhe mais gestos para que nos consiga dizer mais coisas, mesmo sem falar.

Ana

 

07
Ago18

Novos Sabores

Revista Saúda

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Fomos a uma festa de anos de uma amiguinha do Miguel e por lapso não levei lanche para o Dinis, nem sequer o iogurte da tarde. Festa que é festa tem doces e salgados e resolvi oferecer-lhe novos alimentos. Ele provou mousse de chocolate. De início estranhou, mas depois acabou por comer. Dei-lhe também pudim, mas ele não ligou muito ao sabor. O Miguel e eu oferecemos-lhe vários salgadinhos e ele comeu-os para meu espanto, porque em casa evita tudo o que seja sólido. Foi engraçado observar a forma deliciada como o fazia, roendo com apetite. De vez em quando umas asneiras não fazem mal a ninguém.


Zara 

06
Ago18

Ter dois filhos: a melhor das dietas

Revista Saúda

 

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Ter dois filhos é a melhor dieta para recuperar a forma física. Nunca fui de fazer dietas e também nunca fui grande praticante de desporto, faço apenas umas caminhadas, e pouco mais, mas o certo é que já consegui recuperar o meu peso inicial. Ando sempre de um lado para o outro quando chego a casa e acaba por não me sobrar tempo para descansar. Acho que a minha recuperação física se deve muito às minhas rotinas pois o tempo de descanso acaba por ser o tempo em que estou no trabalho. A partir do momento em que saio, com passagem no infantário para os ir buscar, o meu tempo de pausa acaba.

Vera

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