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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

14
Dez18

Filho com mão leve

Revista Saúda

 

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Ultimamente, o Dinis tem reagido aos momentos de frustração com mão leve. Bate em qualquer pessoa que esteja por perto. Isso acontece quando o irmão está a pintar ou brincar com legos. Ele aproxima-se deitando o jogo abaixo ou tirando-lhe as canetas.
Na escola tem acontecido o mesmo. Foi-nos dito que ele bate em outros miúdos quando têm os brinquedos que ele quer. Ele responde levantando a mão e batendo. Quando o repreendemos, ele ri-se e continua a fazer mais. Parece-nos que ele acha que está numa brincadeira, e ainda não tem noção do bem e do mal. Vamos esperar que passe, e continuar a fazê-lo ver que essa não é uma atitude correcta.
Zara e Luís

13
Dez18

Ao cuidado da ama

Revista Saúda

 

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Inicialmente tínhamos inscrito o Rodrigo numa creche, mas, entretanto, o proprietário vendeu o edifício e a creche deixou de existir. Acabámos por contratar uma ama para estar em casa. Como seguimos a filosofia Montessori costumamos indicar um conjunto de actividades para o Rodrigo fazer durante o dia, de forma livre e sem grande exigência de horários como é costume acontecer numa creche.
Por outro lado, ao ficar com a ama em casa ele não fica tantas vezes doente. Uma coisa essencial é o Rodrigo ir todos os dias à rua ao parque ou dar um passeio.
No período da manhã, que é quando temos uma pessoa a cem por cento dedicada a ele, as actividades são mais estruturadas enquanto à tarde ele fica mais à vontade. Por exemplo, a Adriana pode estar na cozinha e o Rodrigo fica junto a ela na torre de aprendizagem. Isso permite-lhe ver como é que os legumes são cortados, entre outras tarefas.
Ana e Diogo

09
Dez18

Filho relações públicas

Revista Saúda

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O Rodrigo é um menino muito sociável. Desde muito cedo começou a interagir e a falar com quem o rodeia. Vamos na rua e ele diz «Olá!» a toda a gente. Parece estar sempre em campanha eleitoral [risos]. Se entramos num restaurante cumprimenta todas as pessoas. É uma espécie de relações públicas sendo que, às vezes, até chega a pedir colo abrindo os braços. Quiçá, é um político em ascensão! [gargalhadas]
Costumo dizer que ele comporta-se desta maneira porque está a tentar ser adoptado por outra família, mas não vai resultar. [risos]
Ana e Diogo

07
Dez18

O nosso pestinha

Revista Saúda

 

BebeSauda_Dinis_IMG_7737.jpg

Nestes últimos meses temos verificado que o Dinis tem uma personalidade um pouco mais traquinas e rebelde. Procuramos não comparar os filhos, mas acabamos por fazê-lo sem o querer e, no que toca à rebeldia, o Dinis é muito mais agitado do que o irmão.
Ele faz muitas asneiras e não cede às repreensões. Tem o hábito de abrir as gavetas, despejar as caixas dos brinquedos pela casa toda e no fim, com um ar maroto, chama-nos para irmos ver a asneira que fez.
Às vezes é divertido, outras vezes torna-se cansativo. E, por vezes, o Miguel também fica chateado pois ajuda a arrumar as coisas que o irmão espalha. Pouco depois o Dinis volta a desarrumar tudo. Enfim, faz parte da idade.
Luís

04
Dez18

Meu querido pijama

Revista Saúda

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Mais uma vez, celebrou-se o dia nacional do Pijama. No ano passado, o Dinis não pode participar na festa que a escola organizou pois estava doente. Desta vez, lá foi ele com o irmão, iam os dois vestidos a rigor. O Dinis estava muito contente. Não só não largava a almofada como também quis levar o cavalinho azul para a escola. Quando os fui buscar à escola, o Dinis trazia um peixinho muito colorido, em almofada. O Miguel trazia consigo um Caçador de Sonhos e, disse-me: «Mãe, vou pedir ao Pai Natal, o Livro da Missão Pijama 2018».

Zara

01
Dez18

Ao teu ritmo

Revista Saúda

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Quando se tem filhos, muitas vezes, o decorrer do dia não acontece como se quer, mas como se pode. É preciso gerir as nossas frustrações e também as do nosso filho. Dou-vos um exemplo: no outro dia tivemos um jantar de família - o meu sobrinho do meio fazia anos -, mas quando estávamos a chegar ao restaurante o Rodrigo estava com sono. O Diogo teve, então, de ir dar umas voltas de carro para ver se ele adormecia pois, se não o fizesse, sabíamos que ele não iria estar capaz de estar no jantar.
Estes compassos de espera acontecem quando temos coisas combinadas [risos].
Ana e Diogo

29
Nov18

Entender o código

Revista Saúda

 

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Apesar de dizer algumas palavras, nesta fase, o Dinis comunica principalmente por linguagem não verbal. Um destes dias perguntámos-lhe se tinha a fralda suja e ele surpreendeu-nos fazendo um gesto: tapou o nariz e fez uma careta. Não sabemos onde aprendeu isto, mas o que é certo é que percebemos a mensagem e lá fomos tratar do assunto.  
Luís

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