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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

20
Fev19

O pai e a mãe ajudam-te

Revista Saúda

 

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É habitual sermos requisitados pela escola dos meninos para fazer algumas actividades. Acontece que a nossa vocação para trabalhos manuais é reduzida, diria que temos mesmo muita falta de jeito (risos)! Habitualmente é o pai quem se dedica a fazer essas tarefas com a supervisão do Miguel enquanto a mãe fica a vigiar o Dinis para que ele não destrua tudo o que está a ser feito. Temos um kit de materiais recicláveis e artigos de “corte e costura” pronto a ser usado, para o que der e vier.
Luís e Zara

19
Fev19

Amor em família

Revista Saúda

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O Dia dos Namorados este ano foi muito completo. Como o Hugo estava de folga, fiz-lhe uma surpresa e tirei um dia de férias. Passámos o dia juntos e vivemos momentos muito felizes. Fomos buscar os pequenos cedo à escola e ainda houve tempo para brincadeiras no parque da cidade. O dia acabou com um jantar de família no nosso restaurante preferido.

 

Vera

19
Fev19

Ida às urgências

Revista Saúda

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Já ouviram falar em sinovite transitória do quadril? Pois eu também não. Reparámos que a Margarida estava a mancar do pé direito. Começou por ser um pequeno movimento e até desvalorizámos porque os miúdos passam a vida a cair. Mas no dia seguinte mal apoiava o pé no chão! Ficámos bastante alarmados, principalmente porque não tinha nenhum “machucado” visível e, como ela dizia, não tinha nenhum “dói-dói”. Liguei para a pediatra, que me aconselhou a dirigir-me às urgências para fazer uma ecografia. As suspeitas da pediatra confirmaram-se. Era sinovite, uma inflamação do tecido em redor da articulação da anca, por vezes derivada de uma infecção ou virose.
Passados dois dias passou, sem necessitar de tratamento. É uma condição bastante comum em crianças pequenas, ficámos a saber.

Ana

 

18
Fev19

«Bye, bye!»

Revista Saúda

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Valorizamos a aprendizagem de línguas estrangeiras na educação do Rodrigo e, por isso, apostamos nesses estímulos. Com 18 meses, já diz muito bem algumas palavras como «Hello», «Bye, bye» ou «Dady». Se lhe dissermos «Clap your hands», ele também compreende bem e começa a bater palmas.
Aprender outra língua é um extra que podemos dar-lhe nesta fase ou em qualquer altura da vida. É um óptimo exercício.
Como, naturalmente, está mais desenvolvido no português, quanto tentamos falar com ele só em inglês, ele fica chateado porque não entende com tanta facilidade. Vamos continuar a falar mais a inglês para ele se ir habituando.
Diogo e Ana

16
Fev19

A tenda mágica

Revista Saúda

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Quando a Margarida era mais pequena comprámos uma tenda, onde contávamos as histórias e brincávamos as duas. Chamávamos-lhe o “Mundo da Magia”. Como era grande, ficou numa divisão onde a Margarida brinca com as bonecas, mas cujo acesso tem estado interdito ao Rodrigo, porque fica no piso de cima da nossa casa. No fim-de-semana lembrei-me de fazer uma brincadeira. Trouxe a tenda para o rés-do-chão e criámos uma nova história com o Rodrigo. Chamámos-lhe o Rei Rodrigo e a Princesa Margarida. Foi muito giro! O Rodrigo gostou particularmente de pôr os brinquedos dele dentro da “tenda castelo” e de os explorar.

 

Vera

14
Fev19

Amor a três

Revista Saúda

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Um filho muda bastante a dinâmica de um casal. Os momentos de intimidade podem ser difíceis de manter porque a exigência de horários e o planeamento acaba por tornar o dia-a-dia menos "descontraído". No entanto, nós não deixámos de ter momentos a dois para conversar e namorar, achamos que é essencial para que o casal se mantenha unido!
Houve alturas, nos primeiros meses de vida do Rodrigo, em que o cansaço nos levou a discutir por coisas tontas, mas sempre procurámos manter uma comunicação aberta e deixar o orgulho de parte. Se há coisa que sentimos que ganhámos com a vinda do Rodrigo foi uma noção de "família" que nos completa e que ambos desejávamos.

Cá em casa gostamos de boas desculpas para celebrar o Dia dos Namorados, mas não fazemos muita questão que essa celebração seja sempre em dias "oficiais". Por acaso desta vez vamos a um concerto. Vai ser uma saída a dois, e vai saber-nos muito bem!

Ana

13
Fev19

As heranças do pai

Revista Saúda

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Contam as minhas tias e os meus pais que, quando eu era pequeno, adormecia em qualquer lado. Chamavam pelo Hugo e lá estava ele a dormir a sestinha. Uma vez, devia ter a idade do Rodrigo, estava à mesa a jantar e simplesmente adormeci. O Rodrigo herdou de mim esse hábito. Sempre que se quebra a rotina do infantário ao almoço, adormece à mesa. Por vezes já come a pestanejar. Ao fim-de-semana o almoço não pode passar das 12h30, porque o resultado é uma sesta à mesa. Ainda hoje, sempre que posso, gosto de dormir a sesta depois do almoço.

 

Hugo

 

12
Fev19

Celebrar o amor

Revista Saúda

 

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Quando se é pai, as datas comemorativas têm um significado ‘antes’ e depois’ do nascimento dos filhos. O Dia dos Namorados não é excepção. Antigamente costumávamos assinalar a data com um programa diferente. Em 2011, por exemplo, fizemos um jantar romântico à luz das velas com corações por todo o lado. No ano seguinte fomos jantar ao Teatro de Portimão com direito a espectáculo e música ambiente. Já em 2013 viajámos até Paris, França, e fomos à Euro Disney.
No entanto, desde que temos os miúdos, a disponibilidade não é tanta… mas não deixamos de dar um “miminho” amoroso um ao outro nesse dia.
Para nós, é mais importante a data de início da nossa relação (13 Novembro de 2010). Até porque todos os dias são dias bons para celebrar o Amor.

Luís e Zara

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