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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

07
Jan18

Chamar a música

Revista Saúda

 

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Se cantar, o Rodrigo acalma-se. É mesmo engraçado ver como ele reage sempre que começo a cantar… E eu, claro, lá invento muitas músicas! Existe uma que lhe canto e que já cantava à Margarida quando ela era bebé e que é a música da fadista Mariza, ‘Meu amor pequenino’. Também lhe costumo cantar a música infantil ‘A Canção do Orelhinhas’ que é sobre abracinhos e beijinhos. Acima de tudo, procuro sempre cantar-lhe músicas calminhas, e de forma mais pausada. Sei que fica mais relaxado.

Vera

13
Dez17

Para mais tarde recordar

Revista Saúda

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Temos estado a aguardar na caixinha de tesourinhos tudo o que faz parte do crescimento do Rodrigo. Está lá colocado o cordão umbilical, a pulseira da maternidade e também a carta que escrevi para ele ler quando tiver 16 anos. Escrevi-a quando ainda estava grávida, tinha umas 12 semanas de gravidez e ainda não sabia se ia ser mãe de um menino ou de uma menina.

Vera

27
Out17

Os teus lençóis têm história

Revista Saúda

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Estes lençóis têm 40 anos. Foram usados por diferentes gerações da nossa família. O primeiro a usá-los foi o tio Nelson, depois fui eu e, mais tarde, as sobrinhas da mãe, Camila e Maria Inês. A mana também os usou e agora chegou a tua vez. Não me recordo muito bem se foram bordados pela minha mãe ou pela minha madrinha. São coisas que se vão guardando e, no fim, tornam todos estes momentos ainda mais especiais.

Vera

06
Out17

A crosta láctea: gestos que cuidam

Revista Saúda

 

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Um mês depois de o bebé nascer, chegou o dia de tirar a foto de família para oferecer às tias e às avós no Natal, para pôr na moldura vazia em cima da lareira.Posam todos de roupa bem engomadinha; o pai ajeita o papillon, a mãe dá um retoque final no vestido e pega no pente para pentear o bebé e dar aquele toque final. Ora dá-se o click da câmara e duas coisas são capturadas: pequenas (mas notórias) crostas amareladas no pente e na cabeça do bebé, e a consequente expressão de interrogação da mãe.

Mãe de primeira viagem foi apanhada de surpresa pela “inofensiva” crosta láctea. Papás, nada tem a ver com a falta de higiene do bebé!

Pergunta da praxe: o que está a acontecer ao meu bebé? Há uma produção excessiva de sebo pelas glândulas sebáceas que seca e transforma-se em placas formando escamas amarelas oleosas que se concentram e formam crostas.
Agora mantenha a calma e continue a ler… além do couro cabeludo também pode aparecer nas orelhas e rosto, dos lados do nariz, peito e ao longo das dobras de pele, nádegas e outras partes do corpo onde existam glândulas sebáceas.Há culpados? Sim, as hormonas! Pensa-se que são produzidas pela mãe e antes do nascimento passam para o bebé, são responsáveis pela produção invulgar de sebo. Mamã vamos respirar fundo pois pode durar entre duas a seis semanas.

A boa notícia é que alguns cuidados durante a higiene das zonas afectadas associados aos produtos adequados é meio caminho andado para fazer desaparecer a crosta láctea.
Quais são os gestos que cuidam?

Primeiro: aplicar um produto emoliente adequado à crosta láctea no couro cabeludo seco e nas zonas afectadas com uma massagem suave. Deixar actuar trinta minutos.
Segundo: lavar com um champô extra suave massajando cuidadosamente o couro cabeludo com a ponta dos dedos para amolecer as crostas.
Terceiro: com a ajuda de uma escova de cerdas suaves libertam-se as escamas.
Quarto: enxagua-se e seca-se suavemente com uma toalha macia.

Se a mamã repetir diariamente estes cuidados vai evitar a acumulação de escamas oleosas e prevenir o seu reaparecimento. Em breve a moldura terá a ilustre foto da família e as tias e avós uma lembrança para guardar na carteira.

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

04
Out17

O nosso rapaz sabe o que quer

Revista Saúda

 

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O processo de amamentação do Rodrigo tem sido diferente comparado com a Margarida. A Margarida bolsava muito e deitava o peito fora. Não temos uma única fotografia dela sem babete enquanto estivemos na maternidade. Já o Rodrigo não usava babete… Hoje foi o primeiro dia em que bolsou um bocadinho, e só o fez porque lhe mudei a fralda depois de ter mamado. O Rodrigo pega muito bem a mama enquanto a irmã não o fazia. A Margarida mamava um bocadinho e deixava-se logo dormir, passado uma hora estava a acordar. O Rodrigo quando é para mamar é para mamar, manda os seus arrotos de vez em quando e a seguir dorme. A subida do leite foi mais tranquila. Inexperiente, com a Margarida os mamilos fizeram ferida. Desta vez, tive a preocupação de os hidratar. Sim, tenho alguma dor mas longe de ser o que sofri com ela.

Vera

 

01
Out17

Tem calma, eu ajudo-te

Revista Saúda

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Quando estive internada ajudei algumas mães a cuidar dos filhos. Umas eram mães de primeira viagem, outras tiveram bebés um pouco magrinhos. Houve muita entreajuda entre todas. Havia uma rapariga, a Andreia, que teve um menino chamado Afonso. Ajudei-a duas vezes a mudar a fralda ao filho e também na hora de amamentar, porque quando se deu a subida do leite ela começou a ficar com peito muito duro. Uma outra mãe, a Rita, quis dar água ao bebé no biberon e eu expliquei-lhe que isso não se fazia porque o leite materno tem tudo o que um bebé precisa.A Sónia teve um menino, o Martim que não queria mamar, ela estava mais frágil e começou a chorar. Acabei por lhe dar algum apoio. Não só o facto de ser mãe mas também bombeira faz com que o espírito de entreajuda esteja sempre presente em mim. Houve uma altura em que mal me levantava da cama e ainda estava bastante dorida do parto mas quis ajudar. É algo mais forte do que eu. Gosto muito de ajudar os outros.

Vera

29
Set17

Dermatite atópica: o que fazer

Revista Saúda

 

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A dermatite atópica manifesta-se quase sempre durante o primeiro ano de vida.Embora a sua causa exacta não seja conhecida, está associada a antecedentes familiares de alergias e asma. Os sintomas desta inflamação são: pele seca, com comichão, vermelhidão e a escamar. Esta irritação da pele pode ser confundida com uma alergia. Apesar de ser crónica, não é contagiosa. As lesões localizam-se no rosto, sobretudo nas bochechas, junto às orelhas, nas zonas de flexão-dobra dos cotovelos e dos joelhos. A tendência é para coçar, mas, quanto mais se coça, mais irritada fica a pele e vulnerável a agentes infeciosos.Os períodos de acalmia alternam com outros mais exuberantes. O stresse, a exposição a temperaturas extremas, alimentos ou produtos irritantes podem desencadear os sintomas.

Gestos que cuidam e aliviam

 A pele do bebé é imatura, insuficiente para a proteger das agressões externas, assim:

- Evite produtos com substâncias agressivas (parabenos, perfume e sabão);
- Use um óleo de banho;
- O banho deve ser curto e morno;
- Seque a pele com uma toalha macia;
- Ponha um hidratante indicado para a atopia após o banho, e aplique durante o dia;
- Escolha roupa de algodão para a pele respirar;
- Evite ambientes quentes e secos;
- Lave a roupa com produtos sem substâncias sensibilizantes;
- Mantenha as unhas curtas e tenha sempre estes cuidados.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

 

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