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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

02
Jan19

“Estou, pai?”

Revista Saúda

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O Hugo nem sempre está presente. Em Dezembro, esteve na Brigada de Montanha, por isso, não enfeitou a casa nem montou a árvore de Natal connosco. E só veio passar a consoada com a família, depois teve de voltar. Faz parte da rotina… Esta é uma época bastante concorrida na Serra da Estrela. Felizmente, o ano novo já foi passado em família. Nem sempre é fácil gerir a logística sozinha com duas crianças só com dois anos e oito meses e de diferença, mas conto com a ajuda dos meus pais. Nota-se que o Rodrigo também sente muito a falta do pai. Basta ver qualquer coisa quadrada, põe logo na orelha como se fosse um telefone e diz: “Pai, estou, pai?”

Vera

21
Out18

Beijinhos de mãe curam

Revista Saúda

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Se há coisa que não falta cá em casa é arnica. Ando sempre com isso. Ainda não tivemos nenhum susto grande que nos obrigasse a recorrer a primeiros socorros… Eu sou mais stressada do que o pai. Não tenho nem os instintos nem as reacções dele que, se acontece alguma coisa, vai logo levantá-los do chão ou pôr gelo. Se por exemplo o Daniel cai, a primeira coisa que faço é pegar nele ao colo e abraçá-lo. Diz-se que os beijinhos da mamã curam muita coisa.


Ana

17
Out18

O pai é fixe!

Revista Saúda

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O tempo em que consigo estar com os meus filhos é pouco. Nessa minha janela de oportunidade procuro não passar o tempo inteiro a mandar vir com eles e a corrigi-los. Se eu puder fazer palhaçadas para ganhar mais uns créditos extra... Tenho um medo terrível que eles não gostem de mim e do Benfica, não necessariamente por esta ordem [risos].

Tento é não fazer nada que eles possam ver como adverso. Prefiro que pensem: «O pai só traz coisas fixes». É a história do polícia bom e o polícia mau. Mas, atenção, quando for preciso eu vou dizer-lhes «não». Isto de ser um pai ‘fixe’ é só nesta fase inicial.

Daniel

24
Jul18

A importância de confiar

Revista Saúda

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Por causa da paixão que temos pela música deixámos o nosso filho com a avó materna, durante três dias. É claro que tivemos muitas saudades dele - sendo que ainda estivemos juntos num almoço - mas, acima de tudo, sabíamos que estava muito bem entregue. Confiar nas pessoas a quem entregamos os nossos filhos, como por exemplo aos avôs, é muito importante. Faz bem a todos: a nós, ao bebé e à família.

Ana 

04
Jul18

Quero, posso e mando

Revista Saúda

 

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O Dinis tem uma personalidade forte tal como o irmão, ou não tivessem eles nome de Reis. Saem ao avô materno (avô Zé) e a avó paterna (avó Bia). No dia-a-dia, o Dinis gosta de impor os seus desejos e vontades, nomeadamente quando bebe água e prefere beber do próprio copo do que pelo biberon. Durante as refeições quer ser ele a pegar na colher e a comandar todo o momento da refeição.

Certo é que todas estas acções lhe dão autonomia e prazer de afirmação individual.

Zara

27
Mai18

Perdoa-o filha, é só mais um beijinho!

Revista Saúda

 

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Quando está perto da filha, o Daniel está sempre em cima da miúda. Agarra-a, revira-a, enche-a de beijinhos sem parar… Acho que é por isso que ela não gosta muito de ir para o colo do pai (gargalhadas) Desconfio que “amassa” muito a miúda. Não perde uma oportunidade, está-lhe sempre a dar muitos mimos.
Acho que o Daniel está, aliás, a compensá-la porque quando a Margarida era mais pequenina e frágil ele tinha muito medo de pegar nela. Agora está a tentar compensar esse tempo perdido.
Ana 

19
Abr18

O respeito

Revista Saúda

 

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Todos temos a nossa maneira de ser. No que toca à educação dos nossos filhos sinto que consigo impor mais respeito e ser mais autoritário do que a Vera. Por exemplo, se eu estiver com o Rodrigo ao colo e o meter na espreguiçadeira, ele fica lá sem qualquer problema, mas se for a mãe a fazê-lo começa logo a chorar e a espernear-se. Não sei explicar qual é a razão para isso acontecer… Talvez seja do tom de voz, há qualquer coisa que influencia. Quando é preciso vestir a Margarida é a mesma coisa. A Vera demora uma hora  e eu faço-o em dez minutos.
Hugo

 

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