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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

28
Mar19

Força extra

Revista Saúda

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Ser pai ou mãe exige de nós capacidades físicas redobradas. Lembro-me de na altura em que o Rodrigo iniciou a amamentação andava com as costas muito doridas porque passava muito tempo com ele ao colo. Agora estamos a atravessar uma fase em que ele gosta bastante de colo e isso não ajuda muito aqui nas cruzes (risos)! No entanto, como ele já anda acaba por ser menos exigente fisicamente.
Nos primeiros meses de vida, embora pesasse menos, era um peso constante. Por exemplo, quando andávamos a passear tínhamos de nos ir revezando porque já nos custava transportá-lo. A fase que se avizinha também será desafiadora pois vamos passar a transportá-lo mais vezes às costas e não tanto ao colo.
Ana e Diogo

18
Mar19

O telemóvel? Não há...

Revista Saúda

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Os miúdos gostam muito de replicar aquilo que fazemos e também de mexer nos objectos que usamos. Não é por acaso que eles gostam de brincar com os telemóveis, comandos de televisão, etc. Nos últimos tempos, uma das coisas que temos tido em atenção é não ter os nossos telemóveis à mão. Começámos a reparar que o Rodrigo o pedia muitas vezes… Ainda que ele só o peça porque quer ver fotografias dele próprio, nós preferimos que esse contacto repetido não aconteça. Tentamos sempre tenha actividades mais lúdicas e com interesse.


Diogo e Ana

17
Mar19

Ser pai

Revista Saúda

 

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O dia do Pai está a chegar. Para mim, ser pai é uma grande responsabilidade. Quando olho para os nossos filhos vejo duas crianças em constante crescimento e formação. Procuro transmitir-lhes o que penso ser o melhor para o futuro deles: sentido de responsabilidade, segurança, amizade, solidariedade e companheirismo. São estes os valores que no dia-a-dia tento que assimilem, embora nem sempre seja tarefa fácil. Acima de tudo sinto que ser pai é uma aprendizagem contínua, uma troca. Os filhos também ensinam muito aos pais e também eles nos fazem crescer e amadurecer.

Luís

02
Mar19

Rodrigo, o encantador

Revista Saúda

 

No Natal ofereceram à Margarida um microfone e desde então tem sido concertos atrás de concertos lá em casa. Todos cantam e encantam, os cortinados abrem o palco para as estrelas que, no final, são aplaudidas de pé. Eu gosto muito de música e, sempre que estou em casa, gosto de colocar música na televisão logo pela manhã. O Rodrigo adora emitir sons e ouvir-se, imita a Margarida em tudo o que ela faz, toca instrumentos, canta… É um menino encantador.

24
Fev19

«Paaai!»

Revista Saúda

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Quando acorda, o Dinis tem um hábito muito engraçado: chama insistentemente pelo pai. Muitas vezes, sai da nossa cama e vai a correr para a casa de banho à procura do Luís. Para minha surpresa, admito, o Dinis criou uma ligação muito forte com o pai desde muito pequenino. Quando o pai vai trabalhar ou às compras, ele chora – e não é pouco!
Quando o Miguel era bebé chamava mais por mim e, por vezes, até rejeitava o colo do pai nos momentos quando precisava, por exemplo, de ir à casa de banho ou na hora do banho. É caso para dizer que o Miguel é mais menino da mamã e o Dinis é do papá.

Zara

20
Fev19

O pai e a mãe ajudam-te

Revista Saúda

 

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É habitual sermos requisitados pela escola dos meninos para fazer algumas actividades. Acontece que a nossa vocação para trabalhos manuais é reduzida, diria que temos mesmo muita falta de jeito (risos)! Habitualmente é o pai quem se dedica a fazer essas tarefas com a supervisão do Miguel enquanto a mãe fica a vigiar o Dinis para que ele não destrua tudo o que está a ser feito. Temos um kit de materiais recicláveis e artigos de “corte e costura” pronto a ser usado, para o que der e vier.
Luís e Zara

22
Jan19

Ano novo, vida nova

Revista Saúda

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Desde que a Ana passou a levar os meninos à escola a minha rotina alterou drasticamente. Consigo chegar ao trabalho mais cedo e depois tento chegar a casa um pouco mais cedo. Na sequência disso, conseguimos dar o banho e o jantar mais cedo aos miúdos. Depois eu leio uma história aos meninos e temos usado uma nova estratégia na hora de dormir. Adormecemos os miúdos em quartos separados, eu adormeço o Daniel e a Ana fica com a Margarida. Tem funcionado. Eles adormecem bem mais rápido e quando olhamos para o relógio a pensar que é meia noite ainda são 22 horas! Eles têm os horários perfeitamente ajustados ao dia-a-dia escolar e sobra mais tempo para nós.
Daniel

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