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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

13
Set19

Piolhos sem preconceitos

Revista Saúda

 

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No regresso às aulas recebemos as boas vindas e ao fim de alguns dias, por vezes a seguinte missiva “Verificámos a existência de crianças com piolhos e lêndeas na nossa escola”.

Nós, pais com filhos a frequentar a escola, recebemos com alguma frequência este tipo de notificações ao longo do ano escolar: costumo até dizer em brincadeira que a escola é o paraíso dos piolhos.

Este micro bicho passeia de cabeça em cabeça quando estas se aproximam e encostam durante aqueles trabalhos de grupo ou, sejamos realistas: durante aquelas sessões de jogos de consolas ou telemóveis, e em brincadeiras como a habitual do salão de cabeleireiro.

Ah! E não nos esqueçamos daquele hábito de pendurar mais de um casaco ou chapéu num só cabide…

Se não receber a missiva informando a existência deste insecto na escola, é aconselhável de vez em quando reunir os míudos e proceder a uma inspecção à cabeça de cada um.

Comece por procurar atrás das orelhas e na nuca (os sítios preferidos dos piolhos). Para ter a certeza que não há piolhos ou lêndeas, passe um pente apropriado (daqueles com os dentes muito finos) nos cabelos da criança, madeixa a madeixa, passando de seguida o pente num lenço de papel branco para visualizar a presença ou não deste parasita.

Se não houver vestígios de invasores, lave o cabelo com um champô preventivo à base de óleos essenciais, que servem como repelente natural.

Hoje em dia há produtos na farmácia para tratar e prevenir os piolhos, não é preciso sujeitar os miúdos ao tradicional banho desagradável com vinagre.

Explique à criança por que não deve partilhar com os amiguinhos os objectos pessoais como roupa, chapéus, bandoletes e não encostar a cabeça aos colegas durante os trabalhos de grupo ou durante as brincadeiras.

Em casa cada um deve ter a sua escova, a sua toalha e a sua almofada: o que se gasta em roupa extra para lavar compensa-se em menor probabilidade de se espalharem os piolhos pela miudagem toda.

Verifique os lençóis e as almofadas, para ter a certeza que não há famílias indesejadas.

Os sofás, as cadeirinhas e os bancos do carro também devem ser alvo de uma inspecção e aspiração. Tudo isto porque basta sobreviver um único piolho para que a praga aconteça.

As roupas devem ser lavadas a 60ºC e os objectos que não se podem lavar devem ficar três dias fechados num saco de plástico.

Por vezes em conversa com as professoras percebo que os recados que enviam para casa não são suficientes para resolver esta epidemia, e que a situação ideal seria todos os pais começarem a fazer o tratamento aos filhos ao mesmo tempo.

Aconselho as professoras, auxiliares e educadoras a terem sempre o cabelo apanhado, porque a probabilidade de apanharem piolhos é menor.

Outro aspecto importante é a necessidade de combater também o próprio preconceito porque, ao contrário dos humanos, os piolhos não são preconceituosos e não fazem a distinção entre cabeças sujas e lavadas.

Os piolhos não voam, tão pouco saltam … mas sabem nadar!

Por isso é tão importante seguir a regra da touca quando se retoma as aulas de natação.

Outro ponto importante, quando aparece um piolho toda a família deve fazer o tratamento ao mesmo tempo e segui-lo à risca.

E, por favor, deixe-se o preconceito de lado e informem-se as professoras que sim, até o nosso filho fofinho apanhou um piolhito. Ninguém o vai interditar ou colocar de quarentena, e conseguimos melhor cuidar da saúde dos nossos filhos.

E já sabe, em caso de dúvida pergunte ao seu farmacêutico de família.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

30
Ago19

Começar a preparar o regresso às rotinas rima com destralhar!

Revista Saúda

 

 

Luisaleal.jpeg

 

Nesta altura do ano somos invadidos por uma bipolaridade de sentimentos, que passo de imediato a explicar.

Em plenas férias ou final delas para algumas famílias, somos invadidos, ainda de chinela no pé e cheirinho a protector solar na pele, por mega campanhas de regresso às aulas.

Há toda uma panóplia de material escolar para comprar, organizado por cores e bonecada nas prateleiras dos hipermercados e lojas afins, revestido com a parangona da poupança.

Depois de algum tempo de reflexão sobre este fenómeno do regresso às rotinas, o primeiro passo a dar antes de gastar um cêntimo é arrumar, escolher o que se pode aproveitar do ano anterior para o novo ano. Reciclar e poupar pode ser o mote da preparação do regresso à escola.

Se não precisamos das “tralhas”, fica aqui a sugestão de doar e se estiver em mau estado coloca-se nos contentores de reciclagem.

Envolver os mais pequenos no destralhe é uma oportunidade para explicar-lhes que se pode poupar quando reaproveitamos. Assim fica mais fácil de perceberem o porquê de resistir à compra de mais uma mochila, de mais estojo, de canetas e lápis bonitos com o boneco X ou Y.

Façam uma inspeção às mochilas e a todo o material escolar que se pode reaproveitar de um ano para o outro, incluindo entre irmãos, primos e amigos.

Hoje em dia as crianças estão mais sensibilizadas para as causas ambientais e para a importância da reciclagem, por isso vamos aproveitar!

A estratégia pode passar além do material escolar pelo vestuário, os brinquedos, a reorganização do quarto, incluindo o espaço de estudo.

Andamos anos a acumular “tralha” que nem chega a ver a luz do dia.

Muito soro para lavar o nariz e um anti-histamínico de toma oral podem ajudar a enfrentar as crises alérgicas, nariz ora entupido ora a pingar, e os espirros em catapulta provocados pela quantidade de pó e ácaros que se enfrenta assim que se começa a fazer arrumações.

Se tem sugestões de destralhe, partilhe com a sua farmacêutica.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

02
Ago19

O que levar no saco para a praia

Revista Saúda

 

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Chega a hora de preparar o saco para levar para a praia e além das toalhas, baldes e do moinho de praia o que não pode faltar é:

  • Protector solar adequado ao tipo de pele.
  • Spray de água termal para pulverizar rosto e corpo de toda a família, as vezes que for necessário. Vai ajudar a aliviar e acalmar a pele deixando-a hidratada. É adequada a todos os tipos de pele. Depois de aplicar deixe actuar sem remover o excesso.
  • Pack de toalhetes hipoalergénicos e sem álcool para limpeza da pele.
  • Tampões auriculares para impedir o contacto com a água durante os banhos de mar.
  • Pulseira repelente mosquitos, com essência de citronela, que fornece uma proteção natural contra os mosquitos (se for para locais onde há proliferação deste insecto).

 Chapéu de sol com abas e óculos de sol.

Um cantil com água porque vamos deixar as garrafas de plástico de lado e contribuir para acabar com a poluição nos oceanos, ao mesmo tempo que reforçamos a hidratação das crianças oferecendo água com regularidade.

E lembre-se que a praia é um local saudável se evitarmos as horas de maior radiação ultravioleta, entre as 11h00 e as 17h00.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

19
Jul19

Diga não ao escaldão

Revista Saúda

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O sol é essencial à vida mas nunca é demais relembrar os seus perigos, entre os quais as queimaduras solares, os famosos escaldões.

Devemos por isso protegermo-nos dos raios solares e redobrar a atenção com os mais pequenos, que devem ter cuidados especiais.

Para o bebé ou criança pequena escolha um protector hipoalergénico com filtros físicos.

Os mais pequeninos não devem estar expostos directamente à luz solar, devendo além da aplicação do protector solar, ser protegidos com vestuário, óculos escuros e chapéu-de-sol de abas largas. Lembre-se de oferecer água com regularidade, porque mesmo que não sintam sede está a evitar a desidratação.

Porque não existem protectores solares completamente resistentes à água, é necessário voltar a aplicá-lo após as banhocas. Apesar de estar na água a radiação UV penetra até 50 cm dentro de água, provocando queimaduras solares nas zonas do corpo mais expostas, como a face, ombros e tronco.

Na praia ou no campo siga os conselhos da sua farmacêutica e diga não ao escaldão.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

05
Jul19

A importância da vitamina D

Revista Saúda

 

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Na Primavera e no Verão apanhe sol porque a vitamina D é essencial e um dos maiores influencers da longevidade e qualidade de vida em todas as fases da nossa vida.

Esta vitamina é também conhecida como calciferol, uma substância cuja principal acção se dá no controlo dos níveis de cálcio no sangue e na saúde dos ossos.

O calciferol possui uma particularidade em relação às outras vitaminas porque além de ser adquirida através dos alimentos, também pode ser produzida pelo nosso organismo, por ação da radiação ultravioleta da luz solar na nossa pele e assim desencadear a síntese de vitamina D, enquanto todas as outras vitaminas só podem entrar no nosso organismo através dos alimentos.

Assim uma adequada exposição à luz do sol (15 minutos diários de exposição do rosto, braços e/ou pernas), e sem proteção solar, consegue fornecer quantidades suficientes de vitamina D ao nosso organismo. No entanto, redobre os cuidados, evitando a exposição solar directa, sobretudo entre as 12 e as 16 horas.

No Inverno procure incluir na dieta alimentos ricos em vitamina D tais como os peixes gordos (Salmão, atum, cavala) e óleos de peixe.

Bons banhos de sol em segurança!

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

21
Jun19

Lanches saudáveis para a praia

Revista Saúda

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O Verão está aí e os dias de calor que fazem saltar os fatos de banho da gaveta e as toalhas de praia dos armários. Para a dar inicio às tão esperadas brincadeiras na praia, arruma-se a pá e o balde no saco da praia ao lado panamá e do protector solar. O chapéu-de-sol já saiu da arrecadação e já está à espera de uma boleia debaixo do braço para a praia. Agora é só planear os snacks para levar dentro da bolsa térmica, porque a bola de Berlim fica para os dias de festa.

Sugestões de lanches saudáveis e práticos para toda a família:

  • Fruta:

Escolha peças de fruta de preferência para “comer à dentada, são mais práticas, no entanto é aconselhável lavar muito bem todos os frutos antes de os consumir, mesmo aqueles que vão ser posteriormente descascados, deve retirar a casca, se não tiver segurança em relação aos pesticidas que foram usados durante o cultivo, uma vez que grande parte dos químicos usados acumula-se na casca.

 

  • Pão de banana

Faz as delícias dos miúdos depois de uma banhoca no mar!

Leva apenas:

  • 2 Bananas maduras
  • 2 Ovos
  • 1 Chávena flocos finos de aveia
  • 1 Chávena de farinha espelta
  • 1 Colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 1/2 Chávena de óleo vegetal (à temperatura ambiente)
  1. Triture as bananas no robot de cozinha
  2. Adicione os restantes ingredientes
  3. Bata tudo até ficar uma massa homogénea
  4. Forre a forma rectangular com papel vegetal e deite a massa
  5. Leve ao forno, pré-aquecido a 180 graus, até ficar cozido, durante 25 minutos aproximadamente
  6. Fatiar a gosto

BLOG A FARMACÊUTICA ÁGUA AROMATIZADA.jpg

 

  • Água

A água aromatizada homemade pode ser uma alternativa e uma boa fonte de hidratação:

Leva apenas:

  • 1 Litro de água
  • 2 Paus de canela
  • 2 ou 3 folhas de hortelã
  1. Encha um jarro de litro com água
  2. Junte as folhas de menta e os paus de canela
  3. Tape e guarde no frigorífico num jarro ou num cantil individual para cada um.

 

  • PS- Entre as 11h e as 16h evite a exposição solar e tenha muita atenção porque mesmo à sombra e usando chapéu e protector solar corre o risco de sofrer queimaduras!

 

 

 

 

 

 

 

07
Jun19

Protector solar, só na praia?

Revista Saúda

 

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A aplicação do protector solar não deve ser feita apenas quando vamos para a praia ou piscina e sobretudo nas estações quentes, mas também no resto do ano durante as actividades quotidianas. Não é preciso sequer que esteja sol, porque 80 por cento dos raios UV atravessam as nuvens e o nevoeiro, atingindo a pele desprotegida com igual gravidade, causando danos como as queimaduras solares (os escaldões), o envelhecimento precoce da pele e o cancro cutâneo.

O protector solar é um aliado da pele e devemos utilizá-lo sempre que nos expomos à radiação solar.

A escolha do protector deve ser feita acordo com a idade, as crianças necessitam sempre de um FPS mais elevado, preferencialmente um 50+  e é fundamental estar de acordo com o tipo de pele.

Para andar sempre à mão na mala ou na mochila e por ser mais prático de transportar, escolha um protector em formato pocket, renovando com frequência a sua aplicação nas zonas mais expostas à luz solar como a face, orelhas, mãos e braços.

A aplicação do protector deve ser feita ainda em casa se possível trinta minutos antes de sair para a rua.

E lembre-se que deve evitar de todo expor os bebés e as crianças pequenas à radiação solar entre as 12 e as 16 horas.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

24
Mai19

As estações do ano estão trocadas?

Revista Saúda

 

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Estamos na Primavera, considerada por muitos a melhor estação do ano, por chegar depois do Inverno, quando já só desejamos os dias compridos e solarengos.

Mas devido às alterações climáticas, uma das ameaças ambientais deste século, temos assistido a uma mistura de várias estações do ano, semana sim semana não, e até por vezes num só dia todas se misturam.

Quem não pondera levar o guarda-chuva antes de sair de casa?

Porque apesar de o sol brilhar lá fora, existe sempre uma probabilidade de cair uma forte chuvada durante a tarde acompanhada de uma descida da temperatura em mais de 5 °C. Mas não é para durar porque segundo a previsão meteorológica do telejornal das nove para o fim-de-semana seguinte o Verão regressa.

A saúde pode ser afectada quer pelas vagas de frio quer pelas ondas de calor e também pela variação da concentração e distribuição dos pólenes e outros alérgenos que circulam à boleia do vento.

Há pequenos gestos que protegem e previnem o aparecimento de alergias, tosses, gripes e pequenas constipações, consequência do impacto destas mudanças ambientais na saúde.

Vista roupa leve à criança de preferência em camadas porque permite removê-las facilmente, adaptando-se rapidamente à temperatura interior e exterior.

Evite os passeios nos dias mais quentes, secos e com ventos fortes, e de todo nas horas de maior concentração polínica.

Lave as fossas nasais com água do mar isotónica que além de estar indicada na limpeza nasal diária é uma ajuda natural em caso de congestão e prevenção de irritações nasais.

Uma alimentação equilibrada, que inclua a ingestão de frutas, legumes e verduras é fundamental para aumentar a imunidade.

Nos dias de maior calor coloque na mochila um protector solar adequado à idade e ao tipo de pele da criança, e renove a sua aplicação nas zonas expostas, um chapéu de abas e um cantil com água para manter a criança hidratada.

Outro pequeno grande gesto que irá prevenir o impacto das mudanças ambientais na nossa saúde é começar por reflectir hoje, agora, o que está ao seu alcance para combater estas mudanças ambientais nocivas para a nossa saúde…para a saúde do nosso planeta.

Qual é a pegada que quer deixar?

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

10
Mai19

Mamã dói a barriga

Revista Saúda

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A dor de barriga é uma queixa muito comum nos mais pequenos e por vezes não é fácil despistar a sua causa ou veracidade pois pode-se tratar apenas uma de uma chamada de atenção da parte da criança.

A idade é um factor importante, pois quanto mais nova for a criança maior é a probabilidade da dor de barriga ser “verdadeira”, assim como o tipo de dor abdominal, a sua localização, a duração e hora do dia, se a dor surge depois das refeições e se há a presença de outros sintomas tais como cólicas, febre, náuseas, vómitos, sintomas urinários ou alterações do trânsito intestinal.

Os pais devem tentar perceber se a criança anda mais ansiosa, ou se existe algum motivo de stress que esteja a causar a dor abdominal, porque há crianças que interiorizam muito os seus problemas e têm episódios de dor que nada tem a ver com a ingestão de alimentos, defecação ou exercício físico.

Fale com o pediatra pois poderá ser necessário fazer algum exame específico ou alterar a dieta da criança.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

26
Abr19

A salvo na Primavera

Revista Saúda

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Nesta época do ano além dos dias mais compridos e solarengos, chegam também as alergias causadas pelos grãos de pólen produzidos pelas plantas na fase de polinização. Porque são minúsculos e leves viajam à boleia do vento, e quando entram em contacto com o organismo da criança podem desencadear os sintomas da alergia, que variam consoante a sua idade e o tipo de alergénio:

  • Espirros, nariz entupido ou a pingar.
  • Olhos lacrimejantes com comichão.
  • Pele vermelha, irritada e com comichão.
  • Vómitos e diarreia.

Habitualmente a primeira manifestação alérgica na criança é o eczema atópico, que pode surgir durante o primeiro ano de vida, depois podem aparecer as alergias respiratórias, como a asma e a rinite, associadas também aos grãos de pólen das gramíneas e das ervas daninhas.

Como é impossível evitar a exposição ao pólen a solução passa por ter alguns cuidados para minimizar os sintomas:

  • Consulte os boletins de polinização (spaic.pt)
  • Evite actividades ao ar livre em áreas de elevada polinização, como o campismo, e passeios nos dias mais quentes, secos e ventosos.
  • Quando programar as férias em família escolha uma época e um local de forma a evitar o contacto com o pólen a que a criança é alérgica.
  • Se viajar de carro mantenha as janelas fechadas, assim como em casa.
  • Mude a roupa da criança ao chegar a casa, dê-lhe um banho e lave-lhe o cabelo antes de a deitar para que não fiquem resíduos quer na cama quer na almofada.
  • Encoraje os mais pequenos a usarem óculos escuros fora de casa.

A boa notícia é que algumas alergias tendem a melhorar com a idade e outras podem ser controladas com o tratamento adequado.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

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