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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

15
Fev19

Mimos de São Valentim dentro do prazo de validade

Revista Saúda

 

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A propósito do dia dos namorados, mime o seu mais que tudo, com um produto de dermo cosmética. Na sua farmácia, tem à sua disposição uma gama alargada de produtos, entre os quais cuidados hidratantes, de higiene, reparadores, antitranspirantes ou capilares.

Além de escolher o produto adequado ao tipo de pele ou cabelo, deve armazená-lo correctamente e respeitar o seu prazo de validade.

As coisas estragam-se: é um facto da vida. Por vezes a mudança é lenta, como quando falamos da decomposição de alguns plásticos que sabemos demorar centenas de anos… Por vezes é rápida, como quando deixamos a sopa fora do frigorífico e ao fim de dois dias está azeda.

Os processos que fazem com que os produtos se estraguem são muitos e variados, mas o importante a reter daqui é que lá porque são sintetizados em laboratório ou porque aparecem numa forma que se nos aparenta mais ou menos invulnerável, não implica que não se estejam a degradar.

Quando um produto é autorizado a ser comercializado tem de trazer consigo alguns “estudos de estabilidade”, ou seja, a informação do que acontece quando está exposto a determinadas condições de armazenamento durante determinado período de tempo. É com base nisso que se calcula o prazo de validade do produto, que é o tempo estipulado pelo fabricante na qual é garantida a utilização segura de um produto em boas condições:

  • Se o produto tem uma durabilidade mínima superior a 30 meses, deve indicar no rótulo o símbolo (boião aberto) que inclui o período de utilização em meses e/ou anos.
  • Se a durabilidade mínima é inferior a 30 meses tem que estar indicado no rótulo uma data limite de utilização.
  • Mas existem cosméticos sem prazo de validade indicado na embalagem, isto acontece no caso de produtos que não correm risco de deterioração ou de produtos que não se abrem (aerossóis)

 

É verdade que o produto muitas vezes está “bom” mesmo depois de passar o prazo de validade impresso, mas depende muito de vários factores,como as condições em que esteve armazenado.

Por isso produtos que estão fora do prazo  (impresso ou depois-de-aberto), ou que estiveram em condições de armazenamento menos-que-adequados devem ser entregues na farmácia.

Em caso de dúvida fale com o seu farmacêutico.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

18
Jan19

Lanches Saudáveis

Revista Saúda

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A obesidade infantil é uma doença que não é um problema das crianças mas sim dos pais, por isso as escolhas saudáveis devem ser ensinadas e postas em prática desde tenra idade.

Duas receitas de lanches homemade, testadas e aprovadas pelos miúdos cá de casa:

Panquecas de banana

  • 1 Chávena farinha de aveia
  • 1 Chávena flocos de aveia
  • 1/2 Chávena leite ou bebida vegetal
  • ½ Banana
  • 1 Ovo
  • 1 Noz de gordura vegetal

PANQUECAS DE BANANA.jpg

 

  1. Bata tudo no liquidificador até obter uma consistência macia,
  2. Unte a frigideira com a gordura vegetal e leve ao lume,
  3. Quando estiver quente, coloque umas colheres de massa no meio da frigideira,
  4.  Com a ajuda de uma espátula vá levantando uma pontinha da massa e quando estiver dourada vire-a com cuidado.

Como Toppings pode juntar fruta e iogurte natural sem adição de açúcar.

 

Papa de cereais

  • 1 Colher de sopa de flocos de aveia
  • 1 Colher de sopa de sêmola de milho
  • 1 Colher de sopa millet*
  • 120 ml de água

 

  1. Coloque num tacho todos os ingredientes e mexa devagar durante 20 minutos
  2. Bata tudo no liquidificador até obter uma consistência macia

 

*Demolhar durante 8h e depois lavar muito bem com água

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

04
Jan19

Ano novo, miúdos para a rua!

Revista Saúda

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Sair de casa, trocar os écrans por um passeio ao parque, ao jardim ou à biblioteca, é uma óptima resolução para por em marcha,agora, no início do ano.

Os mais pequenos vão divertir-se, gastar energias e dormir melhor.

A chegada do Inverno trouxe o frio, mas vamos lá descomplicar e sair para a rua, bem quentinhos, com várias camadas de roupa, para manter o calor e aproveitar o sol de Inverno.

Porque as defesas se criam em condições “adversas”, deve haver o contacto das crianças com o frio.

Antes de sair de casa aplique um creme nutritivo cold cream no rosto e mãos para proteger a pele das agressões externas.

Na mochila não pode faltar:

  • Stick nutri protector, com cold cream, para aplicar nas maçãs-do-rosto da criança e renovar a aplicação sempre que necessário;
  • Toalhetes;
  • Fraldas;
  • Biberão ou cantil com água;
  • Snack;
  • Gorro e cachecol;
  • Muda de roupa;

E se chuviscar, vista o impermeável, calce umas galochas aos garotos e deixe-os saltar nas poças de água, vale tudo menos ficar com as crianças fechadas o Inverno inteiro!

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

21
Dez18

Campanha caixinhas por tampinhas na farmácia

Revista Saúda

 

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No passado mês de Novembro, a farmácia Leal, em Oeiras, criou a campanha Caixinhas por Tampinhas, associando-se ao movimento nacional de recolha de tampas de plástico (tampinhas), por isso estamos neste momento a promover que sejam entregues aqui na farmácia.
Pretendemos partilhar o material recolhido com outras instituições que recolham as tampinhas para apoiar projectos de solidariedade social.
Neste sentido, convidámos a comunidade escolar da nossa área a aderir ao programa de uma forma diferente: eles entregam os resíduos de medicamentos e nós trocamos por tampinhas.
Começámos por desafiar os verdadeiros influencers das famílias portuguesas – fomos à escola conversar com as crianças, sobre o circuito da reciclagem dos resíduos de medicamentos e a dinâmica da acção.
Os medicamentos entregues à farmácia são canalizados para a Valormed, a qual é responsável pelo seu tratamento e destruição.
As tampinhas entregues à escola são canalizadas para as iniciativas solidárias que estiverem a decorrer no estabelecimento de ensino.
Esta acção visa promover a reciclagem e destina-se a apoiar projectos de solidariedade social em parceria com a comunidade local.

09
Nov18

Espirros e ranhocas

Revista Saúda

 

 

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É normal os bebés espirrarem com frequência, é um mecanismo natural para expulsar as secreções.

A limpeza do nariz deve ser feita com cuidado e superficialmente, utilizando a ponta de um lenço de papel limpo. 

Se a criança tem o nariz entupido e/ ou as secreções se tornam mais espessas, vai ter dificuldade em respirar, por isso é necessário facilitar a sua remoção:

- Incentive a criança a beber mais líquidos

- No banho promova a respiração do vapor de água durante aproximadamente dez minutos

- Utilize sem exageros um aspirador nasal que seja adequado à idade do bebé, para remover o muco. A aspiração das secreções não é uma manobra agradável para os mais pequenos, por isso é necessário fazê-lo com calma e serenidade escolhendo um local confortável e uma posição relaxante.

- Aplique soro fisiológico ou sprays de água do mar para ajudar na limpeza do nariz, evitando assim complicações posteriores como infecções do ouvido (otite), sinusite ou tosse. Ao libertar o bebé do excesso de muco está a ajudar a criança a respirar correctamente, garantindo um sono tranquilo. Melhora igualmente a  alimentação.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

31
Ago18

A febre é apenas um sintoma

Revista Saúda

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A temperatura do corpo humano é de cerca de 37ºC. Se a criança estiver muito agasalhada ou num ambiente quente é provável que a temperatura corporal suba: “está quentinha” e tem as bochechas vermelhas.

Considera-se febre se os valores medidos de temperatura:

Rectal for superior a 38,0°C
Oral for superior a 37,5 °C
Axilar for superior a 37,2 °C
Timpânica for superior a 38,0 °C

 

Para saber se a criança tem febre não basta pôr a mão na testa, importa saber o valor da temperatura utilizando um termómetro para medir, lendo o folheto informativo que o acompanha.

Como medir?

A temperatura rectal é o método mais rigoroso, deite a criança de costas e introduza a ponta flexível do termómetro (de gálio ou digital) em cerca de 3 cm do ânus, num trajecto paralelo às costas da criança. A leitura com o termómetro digital faz-se ao 1º toque e, com o termómetro de gálio aos 3 minutos.

 

 Vale a pena recorrer a um serviço de saúde?

 

Sim, vale sempre a pena ir ao médico, porque só ele pode despistar outras possíveis causas para os sintomas que a febre pode esconder. Deve ir ao médico quando:

 

  • O bebé tiver menos de dois meses de idade (de idade corrigida se nasceu prematuro)
  • Se tiver idade inferior a seis meses com temperaturas iguais ou superiores a 40°C
  • Se tiver temperaturas axilares superiores a 40,0°C ou rectais superiores a 41°C
  • Se tem uma doença crónica grave

 

  • Se tem febre há cinco ou mais dias, ou se a febre reaparecer após 2 a 3 dias de temperaturas normais
  • Se houver outros sintomas associados como: náuseas, sonolência, vómitos, diarreia, dificuldade em engolir ou falta de apetite, dor de ouvidos, rigidez no pescoço, apatia, dificuldades respiratórias, manchas ou borbulhas na pele, dores nas articulações, convulsão, urina turva e/ou com mau cheiro.

Tomar um antipirético (diminui a febre) recomendado pelo pediatra na dose prescrita, medida com rigor, cumprindo os horários e intervalos entre as tomas. A criança deve beber bastantes líquidos, usar roupa leve, repousar em ambiente com temperatura amena, aplicar pachos de água fria várias vezes ao dia.

Não medique sem consultar o seu médico ou farmacêutico. Se necessário contacte o Centro de Contacto SNS 24 (808 24 24 24)

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

17
Ago18

Porquê vacinar

Revista Saúda

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Uma vacina, ao ser administrada, dá origem a uma resposta do sistema imunitário (sistema de defesa do organismo) específica contra determinados microrganismos, criando uma protecção - a imunidade contra a doença.
A vacinação tem uma função preventiva, não causando doença, mas também não a curando. Evita o seu desenvolvimento ou atenuando os sintomas da doença caso esta, mesmo assim, venha a ocorrer.
Está comprovado cientificamente, que a vacinação permite salvar mais vidas e prevenir mais doenças do que a maior parte dos tratamentos médicos.
A implementação de programas de vacinação permitiu controlar, ao longo dos anos, inúmeras doenças, algumas desconhecidas para a maioria das pessoas, como a poliomielite, a tosse convulsa ou a difteria.
Além de trazer benefícios a nível individual, a vacinação de uma elevada percentagem da população dá origem à tão falada imunidade de grupo, responsável pelo controlo e, ou erradicação da doença numa dada região das doenças referidas.
A imunidade de grupo é uma protecção extra ao impedir que alguns micro-organismos circulem entre as pessoas (por estarem vacinadas). E evitando que algumas doenças se espalhem na comunidade, promovendo a erradicação.
Para além disso a imunidade de grupo permite proteger alguns grupos que não podem ser vacinados. É o caso das grávidas, crianças sem idade para administração de determinadas vacinas ou doentes com o sistema imunitário enfraquecido, devido a algumas doenças. Cada indivíduo não vacinado corre o risco de adoecer e aumenta o risco de transmissão da doença na comunidade. A vacinação é um acto de protecção, é um direito mas também um dever de todos.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

03
Ago18

Como tratar o escaldão

Revista Saúda

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 Como tratar o escaldão?


• Aplique um creme calmante e regenerador na zona da vermelhidão
• Se houver comichão pode tomar um anti-histamínico
• Em casos mais severos em que haja dor associada pode tomar um anti-inflamatório
• O banho diário deve ser feito com água morna e um creme de lavagem suave para acalmar a pele irritada
• Pode usar um spray de água termal, porque além das propriedades calmantes imediatas é de fácil aplicação
• Incentive a ingestão de líquidos, promovendo a hidratação dos mais pequenos


E lembre-se …
Apesar de não estar sol, cerca de oitenta por cento da radiação UV atravessa as nuvens e o nevoeiro, atingindo a pele desprotegida causando queimaduras e predisposição para o cancro da pele, por isso mesmo nos dias nublados deve reforçar a proteção na areia e junto ao mar, porque reflectem os UV aumentando a incidência dos raios sobre a pele.
É muito importante não expor diretamente ao sol os bebés e as crianças pequenas.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

22
Jun18

A primeira mala de viagem do bebé

Revista Saúda

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Aproximam-se as primeiras férias do bebé e há produtos que não podem faltar na mala:


- Repelente adequado à idade da criança e/ou uma rede mosquiteira, para proteger contra as picadas dos insectos;
- Protector solar mineral, óculos escuros e chapéu de aba larga;
-Água termal para hidratar, aliviar e proteger a pele frágil do bebé nos dias de maior calor;
- Creme hidratante rosto e corpo para aplicar depois da exposição solar;
- Creme de arnica para eventuais nódoas negras; 
- Desinfectante e pensos rápidos para as feridas;

Boas férias e lembre-se que o importante é descomplicar!

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

08
Jun18

A Protecção solar e o bebé

Revista Saúda

 

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 Com a chegada do Verão, as idas à praia passam a fazer parte da rotina.

Escolher o melhor protector solar muitas vezes não implica escolher o melhor produto de todos, mas o que melhor se adequa ao tipo de pele e à situação em questão.


Para a pele do bebé e crianças até aos 3 anos, está indicado um protector mineral porque como não é absorvido pela pele, o risco de provocar uma reacção é baixo. Vai formar uma barreira física na pele que reflecte os raios solares sem os absorver. O uso de protector é só uma parte da protecção solar, pelo que é muito importante seguir os seguintes cuidados:

• Evite a exposição solar nas horas de maior incidência de raios UV, entre as 11h e as16h30
• Ofereça líquidos aos pequeninos
• Ponha o protector de 2 em 2 horas e após o banho
• Use chapéu de aba larga, guarda-sol e óculos de sol
• Ponha protector solar antes de sair de casa
Após a praia, depois do banho aplique um cuidado hidratante pós-solar na pele, porque vai ter uma acção calmante e suavizante.

Luísa Lear, Farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

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