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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

21
Set18

Peixe de água cálida

Revista Saúda

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Neste momento o Rodrigo só gosta de água quente. A única forma de estar na água numa praia é fazer uma pocinha onde a água fica mais quente, ele senta-se, chapinha. Mas torna-se complicado quando sobe para a zona superior à barriga. Aí tem que estar a 30 graus e qualquer coisa. Nós costumamos brincar que como ele foi concebido na Indonésia está mais familiarizado com a água dessas latitudes. Ele gosta de água, mas só molhar os pezinhos e as mãos. Só isso.  

Diogo

14
Set18

Ensinar a entrar no mar

Revista Saúda

Quando era pequeno adorava saltar nas rochas, e andamos quilómetros no areal, agora não tanto, porque o Rodrigo é pequenino. É um programa que hei-de querer fazer com o meu filho, assim como tomar banho nas pocinhas, ver os peixinhos, levar um baldinho e até apanhar uns percebes. Também quero ensiná-lo a entrar no mar, que é um ritual importante aqui. Se calhar de aqui a uns tempos hei-de levá-lo a apanhar umas ondas que também é uma coisa que faço desde muito pequeno. Este mar não me mete medo. 

Diogo

 

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Já eu sou aquela pessoa que mesmo com a bandeira verde em Santa Cruz sou capaz de ser enrolada por uma onda. Pode ser que o Rodrigo evolua. Claro que nunca vamos à praia na hora de maior calor. Entre o meio-dia e as quatro da tarde ficamos em casa a descansar. A partir das quatro da tarde voltamos à praia.

Ana

 

13
Set18

O tom e o som

Revista Saúda

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Não serei um hipnotizador de bebés, mas o meu tom de voz grave e masculino faz a diferença na percepção dos miúdos. A Vera é muito mais liberal. Eu também os deixo brincar, mas quando chega a altura de os chamar à razão, têm de obedecer. Eles já sabem quando o pai diz: «não falo mais sobre o assunto» têm mesmo de cumprir. Resulta mais com a Margarida, porque o Rodrigo ainda não tem muito essa percepção. Terá talvez ao ponto de saber que quando lhe falo o tom de voz faz diferença. Sinto que apreende minimamente. Ele é muito agarrado à mãe, mas sabe que gosto muito dele, só que quando falo um bocadinho mais alto, já interpreta muito bem o som e o tom e tem de acatar.

 

Hugo 

11
Set18

As nossas dicas em Santa Cruz

Revista Saúda

 

 

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Quando estamos em Santa Cruz adoramos ir à praça. Compramos peixe fresquinho, legumes biológicos e comemos muito bem. A praça é muito boa e tem a vantagem de ter produtos mais baratos do que em Lisboa, por isso muitas vezes vamos abastecidos daqui. Para além da praia a nossa rotina em casa é engraçada. Às vezes jogamos um jogo de tabuleiro, ou vamos todos para as traseiras apanhar sol. Gostamos muito de estar na rede a conversar ou fazemos um churrasco. No fundo passamos bons momentos em família. A nossa casa fica muito próxima da praia, vamos a pé e voltamos à hora de almoço. Depende dos dias. Outras vezes vamos ao centro da vila dar um passeio. O programa varia consoante o dia. Se está vento norte ou nevoeiro ou um dia de mar com bandeira verde.

 

Ana e Diogo 

 

11
Set18

Obrigada, família

Revista Saúda

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Sou bastante sortuda porque tenho uma família sempre disponível a ajudar-nos com os miúdos. Os meus pais são incansáveis para qualquer situação. Sentem um amor louco por estes meninos e têm uma necessidade imensa em estar todos os dias com eles. Mesmo que venham por uma ou duas horas a mim sabe a muito! Permite-me relaxar um pouco e, por outro lado, o miminho dos avós faz muito bem aos meninos.
Também a Rita, irmã do Daniel [na foto], veio passar uns dias e dar uma mãozinha. Divertimo-nos muito todos juntos. Fomos à piscina e apanhámos uns belos banhos de sol, enquanto os miúdos dormiam.


Ana

10
Set18

A “qualidade” do choro

Revista Saúda

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Sou aquele tipo de mãe que analisa a gravidade do choro. Há o que sabemos que é mesmo de dor. Quando oiço esse, vou disparada. Os outros não. Se é um choro para chamar à atenção, ou se chora por alguma coisa que o incomoda, ou mesmo porque a Margarida está a ameaçá-lo, espero que a situação se resolva por si. Às vezes deixo-o a chorar um bocadinho, não exageradamente, depende muito das situações. Penso que vamos aprendendo a gerir cada caso conforme o tipo de choro.  

Vera 

 

08
Set18

Pai volta a trabalhar fora de casa

Revista Saúda

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Quando regressar ao trabalho tenho a certeza que vou sentir falta do Rodrigo. Isso é garantido. Mas também já sinto falta de ter um trabalho mais convencional (estive primeiro de licença alargada e posteriormente de licença de assistência ao filho). Mas acho que é importante frisar que ter estado com o Rodrigo ao longo destes meses, não foram propriamente férias. É natural que vá sentir a falta dele principalmente nos primeiros dias, mas será uma questão de hábito. 

 

Diogo

06
Set18

O explorador

Revista Saúda

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O Rodrigo é um explorador. Adora andar agarrado ao carro e todos os objectos que andem para empurrar. Está numa fase de descoberta. A Margarida tem sido uma ajuda fundamental porque fica deslumbrada com o irmão a dar os primeiros passos na vida. É o braço direito dele. É gratificante ver os nossos filhos a crescerem, mas ao mesmo tempo temos a sensação de ser depressa demais e não os aproveitar por completo. Depois de dar os primeiros passos a medo, o Rodrigo tenta ser independente. É sozinho que sobe para o carro e começa a andar com ele por iniciativa própria. Os carros da Margarida servem-lhe de apoio, há um que tem um apito, ele adora apitar para chamar à atenção. Trepa por ali acima e toca a andar. 

 

Vera        

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