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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

06
Mai18

O desejo de ser mãe

Revista Saúda

 

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Neste Dia da Mãe deixo uma mensagem especial a todas as mulheres que têm o sonho de ter uma família. Se têm vontade de ter filhos o meu conselho é de que não pensem demasiado no assunto. Sim, não pensem muito. (risos) Se querem ser mães tentem realizar esse sonho sem hesitações. Digo isto desta maneira pois acho que se uma pessoa começar a pensar em todos os pormenores que envolve a maternidade pode perder a vontade. É preciso viver a experiência de ser mãe para se perceber que o melhor que se pode ter na vida é um filho. A privação de sono custa muito, não há como negá-lo. Eu, por exemplo, quando passo uma noite terrível porque a Margarida só chora e grita fico com os cabelos em pé e até eu choro! Mas, de manhã, quando ela já está toda risonha e olha para mim volto, em segundos, a sentir-me uma mulher muito feliz.

Ana

21
Set17

Mal te vi, chorei...

Revista Saúda

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Fiquei muito comovida ao ver-te. Quando foi o nascimento da tua irmã Margarida não chorei. Lembro-me que estava muito contente por ela estar bem, mas não chorei. Desta vez, não sei o que me deu... Talvez tenha chorado ao ver-te pela primeira vez porque esta foi uma gravidez com vários percalços. Não sei… Sei que não consegui conter as lágrimas e dei por mim a chorar quando te puseram pele a pele comigo. Para nasceres houve um esforço grande, tive de fazer muita força, mas não deixei que a dor me dominasse. Sabia que se me concentrasse na dor ia ficar imediatamente descontrolada. Ignorei-a e foquei-me no acto em si: o teu nascimento. Fui uma mãe em apertos, mas muito consciente.

Vera

17
Jul17

A luta durou 23 horas

Revista Saúda

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Não foi um problema fazer força para o Rodrigo nascer mas admito que, não indo anteriormente muitas vezes ao ginásio, eu diria que o parto é um exercí­cio bem grande! Foi um momento de várias tentativas com muitos gritos à  mistura...Mas é algo instintivo, só tem de se perceber onde se tem de fazer força. Houve um momento em que a dor aumentou muito, eu fiz a dilatação bastante rápido. Aí, estava cheia de dores. Nesse momento tive a opção de tomar a epidural, mas não foi isso que acabaram por me dar. Deram-me o raqui [anestesia raquidiana], que é parecido e durava duas horas, não íamos precisar de mais. O momento das contracções foi difí­cil. O Diogo ainda ficou com umas nódoas negras nas mãos de tanto o apertar, mas não fui daquelas mulheres que disse: 'Tu larga-me!'. Acima de tudo, naquele momento, é um alívio ver que está tudo bem.Todas as emoções possíveis e imaginárias passam por nós. Ver o Rodrigo pela primeira vez foi espectacular!

 

Ana Sanches

06
Jul17

Rex, o cão de guarda

Revista Saúda

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Estou de baixa médica desde Abril. É incrível como um simples papel nos condiciona a vida. De um momento para o outro deixei de passar os dias na Universidade da Beira Interior e estamos em casa a tempo inteiro.  Eu e a minha gravidez. O resto do agregado continua nas suas rotinas. A Margarida está no colégio e o Hugo no Quartel dos Bombeiros do Fundão. Só o Rex, o labrador preto da família alterou as suas dinâmicas caninas. Começo a reparar que o nosso cão deixou de dar os seus passeios habituais pela aldeia e fica de guarda noite e dia. E quando saio um par de horas para a consulta pré-natal ou para a fisioterapia (por causa de uma hérnia na lombar) ele vem cumprimentar-me aos saltos como se eu estivesse a regressar de uma longa viagem.      

Vera

17
Jun17

Gravidez não é doença

Revista Saúda

 

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 Passam a vida a repetir-nos que gravidez não é doença. De facto, não é até ao dia em   que …fiz uma contractura muscular à saída do Centro de Saúde a pegar no carrinho do Daniel. A manhã e a tarde seguintes foram passadas no hospital. A semana em repouso porque estava com muitas dores nas costas. No fim-de-semana para dar uma certa animação à vida comecei a sentir demasiadas contracções de Braxton Hicks. Desta vez fiquei mesmo de repouso absoluto. Obedeci. Fui à consulta para ver se havia alguma alteração no colo do útero e fiz o CTG, exame que avalia os batimentos cardíacos do bebé. Como as contracções pararam fui liberada do repouso, mas não há que enganar estou no último trimestre e o estado de graça dificulta-me a vida.  Há uma série de coisas que já não consigo fazer como: calçar meias ou apertar os atacadores. Mas o que realmente me chateia, é não conseguir secar o cabelo com a cabeça virada para baixo. Mesmo sentada custa imenso. Aposto que só uma grávida quase no termo é que percebe as minhas reclamações.

 

Ana

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