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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

25
Out19

Papas, com ou sem açúcar?

Revista Saúda

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Papas, com ou sem açúcar?

Quando chega o momento de introduzir a alimentação sólida na dieta do bebé começa-se por substituir uma refeição de leite por uma sopa de legumes ou por uma papa.

Mas as opiniões dividem-se na altura de escolher a papa a dar ao pequeno.

Se por um lado há quem defenda que as papas feitas em casa são mais saudáveis porque não precisam de açúcar e sal adicionados (que melhoram o sabor, a textura e a validade), por outro lado, há quem defenda que por vezes ocorrem faltas de alguns nutrientes quando a alimentação caseira não é variada o suficiente para o desenvolvimento da criança (p.ex. em casos de subnutrição infantil).

Cada porção de papa de pacote, para uma refeição do bebé, possui o equivalente a um pacote de açúcar (dos café). Se pararmos para pensar na quantidade de açúcar que um bebé pode ingerir se comer uma papa destas por dia…

Hoje em dia os pais já têm à disposição uma grande variedade de papas industriais, elaboradas à base de grãos integrais, sem adição de açúcar ou com menos 40% de açúcares adicionados.

Nos passeios e viagens, ou na impossibilidade de preparar em casa, quando escolher uma papa de pacote deve ter em conta, sobretudo, a quantidade de açúcar e de sal.

A quantidade de açúcar deve ser inferior a 20 por cento do total de calorias. Por exemplo, em 100 g de produto, o valor de hidratos de carbono, dos quais açúcares deve ser inferior a 20 g.

Existem 2 tipos de papa: a papa não láctea, preparada com leite, e a papa láctea, preparada com água, pois já contém leite.

Se optar por papas caseiras há uma grande variedade de receitas nos livros e blogs dedicados à nutrição infantil.

É muito importante que as papas de início não tenham glúten (para prevenir possíveis reacções de intolerância). O glúten só deve ser introduzido a partir dos sete meses.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

15
Fev19

Mimos de São Valentim dentro do prazo de validade

Revista Saúda

 

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A propósito do dia dos namorados, mime o seu mais que tudo, com um produto de dermo cosmética. Na sua farmácia, tem à sua disposição uma gama alargada de produtos, entre os quais cuidados hidratantes, de higiene, reparadores, antitranspirantes ou capilares.

Além de escolher o produto adequado ao tipo de pele ou cabelo, deve armazená-lo correctamente e respeitar o seu prazo de validade.

As coisas estragam-se: é um facto da vida. Por vezes a mudança é lenta, como quando falamos da decomposição de alguns plásticos que sabemos demorar centenas de anos… Por vezes é rápida, como quando deixamos a sopa fora do frigorífico e ao fim de dois dias está azeda.

Os processos que fazem com que os produtos se estraguem são muitos e variados, mas o importante a reter daqui é que lá porque são sintetizados em laboratório ou porque aparecem numa forma que se nos aparenta mais ou menos invulnerável, não implica que não se estejam a degradar.

Quando um produto é autorizado a ser comercializado tem de trazer consigo alguns “estudos de estabilidade”, ou seja, a informação do que acontece quando está exposto a determinadas condições de armazenamento durante determinado período de tempo. É com base nisso que se calcula o prazo de validade do produto, que é o tempo estipulado pelo fabricante na qual é garantida a utilização segura de um produto em boas condições:

  • Se o produto tem uma durabilidade mínima superior a 30 meses, deve indicar no rótulo o símbolo (boião aberto) que inclui o período de utilização em meses e/ou anos.
  • Se a durabilidade mínima é inferior a 30 meses tem que estar indicado no rótulo uma data limite de utilização.
  • Mas existem cosméticos sem prazo de validade indicado na embalagem, isto acontece no caso de produtos que não correm risco de deterioração ou de produtos que não se abrem (aerossóis)

 

É verdade que o produto muitas vezes está “bom” mesmo depois de passar o prazo de validade impresso, mas depende muito de vários factores,como as condições em que esteve armazenado.

Por isso produtos que estão fora do prazo  (impresso ou depois-de-aberto), ou que estiveram em condições de armazenamento menos-que-adequados devem ser entregues na farmácia.

Em caso de dúvida fale com o seu farmacêutico.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

21
Dez18

Campanha caixinhas por tampinhas na farmácia

Revista Saúda

 

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No passado mês de Novembro, a farmácia Leal, em Oeiras, criou a campanha Caixinhas por Tampinhas, associando-se ao movimento nacional de recolha de tampas de plástico (tampinhas), por isso estamos neste momento a promover que sejam entregues aqui na farmácia.
Pretendemos partilhar o material recolhido com outras instituições que recolham as tampinhas para apoiar projectos de solidariedade social.
Neste sentido, convidámos a comunidade escolar da nossa área a aderir ao programa de uma forma diferente: eles entregam os resíduos de medicamentos e nós trocamos por tampinhas.
Começámos por desafiar os verdadeiros influencers das famílias portuguesas – fomos à escola conversar com as crianças, sobre o circuito da reciclagem dos resíduos de medicamentos e a dinâmica da acção.
Os medicamentos entregues à farmácia são canalizados para a Valormed, a qual é responsável pelo seu tratamento e destruição.
As tampinhas entregues à escola são canalizadas para as iniciativas solidárias que estiverem a decorrer no estabelecimento de ensino.
Esta acção visa promover a reciclagem e destina-se a apoiar projectos de solidariedade social em parceria com a comunidade local.

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