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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

10
Ago18

Cenas de irmãos

Revista Saúda

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De modo geral o Daniel ainda algum receio de tocar na irmã. Mas de vez em quando esquece-se. E quando damos por ela, vai dar-lhe um abracinho e beijinhos, mas depois puxa-lhe o cabelo. Ou seja, tem uns pequenos eclipses de carinho. 
No carro, por exemplo, ele gosta muito de cantar. E quando a irmã está a chorar, ele canta, canta. Ainda não percebi se é para não ouvir a irmã, se é para acalmá-la, de qualquer forma resulta. E até ela canta um bocadinho com ele. É muito giro de ver. Eu acho que ela está a crescer e ele começa a achar-lhe alguma piada. É engraçado ver essa interacção entre irmãos. A mim deixa-me expectante para o futuro. Não sei qual dos dois é que vai bater mais no outro, mas acho que vai ser muito engraçado ver a dinâmica entre eles.


Ana e Daniel

24
Jul18

A importância de confiar

Revista Saúda

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Por causa da paixão que temos pela música deixámos o nosso filho com a avó materna, durante três dias. É claro que tivemos muitas saudades dele - sendo que ainda estivemos juntos num almoço - mas, acima de tudo, sabíamos que estava muito bem entregue. Confiar nas pessoas a quem entregamos os nossos filhos, como por exemplo aos avôs, é muito importante. Faz bem a todos: a nós, ao bebé e à família.

Ana 

18
Jul18

Donos da cozinha

Revista Saúda

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Cá por casa os homens são os cozinheiros de serviço. Antes de haver crianças, já era eu quem dominava os tachos e, agora, tenho dois seguidores. O Miguel gosta muito de me ajudar a cozinhar, e o Dinis já fica muito curioso com o que estamos a fazer e junta-se para ver o que está a acontecer. Estou certo que um dia destes vai começar a pôr a mão na massa...
Luís

17
Jul18

Apontar ainda não é feio

Revista Saúda

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Nas últimas semanas, uma das aprendizagens que o nosso filho fez foi a de apontar. Ele tem uma forma muito peculiar de o fazer, parece quando os miúdos imitam uma arma, com dois dedos levantados.

Às vezes parece mesmo que ele percebe que está a apontar para algo quando faz o gesto. Mas, às vezes, também nos deixa na dúvida porque pedimos para ele dizer onde está o pai ou a mãe e ele nunca aponta para nós.

Temos estado a fazer um esforço por lhe ensinar alguns sinais gestuais ao mesmo tempo que referimos as palavras pois sabemos que para eles é muito mais fácil fazerem os gestos nesta fase e, assim, conseguimos todos comunicar melhor.

Diogo

 

 

11
Jul18

Rabiscos coloridos

Revista Saúda

De dia para dia, o Dinis está mais crescido e faz acções bem diferentes! É muito giro vê-lo a agarrar em canetas e lápis e a fazer rabiscos no papel, no chão, ou nas paredes… Estas são pequenas conquistas para ele e grandes momentos para nós. O nosso coração fica cheio.

 Por outro lado, assistir à cumplicidade dos dois irmãos faz-nos muito felizes. O Dinis está agora na fase da imitação: observa o que o irmão faz, e tenta fazer igual.

Penso que este contacto com uma criança mais velha faz com que se desenvolva com mais rapidez. Notamos isso porque, mesmo não querendo, comparamos os dois e apercebemo-nos que, nesta idade, o Miguel ainda não fazia certas coisas que o Dinis já faz.

Luís

09
Jul18

Hora feliz

Revista Saúda

 

Nestas últimas semanas o Rodrigo tem mostrado uma evolução enorme ao nível motor. Penso que o facto de o tempo estar a melhorar também ajuda, pois o uso de menos roupa permite que os bebés andem menos “presos”.

Há uns dias, o Rodrigo começou a gatinhar e já tenta colocar-se de pé sozinho. Sempre que pode segura-se a nós, também tenta dar uns passos, mas é muito trapalhão pois dá passos muito grandes.
Gatinhar é algo que já domina completamente, de tal forma que já tivemos que proteger algumas zonas da casa, pregar móveis à parede e fechar portas à noite, para garantir que não temos acidentes. Acredito que vamos vê-lo a começar a correr num piscar de olhos e aí já não teremos mãos a medir.


Diogo

08
Jul18

Diversão, aqui vamos nós!

Revista Saúda

Tanto eu como a Zara gostamos de visitar locais culturais, mas quando se tem filhos pequenos temos de fazer outro tipo de programas. Os parques infantis são uma opção à qual não há como fugir. A verdade é que nós também gostamos deste tipo de passeio, faz-nos sentir criança outra vez. Além de que, nestes locais, encontramos sempre pais com quem trocamos ideias sobre o desenvolvimento das crianças.


Luís

 

 

07
Jul18

Um ano de Rodrigo

Revista Saúda

 

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É difícil acreditar que já passou um ano, foi tudo tão intenso e passou tão rápido. Se fecharmos os olhos e pusermos aquela música [ I Dare You, The XX], ainda nos lembramos do exacto momento em que o Rodrigo decidiu nascer.

- Um ano de gratidão:

Somos muito gratos por termos um filho com saúde, e que, quando chega a algum lado, preenche qualquer espaço com o seu sorriso e simpatia, ganhando amigos pelo caminho.

- Um ano de realização:

Por sermos pais, por podermos acompanhar o crescimento dele e nos tornarmos pessoas mais completas. Sentimos satisfação por cada centímetro a mais, cada aprendizagem feita (dele e nossa), cada sorriso ou etapa ultrapassada.

- Um ano de desafios:

Porque um filho não é um mar de rosas. Há o cansaço, as discussões, as cedências, o planeamento e muito voltar atrás para ir buscar o que nos esquecemos de colocar na mochila.

- Um ano de amor:

Nosso e de todos os que nos rodeiam. Dos avós, dos tios, dos primos, dos amigos. Para connosco, mas sobretudo para com ele, que o absorve e aproveita como só uma criança sabe, transparente e feliz, muito feliz.

Passou depressa demais e foi muito melhor do que imaginávamos. Por isso este já ninguém nos tira, já está gravado no nosso e no teu coração, querido Rodrigo.

Ana e Diogo

 

04
Jul18

Quero, posso e mando

Revista Saúda

 

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O Dinis tem uma personalidade forte tal como o irmão, ou não tivessem eles nome de Reis. Saem ao avô materno (avô Zé) e a avó paterna (avó Bia). No dia-a-dia, o Dinis gosta de impor os seus desejos e vontades, nomeadamente quando bebe água e prefere beber do próprio copo do que pelo biberon. Durante as refeições quer ser ele a pegar na colher e a comandar todo o momento da refeição.

Certo é que todas estas acções lhe dão autonomia e prazer de afirmação individual.

Zara

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