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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

18
Out18

Tem dias

Revista Saúda

 O Rodrigo gosta de conviver com bebés do tamanho dele, mas depende muito dos dias. Houve alturas no parque em que uma coisa qualquer que lhe despertou a atenção e ficou sozinho a fazer aquilo e não interage. Logo a seguir pode ir ter com outro miúdo e tira-lhe ou dá-lhe não sei o quê. Eu diria que varia, mas que a interacção só faz é bem. Mas na maioria das vezes o Rodrigo já interage. Fazemos até questão de promover esta interacção com outras crianças por ele não frequentar a creche. Há dias em que se nota que prefere estar com adultos. E há dias em que se nota que quer estar mais com bebés.

 

Ana e Diogo 

16
Out18

Uma questão de química

Revista Saúda

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Existe uma química entre pai e filho. Penso que os nossos filhos são o reflexo daquilo que somos. Nós temos a felicidade da Vera ser mais liberal e de eu ser mais rígido. Esta conjugação de factores resulta numa fórmula que produz a meu ver crianças saudáveis e que sabem até onde podem ir. Evidentemente que todas as crianças têm birras, mas as nossas sabem que no ponto alto dessa mesma birra está lá o pai com cara de stop. Penso que existe um padrão entre o ponto máximo e ponto mínimo. E eles andam por ali a flutuar. Acho que este estabelecimento de limites daqui a uns anos irá reflectir-se na personalidade da Margarida e do Rodrigo.

Hugo

 

12
Out18

Magia entre irmãos

Revista Saúda

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Cá em casa há uma ligação mágica entre irmãos. A Rita (filha do Hugo) como irmã mais velha ajuda imenso nas rotinas principalmente se estamos sozinhas com os garotos. Ela é uma miúda muito responsável. Se vê que o Rodrigo chora brinca com ele, se repara que a Margarida precisa de atenção começa a distraí-la com um jogo qualquer. Entre o trio há uma grande cumplicidade. A Margarida sempre que a irmã cá está segue-a para todo o lado. Deita-se ao lado dela no sofá e não a deixa nem um bocadinho. Quando estão só os dois a Margarida e o Rodrigo já se entretêm um com o outro. Ele corre atrás dela, ela corre atrás dele tipo jogo do gato e do rato. O Rodrigo tem uma grande paixão pelas suas irmãs mais velhas.

Vera

08
Out18

As nossas inspirações

Revista Saúda

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Para decidir os próximos passos do Rodrigo inspiramo-nos muito na experiência dos outros. Bebemos da partilha de outros pais. Alguns deles têm projectos muito interessantes, blogues, instagram e afins. Há muita inspiração que vem de lá. Sejam formas de brincar mais sensoriais, seja esta esta ideia do banco Montessori. São tudo coisas que aprendemos com outros pais que por sua vez aprenderam com outros também. E muito através das nossas leituras. Há autores que gostamos muito como o pediatra espanhol Carlos Gonzalez. Temos todos os livros dele. A nossa pediatra Graça Gonçalves também é maravilhosa, mas ainda não tem nenhum livro. Fica lançado o repto.

Ana e Diogo

 

05
Out18

O banco Montessori

Revista Saúda

Pedimos ao Avô Luís para ele fazer um banco para o Rodrigo. O termo técnico é uma torre de aprendizagem ou banco Montessoriano. Ficou tão fixe que estamos a pensar aceitar encomendas. Com este tipo de estrutura eles podem entrar e sentar, mas ficam protegidos. Assim podemos estar juntos na cozinha e o Rodrigo pode ajudar-nos a preparar o jantar. Como gostamos muito de cozinhar, queremos que o Rodrigo participe também na preparação das refeições.  

 

 

 

04
Out18

Retalho da vida de filho de bombeiro

Revista Saúda

 

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A festa de anos do Rodrigo estava prevista para 25 de Agosto, mas como o Hugo teve de se ausentar para ir apagar um fogo tivemos que desmarcar tudo à última hora com a compreensão de todos os convidados.

A festa realizou-se na semana a seguinte, mas com o risco de não ter o padrinho presente que, enquanto comandante passou a noite num fogo na Covilhã. Chegou mais tarde, mas ainda a tempo de almoçar com o afilhado.

Vamos rezar para que nos próximos anos nos deixem festejar o aniversário do nosso filho sem grandes adversidades, porque com uma família de bombeiros à qual se junta padrinho e vários amigos também do pelotão a festa ficará sempre comprometida perante uma catástrofe. Uma coisa é certa, neste dia a mãe estará de sentinela, mas para estar com o Rodrigo.

 Vera 

02
Out18

A Disciplina positiva

Revista Saúda

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Nós defendemos a Disciplina Positiva, mas ainda nunca a testámos. Nem sabemos como vamos lidar com situações de mais stresse, em que estamos irritados ou com falta de paciência. Da mesma forma que não vale a pena gritar ou bater, porque não vai adiantar nada, outra coisa que achamos que não vale a pena é estar sempre a elogiar por todas as pequenas coisas que o Rodrigo faz. Também pecamos por lhe dar estímulos muito positivos, que não se traduzem em nada. Ele consegue fazer uma coisa e ainda bem que conseguiu atingir isso, mas não é preciso dizer: «Wow fantástico, pegou na colher.» Senão também vai ficar muito habituado ao elogio. «Ai que menino lindo, comeu a sopa.» Não. Todos nós comemos a sopa e não é por isso que somos mais lindos. Acho que é importante tanto para um lado como para o outro, medirmos os estímulos e os elogios que lhes damos. Para que quando for realmente um elogio ele perceber e valorizá-lo verdadeiramente.

Ana

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