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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

27
Abr19

“Olha eu a fazer coisas que não posso”

Revista Saúda

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Já conseguimos perceber o temperamento do Rodrigo. Sabe o que faz bem e mal, distinguir o que os pais acham estar bem ou mal e brincar com isso. Tem um ar de gozão. Também já nos coloca à prova muitas vezes. Faz muitas coisas que sabe que não pode mas faz na mesma, só para ver a reacção dos pais.

 

Hugo

16
Abr19

Era uma vez...

Revista Saúda

 

Com a Primavera, vamos tentar desfraldar o Rodrigo. O ‘pitó’, o nome que damos ao bacio no Fundão, está na casa de banho e ele já diz que é para o cocó. Ele senta-se e acha piada. Já começa a fingir que está a fazer força mas, até agora, nunca fez nem chichi nem cocó. A Margarida anda toda entusiasmada com a situação e gosta de ir buscar livros e contar histórias ao irmão, enquanto ele está no ‘pitó’, na esperança de que algo aconteça. Vamos ver como corre.

26
Fev19

Cada criança, um ritmo diferente

Revista Saúda

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A Margarida desde muito cedo comunicou muito bem. Dizia tudo direitinho, com a idade do Rodrigo dizia imensas coisas e sabia os sons dos animais quase todos. O Rodrigo é mais preguiçoso. Adora fazer castelos com os legos, colocar as peças geométricas nos sítios certos, mas também agarra em livros e folheia-os como se estivesse a contar uma história, identifica alguns animais e imita os sons. De facto, nunca se pode comparar duas crianças que cada uma tem o seu ritmo.

 

Vera

02
Jan19

“Estou, pai?”

Revista Saúda

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O Hugo nem sempre está presente. Em Dezembro, esteve na Brigada de Montanha, por isso, não enfeitou a casa nem montou a árvore de Natal connosco. E só veio passar a consoada com a família, depois teve de voltar. Faz parte da rotina… Esta é uma época bastante concorrida na Serra da Estrela. Felizmente, o ano novo já foi passado em família. Nem sempre é fácil gerir a logística sozinha com duas crianças só com dois anos e oito meses e de diferença, mas conto com a ajuda dos meus pais. Nota-se que o Rodrigo também sente muito a falta do pai. Basta ver qualquer coisa quadrada, põe logo na orelha como se fosse um telefone e diz: “Pai, estou, pai?”

Vera

12
Mai18

O maior desafio

Revista Saúda

Quando vivíamos os dois sozinhos cada um de nós fazia o que lhe dava na real gana. Podíamos acordar mais tarde ou mais cedo. E também jantar fora e ficar até muito tarde e fazer uma vida em que não nos responsabilizávamos por ninguém A partir do momento em que tivemos o Rodrigo, todas as rotinas mudaram. Além disso temos que garantir em primeiro lugar as necessidades dele, para de seguida podermos fazer as nossas coisas.

Diogo

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Quase tudo aquilo que fazemos exige planeamento. As refeições, as saídas, os passos seguintes: a escola e a natação exigem planeamento que normalmente deverá ser feito com antecedência. Acho, no entanto, que os grandes desafios estão para vir. Quando nos ligarem da escola a dizer que ele partiu a cabeça, ou quando ele ficar muito doente, ou mesmo um berreiro no meio de um centro comercial ou de um restaurante.

Ana

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