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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

21
Jun19

Lanches saudáveis para a praia

Revista Saúda

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O Verão está aí e os dias de calor que fazem saltar os fatos de banho da gaveta e as toalhas de praia dos armários. Para a dar inicio às tão esperadas brincadeiras na praia, arruma-se a pá e o balde no saco da praia ao lado panamá e do protector solar. O chapéu-de-sol já saiu da arrecadação e já está à espera de uma boleia debaixo do braço para a praia. Agora é só planear os snacks para levar dentro da bolsa térmica, porque a bola de Berlim fica para os dias de festa.

Sugestões de lanches saudáveis e práticos para toda a família:

  • Fruta:

Escolha peças de fruta de preferência para “comer à dentada, são mais práticas, no entanto é aconselhável lavar muito bem todos os frutos antes de os consumir, mesmo aqueles que vão ser posteriormente descascados, deve retirar a casca, se não tiver segurança em relação aos pesticidas que foram usados durante o cultivo, uma vez que grande parte dos químicos usados acumula-se na casca.

 

  • Pão de banana

Faz as delícias dos miúdos depois de uma banhoca no mar!

Leva apenas:

  • 2 Bananas maduras
  • 2 Ovos
  • 1 Chávena flocos finos de aveia
  • 1 Chávena de farinha espelta
  • 1 Colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 1/2 Chávena de óleo vegetal (à temperatura ambiente)
  1. Triture as bananas no robot de cozinha
  2. Adicione os restantes ingredientes
  3. Bata tudo até ficar uma massa homogénea
  4. Forre a forma rectangular com papel vegetal e deite a massa
  5. Leve ao forno, pré-aquecido a 180 graus, até ficar cozido, durante 25 minutos aproximadamente
  6. Fatiar a gosto

BLOG A FARMACÊUTICA ÁGUA AROMATIZADA.jpg

 

  • Água

A água aromatizada homemade pode ser uma alternativa e uma boa fonte de hidratação:

Leva apenas:

  • 1 Litro de água
  • 2 Paus de canela
  • 2 ou 3 folhas de hortelã
  1. Encha um jarro de litro com água
  2. Junte as folhas de menta e os paus de canela
  3. Tape e guarde no frigorífico num jarro ou num cantil individual para cada um.

 

  • PS- Entre as 11h e as 16h evite a exposição solar e tenha muita atenção porque mesmo à sombra e usando chapéu e protector solar corre o risco de sofrer queimaduras!

 

 

 

 

 

 

 

07
Jun19

Protector solar, só na praia?

Revista Saúda

 

Luisaleal.jpeg

 

A aplicação do protector solar não deve ser feita apenas quando vamos para a praia ou piscina e sobretudo nas estações quentes, mas também no resto do ano durante as actividades quotidianas. Não é preciso sequer que esteja sol, porque 80 por cento dos raios UV atravessam as nuvens e o nevoeiro, atingindo a pele desprotegida com igual gravidade, causando danos como as queimaduras solares (os escaldões), o envelhecimento precoce da pele e o cancro cutâneo.

O protector solar é um aliado da pele e devemos utilizá-lo sempre que nos expomos à radiação solar.

A escolha do protector deve ser feita acordo com a idade, as crianças necessitam sempre de um FPS mais elevado, preferencialmente um 50+  e é fundamental estar de acordo com o tipo de pele.

Para andar sempre à mão na mala ou na mochila e por ser mais prático de transportar, escolha um protector em formato pocket, renovando com frequência a sua aplicação nas zonas mais expostas à luz solar como a face, orelhas, mãos e braços.

A aplicação do protector deve ser feita ainda em casa se possível trinta minutos antes de sair para a rua.

E lembre-se que deve evitar de todo expor os bebés e as crianças pequenas à radiação solar entre as 12 e as 16 horas.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

24
Mai19

As estações do ano estão trocadas?

Revista Saúda

 

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Estamos na Primavera, considerada por muitos a melhor estação do ano, por chegar depois do Inverno, quando já só desejamos os dias compridos e solarengos.

Mas devido às alterações climáticas, uma das ameaças ambientais deste século, temos assistido a uma mistura de várias estações do ano, semana sim semana não, e até por vezes num só dia todas se misturam.

Quem não pondera levar o guarda-chuva antes de sair de casa?

Porque apesar de o sol brilhar lá fora, existe sempre uma probabilidade de cair uma forte chuvada durante a tarde acompanhada de uma descida da temperatura em mais de 5 °C. Mas não é para durar porque segundo a previsão meteorológica do telejornal das nove para o fim-de-semana seguinte o Verão regressa.

A saúde pode ser afectada quer pelas vagas de frio quer pelas ondas de calor e também pela variação da concentração e distribuição dos pólenes e outros alérgenos que circulam à boleia do vento.

Há pequenos gestos que protegem e previnem o aparecimento de alergias, tosses, gripes e pequenas constipações, consequência do impacto destas mudanças ambientais na saúde.

Vista roupa leve à criança de preferência em camadas porque permite removê-las facilmente, adaptando-se rapidamente à temperatura interior e exterior.

Evite os passeios nos dias mais quentes, secos e com ventos fortes, e de todo nas horas de maior concentração polínica.

Lave as fossas nasais com água do mar isotónica que além de estar indicada na limpeza nasal diária é uma ajuda natural em caso de congestão e prevenção de irritações nasais.

Uma alimentação equilibrada, que inclua a ingestão de frutas, legumes e verduras é fundamental para aumentar a imunidade.

Nos dias de maior calor coloque na mochila um protector solar adequado à idade e ao tipo de pele da criança, e renove a sua aplicação nas zonas expostas, um chapéu de abas e um cantil com água para manter a criança hidratada.

Outro pequeno grande gesto que irá prevenir o impacto das mudanças ambientais na nossa saúde é começar por reflectir hoje, agora, o que está ao seu alcance para combater estas mudanças ambientais nocivas para a nossa saúde…para a saúde do nosso planeta.

Qual é a pegada que quer deixar?

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

10
Mai19

Mamã dói a barriga

Revista Saúda

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A dor de barriga é uma queixa muito comum nos mais pequenos e por vezes não é fácil despistar a sua causa ou veracidade pois pode-se tratar apenas uma de uma chamada de atenção da parte da criança.

A idade é um factor importante, pois quanto mais nova for a criança maior é a probabilidade da dor de barriga ser “verdadeira”, assim como o tipo de dor abdominal, a sua localização, a duração e hora do dia, se a dor surge depois das refeições e se há a presença de outros sintomas tais como cólicas, febre, náuseas, vómitos, sintomas urinários ou alterações do trânsito intestinal.

Os pais devem tentar perceber se a criança anda mais ansiosa, ou se existe algum motivo de stress que esteja a causar a dor abdominal, porque há crianças que interiorizam muito os seus problemas e têm episódios de dor que nada tem a ver com a ingestão de alimentos, defecação ou exercício físico.

Fale com o pediatra pois poderá ser necessário fazer algum exame específico ou alterar a dieta da criança.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

26
Abr19

A salvo na Primavera

Revista Saúda

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Nesta época do ano além dos dias mais compridos e solarengos, chegam também as alergias causadas pelos grãos de pólen produzidos pelas plantas na fase de polinização. Porque são minúsculos e leves viajam à boleia do vento, e quando entram em contacto com o organismo da criança podem desencadear os sintomas da alergia, que variam consoante a sua idade e o tipo de alergénio:

  • Espirros, nariz entupido ou a pingar.
  • Olhos lacrimejantes com comichão.
  • Pele vermelha, irritada e com comichão.
  • Vómitos e diarreia.

Habitualmente a primeira manifestação alérgica na criança é o eczema atópico, que pode surgir durante o primeiro ano de vida, depois podem aparecer as alergias respiratórias, como a asma e a rinite, associadas também aos grãos de pólen das gramíneas e das ervas daninhas.

Como é impossível evitar a exposição ao pólen a solução passa por ter alguns cuidados para minimizar os sintomas:

  • Consulte os boletins de polinização (spaic.pt)
  • Evite actividades ao ar livre em áreas de elevada polinização, como o campismo, e passeios nos dias mais quentes, secos e ventosos.
  • Quando programar as férias em família escolha uma época e um local de forma a evitar o contacto com o pólen a que a criança é alérgica.
  • Se viajar de carro mantenha as janelas fechadas, assim como em casa.
  • Mude a roupa da criança ao chegar a casa, dê-lhe um banho e lave-lhe o cabelo antes de a deitar para que não fiquem resíduos quer na cama quer na almofada.
  • Encoraje os mais pequenos a usarem óculos escuros fora de casa.

A boa notícia é que algumas alergias tendem a melhorar com a idade e outras podem ser controladas com o tratamento adequado.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

12
Abr19

RINITE ALÉRGICA…Atchimmmm!

Revista Saúda

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É uma doença inflamatória da mucosa nasal, que se manifesta através de espirros, nariz entupido, comichão no nariz, olhos, garganta, ouvidos e céu-da-boca. Os olhos lacrimejantes e o pingo no nariz também fazem parte dos sintomas da doença.

A inflamação é provocada pelo contacto com agentes alergénios como por exemplo, os ácaros do pó presentes nos peluches da criança e os pelos do amigo de quatro patas. Os bolores, as poeiras e os pólenes (cujas concentrações no ar aumentam na primavera) também podem desencadear sintomas de rinite.

Há gestos que ajudam a controlar esta inflamação:

  • Uma boa higiene das fossas nasais, limpando-as regularmente com soro fisiológico ou água do mar,
  • Descongestionante, adequado à idade da criança, destinado ao tratamento sintomático da congestão nasal e protecção da mucosa.

Mas o melhor é mesmo prevenir a rinite, evitando a exposição à substância que causa a alergia:

  • Ventile e areje bem a casa, sobretudo o quarto
  • Evite tapetes, alcatifas, peluches, livros e tudo o que acumule pó
  • Aspire bem o chão e o colchão
  • Lave semanalmente os lençóis a temperaturas elevadas (+60°C)
  • Evite actividades ao ar livre quando as concentrações de pólenes forem mais elevadas
  • Encoraje a criança a usar óculos de sol ao ar livre,
  • Consulte os boletins polínicos quando planear passeios ao jardim ou ao parque.

Se não tratar a rinite de forma adequada, pode estar a abrir uma porta a outras doenças, como a sinusite ou a asma.

E agora chame o seu filhote porque está na hora de arrumar a bonecada lá de casa, apesar de fofos, os peluches são uma das maiores fontes de alergénicos e por isso deve evitá-los.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

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