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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

02
Jul19

Para susto chegou...

Revista Saúda

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Como habitual, saí do trabalho para ir buscar os pequenos. Inconscientemente, pela primeira vez desde que o Rodrigo está no infantário, fui buscar a Margarida e só depois fui para a sala do Rodrigo. O sexto sentido começou a trabalhar à distância, pois ouvi ao longe um choro que identifiquei automaticamente. Ao chegar perto dele e da auxiliar, tentei perceber o que se tinha passado. O Rodrigo tinha caído e ficou com o braço esquerdo preso e a auxiliar para o retirar puxou-lhe o braço. Entre o choro desesperado dele e a minha calma "momentânea" tentei que ele fizesse o gesto de “dar cinco” e nada! Consegui retirar a camisola para analisar e percebi que algo estava mal. Saí apressada com os dois para ir à urgência. Foi uma lesão do cotovelo que ocorre normalmente quando se puxa pelos braços e é muito comum nas crianças, por ainda terem os ossos e os ligamentos "tenrinhos". Não puxem pelos bracinhos!

 

Vera

 

20
Mar18

A pior das coisas

Revista Saúda

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O Rodrigo é um bebé muito bem-disposto, mas há uma coisa que ele não gosta nada que lhe façamos: aspirar e limpar o nariz. Habitualmente uso, de manhã e à noite, água do mar como prevenção e para evitar qualquer tipo de congestionamento. Ultimamente tem andado constipado e, por isso, tenho-lhe aspirado o nariz. Ele não gosta mesmo nada desse momento, é a pior coisa que lhe podemos fazer. Chora e esperneia para todo o lado.


Vera

19
Fev18

Baloiçar-te, o nosso melhor remédio

Revista Saúda

 

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A nossa Margarida não gosta nada de estar parada, não vai mesmo à bola com isso. Se fizermos algum balanço ou um movimento, aí sim ela fica satisfeita… Se tivermos sempre a baloiçá-la ela fica sossegadinha e é como se nada se passasse. Para “sobrevivermos” a esta característica dela arranjámos alguns truques. O primeiro – e o principal– é não desligarmos o carro, sempre que é possível evitamo-lo. E no que toca a paragens, essas, também temos de as fazer de forma muito rápida. Quando chegamos a casa e estacionamos o carro temos apenas dois ou três minutos até a Margarida dar de si e começar novamente a… chorar. Temos de fazer tudo muito rápido. Ela não gosta mesmo nada de andar de carro. Com o nosso filho Daniel era tudo mais tranquilo porque ele comia, dormia e gostava de andar de carro.

Ana e Daniel

24
Out17

Chorar por tudo e por nada

Revista Saúda

 

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 Ando uma verdadeira chorona. À mínima coisa comovo-me. Até a falar. Comovo-me ao ler uma mensagem de telemóvel da minha mãe ou do meu irmão, emociono-me com uma visita inesperada de alguém…Comovo-me com o facto da minha vizinha me fazer uma surpresa e aparecer para conhecer o Rodrigo. Enfim, comovo-me com as pequenas coisas... é próprio do pós-parto. Tudo isto é um motivo de alegria. Sim, por vezes, o choro também é de alegria. Acho que é esse o caso.

Vera

28
Ago17

Ai de quem o dispa!

Revista Saúda

Se há algo que faz o nosso menino chorar é tirar-lhe a roupa ou mudar-lhe a fralda. Não gosta nada, abre as goelas e ninguém o pára. Os primeiros banhos também foram assim: muito choro e muito esbracejar. Só depois de estar limpinho é que relaxou e aproveitou o momento "zen". Quando nada mais resulta canto-lhe a nossa música ao ouvido e ele acalma por um bocado. No banho também costumamos colocar música a tocar e, no fim, dançamos um bocado com ele, ainda enroladinho na toalha. Esperemos que em breve despir já não lhe faça tanta confusão para também não nos fazer a nós vê-lo… chorar.

Ana 

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