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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

01
Set18

Adeus ovo!

Revista Saúda

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Substituímos o ovo do Rodrigo por uma cadeira. Ele já estava muito crescido e nunca esteve muito confortável nele... Optámos por uma cadeira que permite que vá em três posições diferentes em termos de inclinação, do mais sentado ao mais deitado. Estivemos a ler sobre o assunto e percebemos que a forma mais segura dos bebés e crianças viajarem é virados de costas para a marcha pois em caso de acidente o impacto é muito menor. Por essa razão comprámos uma cadeira que permite essa opção e é nela que o Rodrigo ficará até ter 1,05m (a altura máxima da cadeira). Também escolhemos uma cor clara pois durante o Verão fica menos quente e torna-se mais fresca.

Ele sente-se bastante confortável nela e já tem dormido umas belas sonecas, como se pode ver pela fotografia.


Diogo 

28
Ago18

Passeio musical

Revista Saúda

 

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Decidimos experimentar uma nova actividade com o Rodrigo. Agora que ele está mais crescido fomos até ao Oceanário de Lisboa para ver um concerto para bebés. O concerto foi muito giro e interactivo e o Rodrigo adorou poder tocar alguns instrumentos musicais que estavam ao dispor das crianças. Quando o concerto acabou fizemos o resto da visita. Ele adorou ver os pinguins e os peixes que foi encontrando nas grandes “janelas” que dão para o aquário central. Não conseguimos contar a quantidade de vezes que disse «ahhh!» admirado com tudo o que via.

Para o Diogo também foi um excelente programa pois ele adora ver espécies diferentes.

Quando saímos de lá prometemos que haveríamos de voltar. E vamos reservar já porque os concertos são tão concorridos que são vários meses de espera até chegar a nossa vez. Mas vale bem a pena!

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Ana 

28
Ago18

Cheirinho de mãe

Revista Saúda

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Quando chega a noite e me deito, o Rodrigo adormece comigo na cama mas se me volto para o outro lado da cama, ele também se volta no mesmo sentido. Acredito que é por causa do meu cheiro, ele sente que a mãe está ali. Por este motivo gostava de tentar mudá-lo para o próprio quarto para ver se ele se adaptava e não ficava tão dependente do cheiro e do contacto da mãe. Até já cheguei a experimentar pôr uma camisola minha, quando ele está na cama, mas não resultou.

Quando foi com a Margarida este processo foi tão diferente, aos cinco meses ela já estava a dormir no próprio quarto. Acordava só uma vez durante a noite, e eu, claro, levantava-me, dava-lhe de mamar e voltava a deitá-la. Ela voltava a dormir, mas o Rodrigo é muito, muito diferente.

Vera

21
Ago18

Passeios no parque

Revista Saúda

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Pelo que temos vindo a perceber em Portugal não é muito comum existirem grupos onde os pais se juntam para de vez em quando passearem com os filhos. Talvez isso aconteça também porque as licenças de parentalidade são mais reduzidas que noutros países (como é o caso do norte da Europa).

De qualquer forma tivemos a sorte de conseguirmos encontrar algumas mães com disponibilidade e, de vez em quando, reunimo-nos num parque, ao ar livre. Esta convivência é muito saudável para os nossos bebés que interagem entre eles e muito útil também para nós como pais, pois permite que partilhemos as nossas dúvidas com outras pessoas que estão a viver a mesma situação que nós.

Ana

14
Ago18

Rodrigo, o baterista

Revista Saúda

O nosso bebé gosta muito de música e reage muito bem a esse estímulo. Ultimamente temos-lhe dado um conjunto de instrumentos que ele gosta muito de tocar como o metalofone, a maraca ou a pandeireta. Mas o preferido dele é a bateria.

Basta dar-lhe umas baquetas para a mão e é vê-lo feliz. Ainda por cima a minha irmã resolveu oferecer-lhe uma bateria no aniversário e é vê-lo todo contente a utilizá-la. Mas, claro, está reservada para a casa de praia em Santa Cruz onde o barulho incomoda menos os vizinhos. Em nossa casa eu diria que qualquer coisa serve para replicar a bateria, como podem ver pelo vídeo que partilhamos. É o nosso pequeno baterista!


Ana

12
Ago18

Ele assobia!

Revista Saúda

Este feito é inédito. Acho que nunca conhecemos nenhum bebé que assobiasse, mas o nosso filho assobia! Tudo começou com a careta que começou a fazer e com a qual ganhou a a alcunha de ‘Biquinho’. Depois disso ele começou a entender que se puxasse o ar para dentro, a boca fazia barulho e daí até ao assobio foi um instante. Agora, quando lhe pedimos para o fazer, ele assobia todo contente. E, claro, espanta meio mundo pois ninguém está à espera que ele assobie realmente. Há quem diga que ele até já assobia melhor que alguns adultos. Eu acho que é a veia musical (afinal ele quis nascer durante um concerto) a mostrar-se cedo. Acham que sim?


Diogo

07
Ago18

Novos Sabores

Revista Saúda

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Fomos a uma festa de anos de uma amiguinha do Miguel e por lapso não levei lanche para o Dinis, nem sequer o iogurte da tarde. Festa que é festa tem doces e salgados e resolvi oferecer-lhe novos alimentos. Ele provou mousse de chocolate. De início estranhou, mas depois acabou por comer. Dei-lhe também pudim, mas ele não ligou muito ao sabor. O Miguel e eu oferecemos-lhe vários salgadinhos e ele comeu-os para meu espanto, porque em casa evita tudo o que seja sólido. Foi engraçado observar a forma deliciada como o fazia, roendo com apetite. De vez em quando umas asneiras não fazem mal a ninguém.


Zara 

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