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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

23
Fev19

As traquinices do Rodrigo

Revista Saúda

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O Rodrigo é maroto. Já tem sentido de humor e diverte-se com caretas e imitações. Começa a saber distinguir o que faz bem e mal. Há três expressões que marcam os 17 meses. Se o estamos a repreender, olha para nós e começa a piscar os olhos. Por vezes, faz cara de mau. Noutras, imita o choro e diz "ai o bebé!". Tenho plena consciência de que já tem noção de causa e efeito, porque mete coisas na boca e vai para a minha frente tirá-las. Também sabe que não gosto que coloque as mãos na comida. Então, sem tirar os olhos de mim, vai com a mão ao prato, e faz aquela cara de maroto que não sei se ria ou repreenda... É uma fase muito engraçada e de muita aprendizagem.

Vera

20
Fev19

O pai e a mãe ajudam-te

Revista Saúda

 

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É habitual sermos requisitados pela escola dos meninos para fazer algumas actividades. Acontece que a nossa vocação para trabalhos manuais é reduzida, diria que temos mesmo muita falta de jeito (risos)! Habitualmente é o pai quem se dedica a fazer essas tarefas com a supervisão do Miguel enquanto a mãe fica a vigiar o Dinis para que ele não destrua tudo o que está a ser feito. Temos um kit de materiais recicláveis e artigos de “corte e costura” pronto a ser usado, para o que der e vier.
Luís e Zara

19
Fev19

Amor em família

Revista Saúda

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O Dia dos Namorados este ano foi muito completo. Como o Hugo estava de folga, fiz-lhe uma surpresa e tirei um dia de férias. Passámos o dia juntos e vivemos momentos muito felizes. Fomos buscar os pequenos cedo à escola e ainda houve tempo para brincadeiras no parque da cidade. O dia acabou com um jantar de família no nosso restaurante preferido.

 

Vera

16
Fev19

A tenda mágica

Revista Saúda

rodrigo_tenda.jpeg

 

Quando a Margarida era mais pequena comprámos uma tenda, onde contávamos as histórias e brincávamos as duas. Chamávamos-lhe o “Mundo da Magia”. Como era grande, ficou numa divisão onde a Margarida brinca com as bonecas, mas cujo acesso tem estado interdito ao Rodrigo, porque fica no piso de cima da nossa casa. No fim-de-semana lembrei-me de fazer uma brincadeira. Trouxe a tenda para o rés-do-chão e criámos uma nova história com o Rodrigo. Chamámos-lhe o Rei Rodrigo e a Princesa Margarida. Foi muito giro! O Rodrigo gostou particularmente de pôr os brinquedos dele dentro da “tenda castelo” e de os explorar.

 

Vera

13
Fev19

As heranças do pai

Revista Saúda

rodrigo_soneca.jpeg

 

Contam as minhas tias e os meus pais que, quando eu era pequeno, adormecia em qualquer lado. Chamavam pelo Hugo e lá estava ele a dormir a sestinha. Uma vez, devia ter a idade do Rodrigo, estava à mesa a jantar e simplesmente adormeci. O Rodrigo herdou de mim esse hábito. Sempre que se quebra a rotina do infantário ao almoço, adormece à mesa. Por vezes já come a pestanejar. Ao fim-de-semana o almoço não pode passar das 12h30, porque o resultado é uma sesta à mesa. Ainda hoje, sempre que posso, gosto de dormir a sesta depois do almoço.

 

Hugo

 

12
Fev19

Celebrar o amor

Revista Saúda

 

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Quando se é pai, as datas comemorativas têm um significado ‘antes’ e depois’ do nascimento dos filhos. O Dia dos Namorados não é excepção. Antigamente costumávamos assinalar a data com um programa diferente. Em 2011, por exemplo, fizemos um jantar romântico à luz das velas com corações por todo o lado. No ano seguinte fomos jantar ao Teatro de Portimão com direito a espectáculo e música ambiente. Já em 2013 viajámos até Paris, França, e fomos à Euro Disney.
No entanto, desde que temos os miúdos, a disponibilidade não é tanta… mas não deixamos de dar um “miminho” amoroso um ao outro nesse dia.
Para nós, é mais importante a data de início da nossa relação (13 Novembro de 2010). Até porque todos os dias são dias bons para celebrar o Amor.

Luís e Zara

07
Fev19

Novo emprego, novos desafios

Revista Saúda

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A mudança de emprego trouxe-nos novos desafios enquanto pais. A mim fez-me ter de planear ainda melhor o final do dia. Tudo para garantir que consigo estar em casa quando é preciso. Coordenamo-nos de forma a que um de nós possa estar presente para dar-lhe o banho ou o jantar.
No novo emprego o Diogo ficou a trabalhar no centro da cidade e, por isso, demora mais tempo por causa do trânsito.
Se fizermos o paralelismo com outras sociedades em que os trabalhadores saem do emprego às 16h30 ou às 17h00 e têm mais tempo livre para as crianças, é caso para dizer que em Portugal, toda esta gestão é um desafio.
Tanto eu como o Diogo saíamos pelas 19h00 o que significa que quando chegamos a casa temos duas horas e meia em que o nosso filho está acordado… Se pensar em tudo isto a frio dá-me alguma pena.
Felizmente estamos a trabalhar em empresas que privilegiam a flexibilidade e, por isso, quando precisamos de sair mais cedo ou passar um dia em casa não existe qualquer problema.
Ana

05
Fev19

Festa

Revista Saúda

Quando estamos de serão em casa, uma das guloseimas que gostamos de fazer são pipocas. Os miúdos adoram participar, e vê-las a saltar por todo o lado! Antes costumávamos fazer as pipocas numa panela, mas agora fazemos numa máquina que os avós nos deram.
É sempre uma grande animação, sempre que o fazemos. Preferimos dar pipocas aos miúdos pois é mais saudável.
Luís e Zara

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