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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

09
Dez18

O Rodrigo é um grandalhão

Revista Saúda

O Rodrigo está um grandalhão, com quase 77 centímetros. É muito dinâmico, muito bem-disposto, fala bastante e é muito autónomo, quer fazer tudo sozinho. A pediatra diz que ele está muito desenvolvido, quer fisicamente, quer a nível de motricidade, da precisão, abre e fecha canetas, põe tampas, enfia pauzinhos dentro das caixas, as peças geométricas também.

Vera

01
Dez18

Ao teu ritmo

Revista Saúda

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Quando se tem filhos, muitas vezes, o decorrer do dia não acontece como se quer, mas como se pode. É preciso gerir as nossas frustrações e também as do nosso filho. Dou-vos um exemplo: no outro dia tivemos um jantar de família - o meu sobrinho do meio fazia anos -, mas quando estávamos a chegar ao restaurante o Rodrigo estava com sono. O Diogo teve, então, de ir dar umas voltas de carro para ver se ele adormecia pois, se não o fizesse, sabíamos que ele não iria estar capaz de estar no jantar.
Estes compassos de espera acontecem quando temos coisas combinadas [risos].
Ana e Diogo

28
Ago18

Passeio musical

Revista Saúda

 

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Decidimos experimentar uma nova actividade com o Rodrigo. Agora que ele está mais crescido fomos até ao Oceanário de Lisboa para ver um concerto para bebés. O concerto foi muito giro e interactivo e o Rodrigo adorou poder tocar alguns instrumentos musicais que estavam ao dispor das crianças. Quando o concerto acabou fizemos o resto da visita. Ele adorou ver os pinguins e os peixes que foi encontrando nas grandes “janelas” que dão para o aquário central. Não conseguimos contar a quantidade de vezes que disse «ahhh!» admirado com tudo o que via.

Para o Diogo também foi um excelente programa pois ele adora ver espécies diferentes.

Quando saímos de lá prometemos que haveríamos de voltar. E vamos reservar já porque os concertos são tão concorridos que são vários meses de espera até chegar a nossa vez. Mas vale bem a pena!

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Ana 

21
Ago18

Passeios no parque

Revista Saúda

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Pelo que temos vindo a perceber em Portugal não é muito comum existirem grupos onde os pais se juntam para de vez em quando passearem com os filhos. Talvez isso aconteça também porque as licenças de parentalidade são mais reduzidas que noutros países (como é o caso do norte da Europa).

De qualquer forma tivemos a sorte de conseguirmos encontrar algumas mães com disponibilidade e, de vez em quando, reunimo-nos num parque, ao ar livre. Esta convivência é muito saudável para os nossos bebés que interagem entre eles e muito útil também para nós como pais, pois permite que partilhemos as nossas dúvidas com outras pessoas que estão a viver a mesma situação que nós.

Ana

04
Ago18

Ali não se mexe

Revista Saúda

 

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Quando tivemos o primeiro filho fizemos um grande investimento em termos de segurança. Mas sinceramente não resultou. O Miguel facilmente percebeu como se desencaixavam os dispositivos de segurança das gavetas e das portas. Com o Dinis no que toca a segurança acabámos por não fazer quase nada. Ele abre gavetas, entala-se, chora e depois volta a abrir e a repetir o processo.  Estamos seguros que um dia vai aprender a lição. Está a adquirir as defesas e a segurança por tentativa/erro. O maior cuidado que temos é com as portas, porque o Dinis gosta muito de ir até à varanda. Vai a gatinhar para a varanda e esta é perigosa por todos os motivos. Nesse caso especifico temos mais cuidado. Assim como estamos sempre a verificar se a porta da rua está trancada. O que fazemos é usar ‘segurança verbal’ e explicar-lhes que há coisas que não se mexem. Ele já percebe. Já fica a olhar muito sério e sabe que é o armário dos detergentes.

Luís

01
Ago18

Testes aos nossos... limites

Revista Saúda

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Sabemos que, agora, a partir do primeiro aniversário vão chegar muito mais "provas" da parte do nosso filhote. Ele vai começar a testar os limites dele e os nossos e isso é perfeitamente normal e não deve ser visto como uma afronta. Neste momento é giro ver que ele já compreende quando está a fazer algo que não pode. Dizemos «Não não» e ele repete dizendo «Nã nã». Um exemplo disso é quando está à mesa e começa a colocar a mão de fora com comida, com intenção de a deitar para o chão. Olha para nós muito compenetrado, e diz: "Nã nã". Depois acaba por comer a comida ou deita fora, quando já não quer mais.

Ana

 

 

23
Jul18

Que emoção, meu filho!

Revista Saúda

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É sempre uma grande emoção ouvir um filho a começar a falar. O Rodrigo desenvolveu muito essa capacidade, já verbaliza algumas coisas como «Olá», «Mamã», «Papa», «Papá», «Tchau». Admito que estava longe de mim pensar que, nesta altura, ele iria falar já tão bem. Houve até um dia em que, por brincadeira, o desafiei a chamar-me e, de repente, ouvi-o dizer «Mamã!». Foi um momento muito engraçado…Outra evolução engraçada, que lhe identificamos, é que ele adora explorar. Está numa fase de observação e gosta muito de tocar nas coisas. Para ele é uma alegria constante.

Vera

22
Jun18

A primeira mala de viagem do bebé

Revista Saúda

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Aproximam-se as primeiras férias do bebé e há produtos que não podem faltar na mala:


- Repelente adequado à idade da criança e/ou uma rede mosquiteira, para proteger contra as picadas dos insectos;
- Protector solar mineral, óculos escuros e chapéu de aba larga;
-Água termal para hidratar, aliviar e proteger a pele frágil do bebé nos dias de maior calor;
- Creme hidratante rosto e corpo para aplicar depois da exposição solar;
- Creme de arnica para eventuais nódoas negras; 
- Desinfectante e pensos rápidos para as feridas;

Boas férias e lembre-se que o importante é descomplicar!

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

16
Jun18

Tentativas de mãe

Revista Saúda

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 Tenho recorrido a novas estratégias para ver se a Margarida começa a ter outras rotinas de sono, mas não tem sido nada fácil… Uma das coisas que fiz, há umas semanas, foi seguir uma teoria que defende que o bebé é colocado no berço, mas, caso chore, os pais só podem ficar perto, sem o levantar.

Tentei, e, de facto, só tenho uma coisa a dizer: os três primeiros dias foram terríveis, mas a Margarida acabou por adormecer! 

No entanto, tudo aquilo pareceu-me muito violento - talvez até mais para mim do que para ela – e, por isso, ao fim do terceiro dia, desisti.
Quando estou a deitar-me, a Margarida chora imenso e põe-se aos berros… e eu, aí, confesso-vos, choro e não é pouco. Enfim, para já, não há muito a fazer. Sei que não vou dormir tão cedo, e isso é muito frustrante. Custa muito.


Ana

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