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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

12
Out19

Sobre encontros

Revista Saúda

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O Dido e a Maria vivem a 300km de distância, mas quando conseguimos juntamos os dois, ou cá ou lá.

Porque temos formas parecidas de ver a parentalidade e gostávamos muito de os ver construir uma amizade.

Porque rimo-nos sempre ao ver que a vergonha do reencontro se transforma rapidamente em cumplicidade.

Porque a Maria come TUDO e o Dido é menino para acompanhar essa pedalada.

Porque falam que é uma maravilha e são os dois meios desajeitados na parte motora.

Porque os nossos filhos aprenderam a lidar com pais que gostam MUITO de fotografia.

Porque é mais o que nos une do que aquilo que nos separa. E porque, simplesmente, gostamos de estar juntos️!

Ana

 

 

17
Set19

“Hello” e “bye, bye”

Revista Saúda

 

A Margarida gosta muito de falar inglês. Sem ninguém ensinar, o Rodrigo começou a dizer “hello” e “bye, bye”. Recordo-me de a Margarida ter ido à consulta dos dois anos e de se despedir da pediatra em inglês. Ela já tinha fechado o computador e abriu para registar, achou piada. Fico muito feliz por eles desenvolverem esta apetência, já que o meu "calcanhar de Aquiles " sempre foi o inglês. Nesta fase, o Rodrigo está a aprimorar muitas características, inclusive a personalidade. A forma de falar, movimentar, interagir, o temperamento, o relacionamento com as outras crianças e com a família.

10
Set19

Férias e surpresas

Revista Saúda

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Fomos passar uma semana de férias a Sesimbra. Passámos momentos muito divertidos em família. Os pequenos adoraram a surpresa que lhes fizemos: ver os golfinhos no Rio Sado de barco. O Rodrigo adormeceu durante a viagem, mas a Margarida estava muito entusiasmada e fazia uns barulhos semelhantes aos dos golfinhos. Quando se aproximavam do barco, só ria e dizia: «Estou tão feliz. Obrigada, mãe e pai!» Para a ver assim tão alegre, valeu a pena. O Rodrigo ainda acordou a tempo de ver os golfinhos. Ficou muito sério a olhar até começar a chamá-los e a dizer: «Mãe, “oto”». Foram umas férias espectaculares.

 

Vera

08
Ago19

O poder da água termal para os dias de calor

Revista Saúda

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Sempre fui fã da água termal. Desde a primeira gravidez é um produto que não falta em casa. Ajuda a refrescar a pele nos dias de calor, mas para também hidrata, acalma e equilibra o pH da pele. O Rodrigo adora fazer "puf" na cara dele, mas como não tem noção do lado para o qual está o vaporizador, molha tudo. Depois acha piada e molha a mãe, o pai e as irmãs.

 

Vera

05
Ago19

De bebé a criança

Revista Saúda

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O Rodrigo é uma fonte de energia. Desde os 18 meses, tem tido um pico de crescimento, quer físico quer na linguagem e no desenvolvimento motor. É um gosto vê-lo crescer de forma saudável. Quando olho para ele, vejo que já não é um bebé. Mais parece um papagaio a repetir tudo o que eu digo. Fala bastante, acha piada e ri-se que nem um "tolo". Também adora brincar aos jogos de faz de conta, tanto sozinho como com a irmã.

 

Hugo

06
Jul19

De volta aos piquetes nocturnos

Revista Saúda

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Agora que o Rodrigo dorme toda a noite, consegui regressar aos piquetes nocturnos. Já fiz dois e o Rodrigo tem-se portado muito bem. Quando o vou deixar aos meus pais fica sempre desconfiado e só quer colinho. Fica encostadinho à mãe, mas depois vai ver os popós e rapidamente se esquece. Depois, pelas 22h, vou dar-lhe a maminha e deixo-o a dormir. Tem funcionado bem. Para mim, tem sido cansativo mas sair da rotina e fazer o que se gosta tem sido também motivador. Além disso, acumular as funções de chefe de piquete tem sido inspirador. Posso desenvolver algumas dinâmicas e estimular a equipa. Tenho muito a aprender mas quero seguir o caminho certo.

 

Vera

 

02
Jul19

Para susto chegou...

Revista Saúda

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Como habitual, saí do trabalho para ir buscar os pequenos. Inconscientemente, pela primeira vez desde que o Rodrigo está no infantário, fui buscar a Margarida e só depois fui para a sala do Rodrigo. O sexto sentido começou a trabalhar à distância, pois ouvi ao longe um choro que identifiquei automaticamente. Ao chegar perto dele e da auxiliar, tentei perceber o que se tinha passado. O Rodrigo tinha caído e ficou com o braço esquerdo preso e a auxiliar para o retirar puxou-lhe o braço. Entre o choro desesperado dele e a minha calma "momentânea" tentei que ele fizesse o gesto de “dar cinco” e nada! Consegui retirar a camisola para analisar e percebi que algo estava mal. Saí apressada com os dois para ir à urgência. Foi uma lesão do cotovelo que ocorre normalmente quando se puxa pelos braços e é muito comum nas crianças, por ainda terem os ossos e os ligamentos "tenrinhos". Não puxem pelos bracinhos!

 

Vera

 

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