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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

09
Dez18

Filho relações públicas

Revista Saúda

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O Rodrigo é um menino muito sociável. Desde muito cedo começou a interagir e a falar com quem o rodeia. Vamos na rua e ele diz «Olá!» a toda a gente. Parece estar sempre em campanha eleitoral [risos]. Se entramos num restaurante cumprimenta todas as pessoas. É uma espécie de relações públicas sendo que, às vezes, até chega a pedir colo abrindo os braços. Quiçá, é um político em ascensão! [gargalhadas]
Costumo dizer que ele comporta-se desta maneira porque está a tentar ser adoptado por outra família, mas não vai resultar. [risos]
Ana e Diogo

07
Dez18

O nosso pestinha

Revista Saúda

 

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Nestes últimos meses temos verificado que o Dinis tem uma personalidade um pouco mais traquinas e rebelde. Procuramos não comparar os filhos, mas acabamos por fazê-lo sem o querer e, no que toca à rebeldia, o Dinis é muito mais agitado do que o irmão.
Ele faz muitas asneiras e não cede às repreensões. Tem o hábito de abrir as gavetas, despejar as caixas dos brinquedos pela casa toda e no fim, com um ar maroto, chama-nos para irmos ver a asneira que fez.
Às vezes é divertido, outras vezes torna-se cansativo. E, por vezes, o Miguel também fica chateado pois ajuda a arrumar as coisas que o irmão espalha. Pouco depois o Dinis volta a desarrumar tudo. Enfim, faz parte da idade.
Luís

04
Dez18

Meu querido pijama

Revista Saúda

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Mais uma vez, celebrou-se o dia nacional do Pijama. No ano passado, o Dinis não pode participar na festa que a escola organizou pois estava doente. Desta vez, lá foi ele com o irmão, iam os dois vestidos a rigor. O Dinis estava muito contente. Não só não largava a almofada como também quis levar o cavalinho azul para a escola. Quando os fui buscar à escola, o Dinis trazia um peixinho muito colorido, em almofada. O Miguel trazia consigo um Caçador de Sonhos e, disse-me: «Mãe, vou pedir ao Pai Natal, o Livro da Missão Pijama 2018».

Zara

01
Dez18

Ao teu ritmo

Revista Saúda

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Quando se tem filhos, muitas vezes, o decorrer do dia não acontece como se quer, mas como se pode. É preciso gerir as nossas frustrações e também as do nosso filho. Dou-vos um exemplo: no outro dia tivemos um jantar de família - o meu sobrinho do meio fazia anos -, mas quando estávamos a chegar ao restaurante o Rodrigo estava com sono. O Diogo teve, então, de ir dar umas voltas de carro para ver se ele adormecia pois, se não o fizesse, sabíamos que ele não iria estar capaz de estar no jantar.
Estes compassos de espera acontecem quando temos coisas combinadas [risos].
Ana e Diogo

26
Nov18

Carta aos meus netos

Revista Saúda

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Hoje transcrevo uma carta que a minha mãe escreveu aos netos. São linhas de puro afecto.
Luís

É muito gratificante sermos avós. Gostamos de contar-lhes como foi a nossa infância. Através de histórias e cantando canções. Lembrando como eram as nossas brincadeiras, com coisas muito simples. Contamos coisas que a eles lhes parecem completamente impossíveis.
Temos três netos que são a nossa alegria, para mim todos têm um grande significado. Sinto, no entanto, que tenho uma ligação especial com o Dinis. Porque no dia do seu nascimento (12 de Abril 2017) estava no I.P.O. a fazer um tratamento e as coisas complicaram-se bastante. Tenho fé que foi o meu pequeno Dinis – na companhia dos médicos e enfermeiros – que veio em meu auxílio.
Desejamos ter tempo e saúde para contarmos aos nossos netos, como crescemos felizes e gostávamos de lhes transmitir a simplicidade e a humildade que nos é característica, para que possam crescer felizes também.

Beijinhos,
Da avó Bia e do avô Chico

15
Nov18

A mãe cuida

Revista Saúda

 

Dinis_BebeSauda_B9A2089.jpg

Nunca é fácil ver os nossos filhos doentes. O Miguel teve febre de fenos (rinite alérgica) e acabou por ter de ficar duas semanas em casa pois tinha febres altas. Já no último dia em que o Miguel ficou em casa, o Dinis desenvolveu uma pequena infecção respiratória.
Com eles debilitados, os dias não foram fáceis. Para além de preparar as refeições foi necessário dar-lhes a comida à boca pois não se sentiam capazes de comer sozinhos. Também lhes fiz banhos tépidos para a febre baixar.
Não foi fácil pois exigiu muita ginástica e jogo de cintura… Ainda tive de encontrar energia e tempo para estudar os últimos módulos do curso que estou a tirar. Mas para uma mãe não há missões impossíveis, pois não?

Zara

01
Nov18

De pernas para o ar

Revista Saúda

 

 

IMG_20181001_071934 Dinis e a casa de pernas para

Uma casa com duas crianças pequenas pode ser sinónimo de pouca arrumação. Nas últimas semanas tivemos uma ajuda extra do Dinis que só quer abrir as gavetas e tirar tudo para fora. O primeiro sinal é o silêncio prolongado. Quando isso sucede, eu e a Zara já sabemos que alguma diabrura nova está a acontecer. A confirmação dá-se quando o Dinis chega ao pé de nós e diz: «Já tá!». 

Luís 

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