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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

14
Jan19

O momento certo

Revista Saúda

 

 

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Uma aprendizagem recente que fizemos foi aprender a reconhecer aquilo que são identificados como os períodos sensíveis, ou seja, fases em que a criança está focada em determinada acção. No caso do Rodrigo identificámos que, há umas semanas atrás, ele se concentrava, em especial, em conseguir subir e descer escadas. Isso traduzia a capacidade de treinar algo que vai fazer parte da vida dele. Tentamos potenciar ao máximo estes períodos. Não o paramos nem dizemos coisas como: - «Rodrigo, já subiste as escadas 10 vezes. Agora não o faça mais!». Se ele tem essa vontade e necessidade, deixamos que a treine – não quer dizer que fique uma tarde inteira a subir ou a descer escadas.

Ana e Diogo

10
Jan19

Evoluir todos os dias

Revista Saúda

 

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Como somos adeptos do método Montessori decidimos fazer adaptações na sala. Os móveis estão mais acessíveis, com prateleiras abertas para o Rodrigo aceder mais facilmente aos brinquedos. E depois, claro está, arrumá-los. Uma outra alteração foi não voltar a ter muitos brinquedos juntos. As prateleiras têm duas ou três coisas no máximo para que o Rodrigo consiga fazer escolhas. De duas em duas semanas, ou de três em três, alternamos os brinquedos. Arranjámos também uma mesa para ele pintar, explorar e brincar. E acaba por usá-la também para lanchar.

Ana

07
Jan19

Mamã no comando

Revista Saúda

 

 

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Cá em casa, a Ana é a planeadora de serviço. O Rodrigo está em casa com uma ama, mas nós é que planeamos as refeições. O jantar é quase sempre o mesmo, comemos todos a mesma comida, não há grandes variações. As actividades para o Rodrigo fazer quando está com a ama acabamos por defini-las em função do que vamos lendo e vendo.
Diogo

03
Jan19

À descoberta das palavras

Revista Saúda

 

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O Rodrigo está numa fase de descoberta de palavras. O meu pai chama-se Luís, e ele chama-o de avô «Lú». À minha mãe, Fernanda, diz: «Nana». Também já aprendeu a dizer a letra ‘r’ porque o cão do vizinho chama-se Zorro. Chama-o por «Orro».
Tanto eu como a Ana notamos o contentamento dele quando aprende um som novo. É muito engraçado ver a evolução em duas ou três semanas, um verdadeiro tagarela. Acreditamos, por isso, que ele está a caminho de dizer o próprio nome que não é nada fácil [risos].

Diogo

31
Dez18

Feliz 2019!

Revista Saúda

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O Novo Ano está a poucas horas de chegar. Desejamos a todos que seja um ano de boas escolhas, e alegrias. Nesta recta final desejamos que seja um ano melhor do que 2018.

No nosso caso específico, o próximo ano será um ano importante porque chegará ao fim a fase do Rodrigo estar em casa pois entrará numa creche. Por outro lado, está na altura de aproveitarmos melhor o nosso planeta sem o destruir mais do que já o fazemos, temos todos de ser mais conscientes.

Temos todos muita sorte em viver neste país e, por isso, devemos dar graças às coisas que temos tais como poder viver em segurança, com bom tempo, e ainda educar as nossas crianças nas melhores condições. 

Ana e Diogo

25
Dez18

Magia de Natal

Revista Saúda

 

Este ano, o Natal vai ser regado com mais amor. Pela primeira vez, o Rodrigo viverá com mais consciência a quadra natalícia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

21
Dez18

Cair e...levantar

Revista Saúda

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O Rodrigo está sempre debaixo do nosso olho. No entanto, tanto eu como a Ana defendemos que se cair, caiu. Há umas semanas ele tinha um galo gigante na testa porque estava a explorar, tropeçou e caiu. Não andamos sempre atrás dele para amparar. Se cair, caiu. Fica a saber que o chão é rijo. Claro que não deixamos objectos perigosos acessíveis, até porque está numa idade em que se for capaz de abrir o tampo da sanita tenta ver o que pode atirar lá para dentro.
Ana e Diogo

15
Dez18

A estranha ordem das coisas

Revista Saúda

 

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Uma coisa que nos habituámos a fazer é explicar ao Rodrigo tudo o que se está a passar. Descrevemos as situações e as tarefas com palavras correntes para que ele compreenda como as coisas funcionam. Se está a brincar, no final dizemos-lhe: «Rodrigo, arruma as peças dentro da caixa». Ajudamo-lo a identificar o que é a caixa e o que são as peças de jogo para ele saber arrumar as coisas. Há dias em que este processo corre de uma forma excelente, mas há outros que não corre tão bem. Acima de tudo, com o passar do tempo temos notado que o Rodrigo identificar cada vez melhor objectos e tarefas.
Diogo

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