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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

15
Out19

Perigo Iminente

Revista Saúda

 

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Tentamos o mais possível não berrar com o Rodrigo, a única altura em que isso pode já ter acontecido é por vermos perigo iminente. Por exemplo, no momento em que estamos a atravessar a estrada. Ou se tivermos alguma coisa ao lume, ou o forno ligado. Acho que ele também percebeu que qualquer uma destas coisas eram importantes. Como não usamos o “NÃO” tantas vezes ele também valoriza mais quando o chamamos à atenção. Pode inclusivamente ficar meio assustado a tentar perceber o que se está a passar connosco. Fica com toda certeza a processar o acontecimento e há mais probabilidades que não volte a repetir.   

Ana e Diogo 

12
Out19

Sobre encontros

Revista Saúda

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O Dido e a Maria vivem a 300km de distância, mas quando conseguimos juntamos os dois, ou cá ou lá.

Porque temos formas parecidas de ver a parentalidade e gostávamos muito de os ver construir uma amizade.

Porque rimo-nos sempre ao ver que a vergonha do reencontro se transforma rapidamente em cumplicidade.

Porque a Maria come TUDO e o Dido é menino para acompanhar essa pedalada.

Porque falam que é uma maravilha e são os dois meios desajeitados na parte motora.

Porque os nossos filhos aprenderam a lidar com pais que gostam MUITO de fotografia.

Porque é mais o que nos une do que aquilo que nos separa. E porque, simplesmente, gostamos de estar juntos️!

Ana

 

 

08
Out19

O primeiro mergulho voluntário

Revista Saúda

 

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Este Verão o Rodrigo deu o seu primeiro mergulho voluntário! Na casa onde ficámos de férias tínhamos uma piscina e ele desde logo adorou ir para lá. Quando percebeu que podia mergulhar para os nossos braços não quis outra coisa. E foi giro ver como confia em nós e se "atira" para o nosso colo com tanta segurança. Vamos continuar a promover essa sensação!

Diogo

 

05
Out19

Os livros também ajudam!

Revista Saúda

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Para preparar os primeiros dias de escola lemos ao Rodrigo o livro "O Monstro Vai à Escola". Para quem já conhece o Monstro das Cores estas imagens não serão novidade - o monstro e as suas cores (que representam emoções) vai experimentar a escola pela primeira vez.

A história passa pela preparação para esse momento e várias experiências dentro da escola ao longo de um dia que tipicamente representam as actividades que encontramos numa creche/infantário.

Usámos este livro para explicar ao Dido o que era a escola e para criar entusiasmo pelo momento da saída. Fomos lendo alguma vezes e na semana anterior à escola lemos todos os dias e fizemos o paralelismo com a ida dele. Foi um bom cúmplice.

Ana 

01
Out19

O primeiro dia de escola

Revista Saúda

E o dia chegou! O Rodrigo estava bastante animado e cheio de energia, eu a sofrer de angústia por dentro e a tentar mostrar-me calma por fora.

Decidimos que seria o pai a levá-lo e a fazer a adaptação. O Diogo é tranquilo e descontraído e transmitiu-lhe essa energia nos dias seguintes.

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Na primeira semana ficou apenas umas horinhas, na semana seguinte começámos os momentos mais desafiantes de o deixar com segurança e de ver que estava bem entregue.

O segredo é haver muito colinho envolvido (nosso e da escola) e estamos cá para o confortar o mais possível neste momento. De coração apertadinho, é um facto, mas cheios de coragem e vontade de que corra tudo pelo melhor.

Ana 

25
Set19

Pausas fundamentais

Revista Saúda

Um par de dias a dois é fundamental para manter viva a relação entre o casal. Porque durante uns anos vivemos juntos e éramos só nós dois e de repente temos a nosso cargo uma criança. Inevitavelmente passou a girar tudo muito à volta dele. Estes momentos a dois são necessários e sabem bastante bem. Claro que temos saudades do nosso filho durante esse período, mas ao mesmo tempo pensamos que a vida sem um filho é tão mais simples. Não temos que estar a pensar em nada. 

 Diogo

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No outro perguntava ao Diogo: «Achas que sou pior pessoa quando o Rodrigo está por perto»? Sinto que fico mais irritadiça, porque tenho que planear mais. É tudo muito mais pensado e sinto que sou mais refilona. Quando o Rodrigo não está fico mais descontraída. Sinto que essas fugas retemperam energias. A outra parte boa é que ele adora estar com os avós. Sabemos que estamos a proporcionar quer a ele, quer aos avós dias felizes. Todas as partes ficam satisfeitas.  

 Ana

22
Set19

Quando o sono espreita

Revista Saúda

 

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A hora de ir para a cama é a chamada hora do desafio. Porque o Rodrigo ainda demora muito tempo a adormecer. Durante as férias temos “a” técnica: vamos jantar fora, um bocadinho mais tarde e ele fica de rastos. Depois temos apenas que transpô-lo do carro para a cama. Isto parece horrível, mas foi a forma que arranjámos de não perder tanto tempo. Numa rotina diária normal, acabamos de jantar relativamente cedo. Às oito e meia da noite já estamos todos jantados e ficamos na sala a brincar um bocado. Vamos deitá-lo por volta das nove e ele só adormece lá para as dez, dez e meia. Houve um período que estava a correr melhor e o processo bastante mais rápido e agora de repente regrediu. É um momento um bocadinho frustrante. Às vezes se perdemos a paciência somos substituídos pelo outro.

Ana e Diogo

16
Set19

Sem filtro

Revista Saúda

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O Rodrigo está numa fase em que absorve tudo. A pedagoga Maria Montessori diz que as crianças são uma mente absorvente e acho que é isto. Ele é uma esponja. Por isso temos que ter muito cuidado porque somos a principal fonte para formar o comportamento dele. Se estivermos sempre mal dispostos, dissermos uns palavrões, eles vão absorver tudo, os nossos vícios e as nossas formas de reagir. Está tudo a ser consumido sem filtro. Às vezes sinto que tenho um peso nos ombros. É um exame ao nosso carácter. É neste momento em que ele vai olhar e ver exemplos a seguir. É um exame à forma como reagimos e por vezes reagimos de forma irreflectida. Um filho obriga-nos a pensar porque é que reagimos daquela forma e perceber como podes sempre fazer melhor.

Ana 

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