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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

19
Ago19

Liberdade, liberdade

Revista Saúda

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O estar à mesa para o Rodrigo também se tornou uma actividade diferente. Há uns meses estava preso a uma cadeira. Neste momento tem quase uma cadeira normal. Ele sobe, senta-se e sai.  Não é uma cadeira normal no sentido em que ainda não é igual à nossa. Mas ele consegue subir e sair. Ele acaba de comer e quer ir para o chão, porque quer brincar. E ninguém o impede. No pós-refeição não ficamos muito tempo à mesa e passamos para a zona da sala propriamente dita, que é mais de lazer. Muitas vezes ele pede para lermos um livro, outras vezes fazemos jogos de chão. Esta autonomia fá-lo também ficar mais impaciente e às vezes ainda na cadeira ele pede: «pó chão, pó chão». E nós a brincar com ele respondemos-lhe: «paixão, paixão». Por isso ele também já a canção dos Heróis do Mar.

Ana

12
Ago19

O que fazemos na hora do calor

Revista Saúda

 

 

Hora do calor.JPG

 

Entre o meio dia e meia e as quatro da tarde tentamos estar mais resguardados. Nem sempre saímos da praia. Às vezes ficamos debaixo de um par de chapéus de sol. Mas depende muito da disposição de todos. Há dias que vamos para um restaurante de praia na altura do calor, outros em que vamos mesmo até casa, almoçamos e o Rodrigo dorme a sesta. Temos sempre o cuidado de analisar como estão os raios ultravioleta nesse dia para perceber qual o nível de exposição. Se os dias não estiverem muito quentes, passamos mais tempo na praia. Com protector solar factor 50, claro.

Ana 

09
Ago19

Dar comida ao Bambi

Revista Saúda

 

 

Rodrigo bambi .JPG

Foto de Ar Puro Fotografia

Ainda nas férias tivemos uma experiência gira com a Rita e o André, um casal de amigos que têm uma filha da idade do Rodrigo.  São do Algarve e mostraram-nos um parque muito giro que tem veados destemidos que se aproximam das pessoas. Como eles conheciam o tratador, conseguimos ter alguma comida para lhes dar e os nossos filhos fartaram-se de interagir com os bichos. Estranhamente o Rodrigo não teve medo. Estava todo satisfeito. Já tínhamos tido uma experiência com animais na quinta pedagógica, mas havia uma rede a separar-nos. Acho que foi a primeira vez que ele esteve perto de um animal «selvagem». Deixamos-vos a dica: visitem a Mata de Santa Rita perto de Cacela Velha.  

Ana 

 

06
Ago19

Cantamos à mesa

Revista Saúda

 

 

#MLP 20190628 bebe sauda rodrigo lisboa 038.JPG

 

Não vamos impor aquela regra do “não se canta à mesa”. Não gritar parece-nos uma boa regra, agora não cantar…nem por isso. A regra que temos é: «aqui em casa fala-se baixinho.» Isso tentamos manter. Para não andarmos aí todos aos gritos uns com os outros. O Rodrigo às vezes começa aos gritos e dizemos-lhe calmamente para parar. Agora cantar enquanto estamos sentados à mesa não nos faz diferença nenhuma. Até é um momento em que estamos alegres e contentes. Se temos energia para isso cantamos um bocado. Preferimos mil vezes do que estar um agarrado ao tablet e os outros com o telemóvel. Achamos que é uma boa troca.  

Ana e Diogo

02
Ago19

Praia sim, água fria não..

Revista Saúda

 

 

Tavira Rodrigo.JPG

 

Gostamos muito de passar férias na zona de Tavira. E evidentemente levámos o Rodrigo connosco. Ele adora praia, mas não gosta nada de água fria. Por isso temos que convencê-lo a ir até ao mar. Foi giro ver a evolução dele ao longo da semana.  Nos primeiros dias nunca queria ir à água e afastava-se o mais que podia. Lá pelo quarto dia aventurou-se pela beira mar.  Fartámo-nos de apanhar conquilhas, o Rodrigo gostou de ajudar e em casa também comeu imensas.

Ana

30
Jul19

Do you speak english?

Revista Saúda

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Continuamos a apostar no inglês, mas não tanto como desejaríamos. O Rodrigo já sabe contar até dez, sabe dizer palmas entre outras palavras que têm a ver com canções. Neste momento estamos a tentar introduzir algumas músicas que falem das partes do corpo, porque em português já domina completamente. Confesso que gostava que essa parte estivesse mais desenvolvida e ainda não está. Mas com tempo vamos lá.

Diogo 

26
Jul19

A esponja

Revista Saúda

 

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O Rodrigo está a ficar uma verdadeira esponja. Qualquer coisa que façamos ele imita. Há situações engraçadas. Por exemplo, um de nós diz uma palavra que não devia e ele repete fora de contexto. Ouviu a palavra «chupa» e começou a repeti-la. É uma palavra engraçada ainda mais se for descontextualizada. Não estamos habituados a ouvir uma criança a dizer isso. Deu-nos vontade de rir, gravar e de enviar aos avós. Até há pouco tempo trocava o ‘cê’ pelo ‘tê’. O porco era porto. Eu perguntava-lhe: «Como é que faz o porto?» ele respondia com o som do porco. Ele agora já está a aprender a dizer o ‘cê’, por isso graçolas destas têm os dias contados. Mas o acto de copiar tal e qual o que dizemos é o prato forte do dia.

Diogo

23
Jul19

Benfica!!!!

Revista Saúda

Benfica.jpg

Não nos passa pela cabeça "obrigar" o Rodrigo a ver um jogo do Benfica, ele é tão pequenino que deverá divertir-se com outras coisas. Mas já ele sabe que é do Benfica. Até sabe dizer «Benfica!» Se estiver a dar um jogo de futebol, não interessa qual, ele olha para o ecrã diz: «é o Benfica».

A mensagem está a passar, mas não sou só eu. A maior parte dos nossos amigos são do Benfica, mas não o forçamos nada para essas coisas. A única coisa que faço é pedir-lhe que diga «Benfica» às vezes, mas é brincadeira e mais para picar o avô – o pai da Ana – que é do Porto.     

Diogo

18
Jul19

Sim ou não?

Revista Saúda

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Nunca dizemos «não porque não». O Rodrigo está a construir o que pode e não pode fazer. Às vezes o “não” é: por favor não faças isso. Ele fica a pensar: «ok nesta situação não é para fazer. Mas então se naquela situação estava a chover, se estiver sol, já posso fazer?»

É natural que tenha dúvidas. «Se for dentro de casa posso e depois já não posso? Pegar uma coisa do chão por exemplo?» 

As regras devem ser maleáveis. Gostamos de lhe explicar porque não deve fazer aquilo em determinada situação. Ele vai compreendendo.  Ainda está longe da idade dos porquês. Mas acho que já entende e às vezes tem dúvidas se deve ou não fazer uma coisa. O lixo, por exemplo, ele sabe que não deve mexer mas gosta de descascar a fruta e levá-la ao lixo. Nós deixamo-lo pôr as cascas das tangerinas no lixo. Admito que isto seja confuso. Eu posso mexer no lixo quando é uma coisa e não posso ir lá quando é outra coisa? Nós tentamos explicar-lhe o porquê das coisas e até agora tem corrido bem. 

Diogo

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