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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

21
Out18

Beijinhos de mãe curam

Revista Saúda

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Se há coisa que não falta cá em casa é arnica. Ando sempre com isso. Ainda não tivemos nenhum susto grande que nos obrigasse a recorrer a primeiros socorros… Eu sou mais stressada do que o pai. Não tenho nem os instintos nem as reacções dele que, se acontece alguma coisa, vai logo levantá-los do chão ou pôr gelo. Se por exemplo o Daniel cai, a primeira coisa que faço é pegar nele ao colo e abraçá-lo. Diz-se que os beijinhos da mamã curam muita coisa.


Ana

17
Out18

O pai é fixe!

Revista Saúda

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O tempo em que consigo estar com os meus filhos é pouco. Nessa minha janela de oportunidade procuro não passar o tempo inteiro a mandar vir com eles e a corrigi-los. Se eu puder fazer palhaçadas para ganhar mais uns créditos extra... Tenho um medo terrível que eles não gostem de mim e do Benfica, não necessariamente por esta ordem [risos].

Tento é não fazer nada que eles possam ver como adverso. Prefiro que pensem: «O pai só traz coisas fixes». É a história do polícia bom e o polícia mau. Mas, atenção, quando for preciso eu vou dizer-lhes «não». Isto de ser um pai ‘fixe’ é só nesta fase inicial.

Daniel

14
Out18

Mudança de planos

Revista Saúda

 

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A minha ideia inicial era que a Margarida e o Daniel partilhassem um quarto, mas ultimamente o nosso pequeno tem tido noites muito agitadas por causa dos terrores nocturnos.
Penso que será positivo tanto para um como para o outro que cada um tenha um quarto. Até ao final do ano vou organizar e preparar o espaço da Margarida. De certa maneira desisti da ideia de partilharem tudo, mas não totalmente.  Estamos empenhados em ensinar ao Daniel que os brinquedos são dele e da irmã.  
Por outro lado, conversei com a pediatra e percebi que é preciso quebrar este ciclo das mamadas nocturnas… Quem sabe se ao ficar em quarto próprio, a Margarida não passa a dormir a noite inteira e torna-se mais independente. Vamos fazer figas!   


Ana

10
Out18

A pausa merecida

Revista Saúda

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Com a ida da Margarida para a creche fiquei com mais tempo para mim. Nesta primeira fase vou descansar, cuidar de mim e meter em dia as minhas leituras. Pelo menos até ao Natal vou fazer uma pausa. Quanto ao futuro logo se vê, acredito que com o tempo tudo acaba por se encaixar… Nestes dois últimos anos dediquei-me inteiramente às crianças. Agora vou dedicar-me mais a mim por umas boas semanas. Eu mereço! 

 

Ana

07
Out18

Macaquinha de imitação

Revista Saúda

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Temos uma macaquinha de imitação cá em casa. Para a Margarida, tudo o que o irmão faz é motivo de graça e repetição. O irmão é o herói dela, e até quando ele tenta saltar de cima de uma cadeira ela quer fazer o mesmo. Uma coisa engraçada é que o Daniel gosta de ver vídeos que ensinam a falar inglês e até nisso ela tenta repetir o que ele diz. Como podem imaginar torna-se muito divertido ouvir a ‘versão’ dela.


Ana

23
Set18

A casa da bisa tem mel

Revista Saúda

Hoje damos a palavra à minha avó Teresa, os almoços em casa dela são uma animação.

Daniel    

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Sempre que fazemos almoços vêm cá os meus filhos, netos e bisnetos. Quando estamos todos, somos 20. Agora já não cozinho. As minhas filhas preparam tudo. Sobremesas, cada uma traz a sua. Combina-se o que se há-de fazer, a minha nora também ajuda. Eu faço a sopa e de resto são elas que se organizam. Ao domingo de manhã assisto à missa pela televisão, e de repente a casa enche-se de família. Se for assado de véspera deixo as batatas descascadas, como sempre fiz. Depois a minha nora adianta e põe o assado no forno. As minhas filhas chegam e põem a mesa. A mesa tem 12 lugares, mas quando somos 20 acrescento outra. Sempre que podemos reunimo-nos todos cá em casa. Eles gostam de vir à avó e eu também gosto de os ter aqui. O meu marido também gostava muito de ter os filhos e os netos, tudo junto dele. Eu continuo a tradição.


Avó Teresa

19
Set18

Chega depressa, pai

Revista Saúda

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Ultimamente dou por mim a desejar que os dias passem rápido e a noite chegue depressa, pois sei que tenho ajuda. O Daniel passa muito tempo no trabalho, chega tarde a casa, muitas vezes depois da hora de jantar e isso deixa-me sobrecarregada não só com as tarefas de casa, mas também com estes dois pequenos índios que vieram animar - e de que maneira! - as nossas vidas.
Às vezes, estou com o telemóvel na mão e tenho vontade de enviar uma mensagem ao Daniel pedindo-lhe para que não demore a chegar. No entanto, acabo por não lhe dizer nada pois sei que também é muito penoso para ele passar pouco tempo connosco. Quando o Daniel decidiu aceitar o novo trabalho estávamos conscientes de que esta gestão iria ser difícil.


Ana

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