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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

22
Jun19

Geração "touch"

Revista Saúda

Não somos muito rígidos. Todos os dias eles podem estar um bocadinho com o telemóvel. Desde que seja um bocadinho de cada coisa, não é preciso sermos tão inflexíveis. Até porque eles brincam e convivem connosco. Se estiverem a fazer muito barulho num lugar público e que esteja gente a olhar para nós, também optamos por essa técnica. Mas os nossos filhos não passam o dia agarrados ao telefone. 

Chegam a casa e vão brincar. Estamos a falar no máximo de uma hora por dia. Normalmente só fazem birra depois do jantar porque sabem que vão ter que ir para a cama. São eles que pousam o telefone e trocam-no por uma brincadeira qualquer. Para já não tem sido um problema. 

Ana 

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Nos restaurantes recorremos às tecnologias, principalmente se no final das refeições começam a ficar aborrecidos e querem sair da mesa. 

Imagino-me sempre na mesa do lado e penso: o que será pior aquele miúdo estar com o telemóvel meia hora ou aquele miúdo está meia hora a chorar e a atirar tudo para o chão? Acho que é preferível o telemóvel.  

Daniel

 

16
Jun19

Pela manhãzinha

Revista Saúda

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As nossas rotinas matinais são iguais a todos os outros pais. Levantamo-nos cedo e arranjamo-nos. Depois vestimos os miúdos preparamos os pequenos-almoços e saímos, sempre apressados e atrasados, numa azáfama característica de quem tem filhos pequenos.

Os meus filhos acordam enquanto eu ainda me estou a preparar e, para conseguir fazê-lo sem distracções tenho sempre de arranjar qualquer coisa para os entreter. Eles adoram ouvir canções e histórias no telemóvel e esta passou a ser uma 'tradição' matinal.

Partilham o telemóvel e ficam aconchegados e amigos, até chegar a sua vez de vestir.

Ana 

12
Jun19

Apego ao papá

Revista Saúda

Apego ao papa.jpg

 

À medida que vai crescendo a Margarida está a ficar mais próxima do pai.  Até há pouco tempo, exigia a minha companhia para tudo, mas agora vai preferindo o papá, chamando-o para brincar ou para lhe dar banho. Para mim é bom porque também posso passar mais tempo com o Daniel. Para o pai é óptimo este estreitar de laços. Vejo que fica bastante feliz. Acho que já se pode dizer que a Margarida é uma menina do papá.

Ana 

10
Jun19

Dia de Portugal

Revista Saúda

 

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Hoje é dia de Portugal, de Luís Vaz de Camões e já que estamos nisso, é o dia em que vamos de férias. É uma espécie de quartos-de-final de um Europeu, mas com menos gente a ver. Acho que parte da população não presta particular atenção a este dia. Talvez por não estar ligado a um episódio histórico de monta – para além de ser o aniversário da morte de Camões – mas foi o dia escolhido para se celebrar Portugal. Apesar das suas idiossincrasias, que a cada crise política, socioeconómica e de valores fica em evidência, não deixa de ser o nosso país.

Eu adoro Portugal e tenho um orgulho irracional em ser português. Para mim isso é uma condição essencial para se ser português. Seja quem nunca saiu da aldeia ou o filho de emigrantes que já nasceu na Suíça, não fala uma palavra de português, mas tem o símbolo da Federação Portuguesa de Futebol tatuado no braço.

Gostava que os meus filhos fossem assim. Já gostam genuinamente da história de Portugal e ficam com os olhos a brilhar quando lhes conto histórias de Viriato, ou como Dom Afonso Henriques fundou o nosso país, batendo na mãe e nos demais espanhóis. Não me esqueço também daquele episódio em que dividimos o mundo em duas metades, ficando donos de uma delas.

Se forem patriotas por causa do futebol também não os recriminarei. Quero é que sintam o mesmo amor que eu pelo seu país. E que esse amor os faça querer lutar por um país melhor do que o encontraram. E, seja lá porque motivo for, no 10 de Junho ou noutro dia qualquer gritem: Viva Portugal!

 

Daniel

06
Jun19

Ida à piscina

Revista Saúda

 

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Tirámos uns dias de férias para passear com os miúdos. Fizemos caminhadas, visitámos uma pequena quintinha com alguma bicharada o que despertou a curiosidade dos pequenos. Mas o que realmente os deixou animados foram as idas à piscina. A Margarida, como é seu apanágio, é destemida e mal vê a piscina atira-se sem pré-aviso. Escusado será dizer que estamos sempre em alerta. Ficamos contentes com a sua coragem, mas também começámos a pensar que é boa ideia pô-la na natação. 

Ana 

 

29
Mai19

Sopa, massa e fruta

Revista Saúda

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Qualquer um dos nossos filhos come muito bem. Mesmo quando estão doentes não perdem o apetite. A sopa é sagrada, adoram. Segue-se o prato principal e na sobremesa não falha a peça de fruta. Comem muita fruta e têm uma alimentação muito variada. Adoram peixe, o que não é comum em crianças tão pequenas. Somos muito sortudos, porque há miúdos que são um castigo para comer. O prato preferido da Margarida é massa e sopa. Todos os dias tento dar-lhes uma peça de fruta diferente com excepção da maçã e da banana que é a fruta habitual da escola. Em casa procuro dar-lhes frutas mais exóticas.

Ana  

26
Mai19

Tempo de churrasco

Revista Saúda

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Desde que viemos morar para esta casa tenho feito vários churrascos. Passámos o Verão a fazê-lo e a passar tempo de qualidade no jardim. Posso dizer, com orgulho, que dei bastante uso à churrasqueira. Aliás tive um primo de África do Sul que veio cá visitar-nos e brindei-o com uma almoçarada. Na África do Sul chamam ao churrasco brai e nós convidámo-lo para um brai cá em casa. De regresso a casa ele enviou-me uma tenaz própria para virar a carne. Penso que foi uma espécie de prémio de “bom grelhador”.

Daniel.

 

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