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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

16
Jun18

Tentativas de mãe

Revista Saúda

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 Tenho recorrido a novas estratégias para ver se a Margarida começa a ter outras rotinas de sono, mas não tem sido nada fácil… Uma das coisas que fiz, há umas semanas, foi seguir uma teoria que defende que o bebé é colocado no berço, mas, caso chore, os pais só podem ficar perto, sem o levantar.

Tentei, e, de facto, só tenho uma coisa a dizer: os três primeiros dias foram terríveis, mas a Margarida acabou por adormecer! 

No entanto, tudo aquilo pareceu-me muito violento - talvez até mais para mim do que para ela – e, por isso, ao fim do terceiro dia, desisti.
Quando estou a deitar-me, a Margarida chora imenso e põe-se aos berros… e eu, aí, confesso-vos, choro e não é pouco. Enfim, para já, não há muito a fazer. Sei que não vou dormir tão cedo, e isso é muito frustrante. Custa muito.


Ana

06
Jun18

Feliz aniversário, amor meu!

Revista Saúda

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Costuma dizer-se que o tempo passa muito rápido, que voa. Nisto da maternidade tudo acontece num piscar de olhos desde o momento em que sabemos que temos um bebé na barriga àquele segundo, que muda para sempre as nossas vidas - quando vemos, pela primeira vez, o rosto do nosso filho imaginado milhões de vezes.

A minha bebé vai fazer um ano. E há um ano - ou ainda ontem! - o meu coração duplicou. Conheci o segundo amor da minha vida, tão infinito quanto o primeiro.

Parabéns, minha (nossa) filha. Não só exijo do universo que sejas sempre imensamente feliz e saudável, mas que a sorte - que esteve do teu lado desde que nasceste - nunca te abandone. E nós, teus pais e mano, vamos estar sempre onde tu estiveres. Para sempre. Feliz aniversário, amor meu!

Ana e Daniel

03
Jun18

Desfrutar o (vosso) silêncio

Revista Saúda

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Cá por casa é muito raro a Margarida e o Daniel adormecerem ao mesmo tempo, mas quando isso acontece fico muito, muito quietinha. Mal me mexo, fico simplesmente a aproveitar os minutos de silêncio.

Lembro-me de uma vez em que, por acaso, isso aconteceu. Estávamos na sala e eu não tinha nem o comando da televisão perto de mim. Com medo de me levantar e fazer algum barulho que os acordasse, fiquei sentada sem me mexer. Prefiro ficar sem televisão e telemóvel e poder, nem que seja por uns breves minutos, ficar sem fazer nada e desfrutar minutos de sossego.

Ana

27
Mai18

Perdoa-o filha, é só mais um beijinho!

Revista Saúda

 

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Quando está perto da filha, o Daniel está sempre em cima da miúda. Agarra-a, revira-a, enche-a de beijinhos sem parar… Acho que é por isso que ela não gosta muito de ir para o colo do pai (gargalhadas) Desconfio que “amassa” muito a miúda. Não perde uma oportunidade, está-lhe sempre a dar muitos mimos.
Acho que o Daniel está, aliás, a compensá-la porque quando a Margarida era mais pequenina e frágil ele tinha muito medo de pegar nela. Agora está a tentar compensar esse tempo perdido.
Ana 

20
Mai18

Oh tempo volta para trás...

Revista Saúda

 

 

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Nunca fui rapariga insegura nem de baixa auto-estima, mas esta coisa da variação do peso após o parto, confesso, chateia-me um bocadinho. Estou mais rechonchuda e tenho um pouco de peso a mais… Tento não pensar muito no assunto pois se o faço fico um bocadinho triste.
Engordei 18 quilos da gravidez do Daniel e cinco da gravidez da Margarida mas esses últimos perdi-os durante a primeira semana após o parto. No entanto, sinto que nunca consegui recuperar verdadeiramente do peso que ganhei durante a gravidez do Daniel.
Chateia-me não conseguir vestir cos meus casacos preferidos por causa de estar mais entroncada. Não gosto nada de me sentir assim, mas, para já, não há nada a fazer… Quer dizer até há: posso deixar de comer, ou ir para o ginásio, mas também não me apetece (risos)! No meio de tudo isto, o que vale é que não sou uma pessoa de deprimir.
Ana

 

16
Mai18

Escada acima, escada a baixo

Revista Saúda

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A mudança para esta casa obriga-me a fazer bastante exercício físico. Isto porque temos escadas. Qualquer coisa de que precise seja fraldas ou algum casaco para a Margarida ou para o Daniel tenho de ir lá acima onde estão os roupeiros e a maioria das coisas deles. Passo os dias, escada acima, escada abaixo.
O mais chato é que, muitas vezes, quando já estou a descer as escadas, olho e vejo que me esqueci de algo e lá volto eu a subir degrau a degrau.
Para além das escadas dentro de casa temos garagem. É lá que estaciono o carro, sempre que saio à rua com os meninos. Quando isso acontece tenho outras escadas à minha espera (risos) São umas escadas que, a partir da garagem, dão acesso ao interior da casa. Ando o tempo todo ora para cima ora para baixo. Mãe sofre!
Ana

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