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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

01
Jun18

Pais que brincam são os melhores

Revista Saúda

 

 

Brincar é um direito fundamental de todas as crianças, imprescindível para um crescimento saudável e feliz.

Apesar de parecer ser apenas uma questão de bom senso (que o é, na verdade), actualmente existe bastante investigação relativamente à importância do brincar no desenvolvimento das crianças. Este é um processo que assenta, basicamente, no estabelecimento de relações afectivas e apropriadas com os outros e com o mundo que rodeia a criança, pelo que a forma mais correcta e genuína disso acontecer é mesmo através das brincadeiras. Só assim se consegue alcançar o bem-estar físico, intelectual, social e emocional de que todas as crianças precisam para atingir o seu potencial e, acima de tudo, ser felizes.

É certo que existem algumas dificuldades no dia-a-dia, nomeadamente a falta de tempo dos pais ou das crianças (entre escola e actividades extracurriculares, nem sempre sobra muito tempo disponível) e o facto de muitos pais não saberem como brincar com os filhos. No entanto, aqui ficam algumas reflexões que devem ser levadas bem a sério por todas as pessoas que lidam com crianças:
• A brincadeira livre e não estruturada (ou seja, não dirigida pelos adultos) é uma componente essencial e saudável da infância
• O brincar activo (em detrimento do entretenimento passivo) é muito mais agradável para todos e muito mais importante para o desenvolvimento das crianças
• Os pais que brincam são melhores pais e isso é uma verdade indiscutível
• A ideia de que dirigir o tempo apenas para o desempenho académico é mais útil e proveitoso no futuro é completamente errada, perversa e prejudicial para as crianças
• A partilha de prazer é essencial para uma infância saudável e o suporte para um percurso de sucesso A única forma de termos pais e filhos felizes é através das brincadeiras e dos tempos que passam juntos. Isso tem que ser uma regra e não momentos de excepção. 

 

Hugo Rodrigues, pediatra

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