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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

22
Jun19

Geração "touch"

Revista Saúda

Não somos muito rígidos. Todos os dias eles podem estar um bocadinho com o telemóvel. Desde que seja um bocadinho de cada coisa, não é preciso sermos tão inflexíveis. Até porque eles brincam e convivem connosco. Se estiverem a fazer muito barulho num lugar público e que esteja gente a olhar para nós, também optamos por essa técnica. Mas os nossos filhos não passam o dia agarrados ao telefone. 

Chegam a casa e vão brincar. Estamos a falar no máximo de uma hora por dia. Normalmente só fazem birra depois do jantar porque sabem que vão ter que ir para a cama. São eles que pousam o telefone e trocam-no por uma brincadeira qualquer. Para já não tem sido um problema. 

Ana 

margarida_35.JPG

 

Nos restaurantes recorremos às tecnologias, principalmente se no final das refeições começam a ficar aborrecidos e querem sair da mesa. 

Imagino-me sempre na mesa do lado e penso: o que será pior aquele miúdo estar com o telemóvel meia hora ou aquele miúdo está meia hora a chorar e a atirar tudo para o chão? Acho que é preferível o telemóvel.  

Daniel

 

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