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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

19
Jul19

Diga não ao escaldão

Revista Saúda

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O sol é essencial à vida mas nunca é demais relembrar os seus perigos, entre os quais as queimaduras solares, os famosos escaldões.

Devemos por isso protegermo-nos dos raios solares e redobrar a atenção com os mais pequenos, que devem ter cuidados especiais.

Para o bebé ou criança pequena escolha um protector hipoalergénico com filtros físicos.

Os mais pequeninos não devem estar expostos directamente à luz solar, devendo além da aplicação do protector solar, ser protegidos com vestuário, óculos escuros e chapéu-de-sol de abas largas. Lembre-se de oferecer água com regularidade, porque mesmo que não sintam sede está a evitar a desidratação.

Porque não existem protectores solares completamente resistentes à água, é necessário voltar a aplicá-lo após as banhocas. Apesar de estar na água a radiação UV penetra até 50 cm dentro de água, provocando queimaduras solares nas zonas do corpo mais expostas, como a face, ombros e tronco.

Na praia ou no campo siga os conselhos da sua farmacêutica e diga não ao escaldão.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

05
Jul19

A importância da vitamina D

Revista Saúda

 

Luisaleal.jpeg

 

Na Primavera e no Verão apanhe sol porque a vitamina D é essencial e um dos maiores influencers da longevidade e qualidade de vida em todas as fases da nossa vida.

Esta vitamina é também conhecida como calciferol, uma substância cuja principal acção se dá no controlo dos níveis de cálcio no sangue e na saúde dos ossos.

O calciferol possui uma particularidade em relação às outras vitaminas porque além de ser adquirida através dos alimentos, também pode ser produzida pelo nosso organismo, por ação da radiação ultravioleta da luz solar na nossa pele e assim desencadear a síntese de vitamina D, enquanto todas as outras vitaminas só podem entrar no nosso organismo através dos alimentos.

Assim uma adequada exposição à luz do sol (15 minutos diários de exposição do rosto, braços e/ou pernas), e sem proteção solar, consegue fornecer quantidades suficientes de vitamina D ao nosso organismo. No entanto, redobre os cuidados, evitando a exposição solar directa, sobretudo entre as 12 e as 16 horas.

No Inverno procure incluir na dieta alimentos ricos em vitamina D tais como os peixes gordos (Salmão, atum, cavala) e óleos de peixe.

Bons banhos de sol em segurança!

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

21
Jun19

Lanches saudáveis para a praia

Revista Saúda

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O Verão está aí e os dias de calor que fazem saltar os fatos de banho da gaveta e as toalhas de praia dos armários. Para a dar inicio às tão esperadas brincadeiras na praia, arruma-se a pá e o balde no saco da praia ao lado panamá e do protector solar. O chapéu-de-sol já saiu da arrecadação e já está à espera de uma boleia debaixo do braço para a praia. Agora é só planear os snacks para levar dentro da bolsa térmica, porque a bola de Berlim fica para os dias de festa.

Sugestões de lanches saudáveis e práticos para toda a família:

  • Fruta:

Escolha peças de fruta de preferência para “comer à dentada, são mais práticas, no entanto é aconselhável lavar muito bem todos os frutos antes de os consumir, mesmo aqueles que vão ser posteriormente descascados, deve retirar a casca, se não tiver segurança em relação aos pesticidas que foram usados durante o cultivo, uma vez que grande parte dos químicos usados acumula-se na casca.

 

  • Pão de banana

Faz as delícias dos miúdos depois de uma banhoca no mar!

Leva apenas:

  • 2 Bananas maduras
  • 2 Ovos
  • 1 Chávena flocos finos de aveia
  • 1 Chávena de farinha espelta
  • 1 Colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 1/2 Chávena de óleo vegetal (à temperatura ambiente)
  1. Triture as bananas no robot de cozinha
  2. Adicione os restantes ingredientes
  3. Bata tudo até ficar uma massa homogénea
  4. Forre a forma rectangular com papel vegetal e deite a massa
  5. Leve ao forno, pré-aquecido a 180 graus, até ficar cozido, durante 25 minutos aproximadamente
  6. Fatiar a gosto

BLOG A FARMACÊUTICA ÁGUA AROMATIZADA.jpg

 

  • Água

A água aromatizada homemade pode ser uma alternativa e uma boa fonte de hidratação:

Leva apenas:

  • 1 Litro de água
  • 2 Paus de canela
  • 2 ou 3 folhas de hortelã
  1. Encha um jarro de litro com água
  2. Junte as folhas de menta e os paus de canela
  3. Tape e guarde no frigorífico num jarro ou num cantil individual para cada um.

 

  • PS- Entre as 11h e as 16h evite a exposição solar e tenha muita atenção porque mesmo à sombra e usando chapéu e protector solar corre o risco de sofrer queimaduras!

 

 

 

 

 

 

 

07
Jun19

Protector solar, só na praia?

Revista Saúda

 

Luisaleal.jpeg

 

A aplicação do protector solar não deve ser feita apenas quando vamos para a praia ou piscina e sobretudo nas estações quentes, mas também no resto do ano durante as actividades quotidianas. Não é preciso sequer que esteja sol, porque 80 por cento dos raios UV atravessam as nuvens e o nevoeiro, atingindo a pele desprotegida com igual gravidade, causando danos como as queimaduras solares (os escaldões), o envelhecimento precoce da pele e o cancro cutâneo.

O protector solar é um aliado da pele e devemos utilizá-lo sempre que nos expomos à radiação solar.

A escolha do protector deve ser feita acordo com a idade, as crianças necessitam sempre de um FPS mais elevado, preferencialmente um 50+  e é fundamental estar de acordo com o tipo de pele.

Para andar sempre à mão na mala ou na mochila e por ser mais prático de transportar, escolha um protector em formato pocket, renovando com frequência a sua aplicação nas zonas mais expostas à luz solar como a face, orelhas, mãos e braços.

A aplicação do protector deve ser feita ainda em casa se possível trinta minutos antes de sair para a rua.

E lembre-se que deve evitar de todo expor os bebés e as crianças pequenas à radiação solar entre as 12 e as 16 horas.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

24
Mai19

As estações do ano estão trocadas?

Revista Saúda

 

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Estamos na Primavera, considerada por muitos a melhor estação do ano, por chegar depois do Inverno, quando já só desejamos os dias compridos e solarengos.

Mas devido às alterações climáticas, uma das ameaças ambientais deste século, temos assistido a uma mistura de várias estações do ano, semana sim semana não, e até por vezes num só dia todas se misturam.

Quem não pondera levar o guarda-chuva antes de sair de casa?

Porque apesar de o sol brilhar lá fora, existe sempre uma probabilidade de cair uma forte chuvada durante a tarde acompanhada de uma descida da temperatura em mais de 5 °C. Mas não é para durar porque segundo a previsão meteorológica do telejornal das nove para o fim-de-semana seguinte o Verão regressa.

A saúde pode ser afectada quer pelas vagas de frio quer pelas ondas de calor e também pela variação da concentração e distribuição dos pólenes e outros alérgenos que circulam à boleia do vento.

Há pequenos gestos que protegem e previnem o aparecimento de alergias, tosses, gripes e pequenas constipações, consequência do impacto destas mudanças ambientais na saúde.

Vista roupa leve à criança de preferência em camadas porque permite removê-las facilmente, adaptando-se rapidamente à temperatura interior e exterior.

Evite os passeios nos dias mais quentes, secos e com ventos fortes, e de todo nas horas de maior concentração polínica.

Lave as fossas nasais com água do mar isotónica que além de estar indicada na limpeza nasal diária é uma ajuda natural em caso de congestão e prevenção de irritações nasais.

Uma alimentação equilibrada, que inclua a ingestão de frutas, legumes e verduras é fundamental para aumentar a imunidade.

Nos dias de maior calor coloque na mochila um protector solar adequado à idade e ao tipo de pele da criança, e renove a sua aplicação nas zonas expostas, um chapéu de abas e um cantil com água para manter a criança hidratada.

Outro pequeno grande gesto que irá prevenir o impacto das mudanças ambientais na nossa saúde é começar por reflectir hoje, agora, o que está ao seu alcance para combater estas mudanças ambientais nocivas para a nossa saúde…para a saúde do nosso planeta.

Qual é a pegada que quer deixar?

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

10
Mai19

Mamã dói a barriga

Revista Saúda

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A dor de barriga é uma queixa muito comum nos mais pequenos e por vezes não é fácil despistar a sua causa ou veracidade pois pode-se tratar apenas uma de uma chamada de atenção da parte da criança.

A idade é um factor importante, pois quanto mais nova for a criança maior é a probabilidade da dor de barriga ser “verdadeira”, assim como o tipo de dor abdominal, a sua localização, a duração e hora do dia, se a dor surge depois das refeições e se há a presença de outros sintomas tais como cólicas, febre, náuseas, vómitos, sintomas urinários ou alterações do trânsito intestinal.

Os pais devem tentar perceber se a criança anda mais ansiosa, ou se existe algum motivo de stress que esteja a causar a dor abdominal, porque há crianças que interiorizam muito os seus problemas e têm episódios de dor que nada tem a ver com a ingestão de alimentos, defecação ou exercício físico.

Fale com o pediatra pois poderá ser necessário fazer algum exame específico ou alterar a dieta da criança.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

26
Abr19

A salvo na Primavera

Revista Saúda

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Nesta época do ano além dos dias mais compridos e solarengos, chegam também as alergias causadas pelos grãos de pólen produzidos pelas plantas na fase de polinização. Porque são minúsculos e leves viajam à boleia do vento, e quando entram em contacto com o organismo da criança podem desencadear os sintomas da alergia, que variam consoante a sua idade e o tipo de alergénio:

  • Espirros, nariz entupido ou a pingar.
  • Olhos lacrimejantes com comichão.
  • Pele vermelha, irritada e com comichão.
  • Vómitos e diarreia.

Habitualmente a primeira manifestação alérgica na criança é o eczema atópico, que pode surgir durante o primeiro ano de vida, depois podem aparecer as alergias respiratórias, como a asma e a rinite, associadas também aos grãos de pólen das gramíneas e das ervas daninhas.

Como é impossível evitar a exposição ao pólen a solução passa por ter alguns cuidados para minimizar os sintomas:

  • Consulte os boletins de polinização (spaic.pt)
  • Evite actividades ao ar livre em áreas de elevada polinização, como o campismo, e passeios nos dias mais quentes, secos e ventosos.
  • Quando programar as férias em família escolha uma época e um local de forma a evitar o contacto com o pólen a que a criança é alérgica.
  • Se viajar de carro mantenha as janelas fechadas, assim como em casa.
  • Mude a roupa da criança ao chegar a casa, dê-lhe um banho e lave-lhe o cabelo antes de a deitar para que não fiquem resíduos quer na cama quer na almofada.
  • Encoraje os mais pequenos a usarem óculos escuros fora de casa.

A boa notícia é que algumas alergias tendem a melhorar com a idade e outras podem ser controladas com o tratamento adequado.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

12
Abr19

RINITE ALÉRGICA…Atchimmmm!

Revista Saúda

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É uma doença inflamatória da mucosa nasal, que se manifesta através de espirros, nariz entupido, comichão no nariz, olhos, garganta, ouvidos e céu-da-boca. Os olhos lacrimejantes e o pingo no nariz também fazem parte dos sintomas da doença.

A inflamação é provocada pelo contacto com agentes alergénios como por exemplo, os ácaros do pó presentes nos peluches da criança e os pelos do amigo de quatro patas. Os bolores, as poeiras e os pólenes (cujas concentrações no ar aumentam na primavera) também podem desencadear sintomas de rinite.

Há gestos que ajudam a controlar esta inflamação:

  • Uma boa higiene das fossas nasais, limpando-as regularmente com soro fisiológico ou água do mar,
  • Descongestionante, adequado à idade da criança, destinado ao tratamento sintomático da congestão nasal e protecção da mucosa.

Mas o melhor é mesmo prevenir a rinite, evitando a exposição à substância que causa a alergia:

  • Ventile e areje bem a casa, sobretudo o quarto
  • Evite tapetes, alcatifas, peluches, livros e tudo o que acumule pó
  • Aspire bem o chão e o colchão
  • Lave semanalmente os lençóis a temperaturas elevadas (+60°C)
  • Evite actividades ao ar livre quando as concentrações de pólenes forem mais elevadas
  • Encoraje a criança a usar óculos de sol ao ar livre,
  • Consulte os boletins polínicos quando planear passeios ao jardim ou ao parque.

Se não tratar a rinite de forma adequada, pode estar a abrir uma porta a outras doenças, como a sinusite ou a asma.

E agora chame o seu filhote porque está na hora de arrumar a bonecada lá de casa, apesar de fofos, os peluches são uma das maiores fontes de alergénicos e por isso deve evitá-los.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

29
Mar19

Lanches fora de casa

Revista Saúda

 

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Com a chegada da Primavera e do bom tempo os lanches no jardim fazem as delícias de miúdos e graúdos. Está na hora de tirar a manta da gaveta e o cesto do Picnic da arrecadação.

Opte, preferencialmente pela fruta, de preferência por peças para “comer à dentada” ou …que não fiquem escuras depois de descascadas.

É aconselhável lavar muito bem todos os frutos antes de os consumir, mesmo aqueles que vão ser posteriormente descascados, deve retirar a casca, se não tiver segurança em relação aos pesticidas que foram usados durante o cultivo, uma vez que grande parte dos químicos usados acumula-se na casca.

A acompanhar fica a sugestão de um pão de Banana que além de ser fácil de confecionar, é delicioso e fácil de transportar.

Leva apenas:

  • 2 Bananas maduras
  • 2 Ovos
  • 1 Chávena de farelo de aveia
  • 1 Chávena de farinha espelta
  • 1 Colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 1/2 Chávena de óleo de coco (à temperatura ambiente) 

    PÃO DE BANANA (002).jpg

     

  1. Triturar as bananas no robot de cozinha
  2. Adicionar os restantes ingredientes
  3. Bater tudo até ficar uma massa homogénea
  4. Untar muito bem uma forma rectangular e deitar a massa
  5. Levar ao forno, pré-aquecido a 180 graus, até ficar cozido, aproximadamente durante 25 minutos.

Para completar o cesto do lanche junte um cantil com água e chapéus para todos.

E claro que não pode faltar o protector solar aplicado antes de sair de casa.

Quando chegar ao jardim escolha uma sombra para estender a manta, bom lanche!

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

01
Mar19

Brincadeiras de Carnaval

Revista Saúda

 

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Chegou um dos dias mais aguardados pela pequenada, o Carnaval!

É tempo para vestirem a pele do seu super-herói, da princesa favorita, do astronauta ou da bailarina. É vê-los a desfilar pela rua e na escola perante os olhares babados dos papás, de telemóvel em punho a registar todos os ângulos e poses das suas mini personagens num mundo faz-de-conta.

Para ajudar a tornar este momento ainda mais mágico juntam-se às fatiotas as pinturas de rosto. Certifique-se que estas cumprem todas as normas de segurança de brinquedos e cosméticos. Também devem ser à base de água e tão fáceis de aplicar como de remover. Quando escolher uma tinta de rosto e corpo verifique se são indicadas para a pele sensível da criança e que não contêm perfume nem parabenos.

Na hora de retirar as pinturas, prefira produtos de limpeza suaves, que reequilibrem a pele. Se usar água opte por um creme lavante  nutritivo, que preserve o filme hidrolipidico, respeitando perfeitamente o equilíbrio cutâneo bem como os efeitos secantes da água calcária. Se optar por uma limpeza sem enxaguamento aplique num algodão uma água de limpeza directamente nas zonas a limpar, com movimentos suaves. Após a limpeza aplique um cuidado hidratante, para recuperar o conforto da pele que pode ficar seca ou sensibilizada devido às tintas.

Em caso de dúvida pergunte à sua farmacêutica.

Boas brincadeiras!

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

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