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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

21
Dez18

Campanha caixinhas por tampinhas na farmácia

Revista Saúda

 

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No passado mês de Novembro, a farmácia Leal, em Oeiras, criou a campanha Caixinhas por Tampinhas, associando-se ao movimento nacional de recolha de tampas de plástico (tampinhas), por isso estamos neste momento a promover que sejam entregues aqui na farmácia.
Pretendemos partilhar o material recolhido com outras instituições que recolham as tampinhas para apoiar projectos de solidariedade social.
Neste sentido, convidámos a comunidade escolar da nossa área a aderir ao programa de uma forma diferente: eles entregam os resíduos de medicamentos e nós trocamos por tampinhas.
Começámos por desafiar os verdadeiros influencers das famílias portuguesas – fomos à escola conversar com as crianças, sobre o circuito da reciclagem dos resíduos de medicamentos e a dinâmica da acção.
Os medicamentos entregues à farmácia são canalizados para a Valormed, a qual é responsável pelo seu tratamento e destruição.
As tampinhas entregues à escola são canalizadas para as iniciativas solidárias que estiverem a decorrer no estabelecimento de ensino.
Esta acção visa promover a reciclagem e destina-se a apoiar projectos de solidariedade social em parceria com a comunidade local.

07
Dez18

Viajar com os mais novos

Revista Saúda

 

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Viajar com os mais pequenos, sair da rotina, conhecer um novo lugar, experimentar coisas novas e experienciar emoções, é proporcionar aos mais pequenos o desenvolvimento de aptidões, que o pacote de uma viagem envolve.

Se está a planear viajar com as crianças no inverno, antes de começar a fazer as malas, consulte a previsão meteorológica no destino. Opte por levar apenas, o número de mudas de roupa para os dias da estadia, mais uma. Leve os produtos de higiene diária, como o creme de banho, o hidratante corporal e o creme da muda da fralda em tamanhos mais pequenos.

 Na mochila deve guardar, além do brinquedo preferido, o gorro, o cachecol e as luvas, que vão proteger as zonas do corpo mais expostas ao frio. Leve consigo o batom do cieiro e o cold cream, renovando a sua aplicação no rosto e nas mãos. Uma embalagem de toalhetes em formato pocket deve andar sempre à mão.

Os miúdos adoram explorar os novos lugares, e por vezes além de colecionarem memórias, trazem um arranhão de recordação.

No kit farmácia em de viagem, não pode faltar o soro fisiológico para limpar a ferida, o spray antisséptico, o creme cicatrizante e os pensos rápidos. Junte o termómetro, a água do mar em caso de congestão nasal, e o medicamento para a dor e febre.

Quando chegar ao destino guarde o kit num local fresco e seco, longe das crianças e… desligue o complicómetro, aproveite as férias!

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

09
Nov18

Espirros e ranhocas

Revista Saúda

 

 

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É normal os bebés espirrarem com frequência, é um mecanismo natural para expulsar as secreções.

A limpeza do nariz deve ser feita com cuidado e superficialmente, utilizando a ponta de um lenço de papel limpo. 

Se a criança tem o nariz entupido e/ ou as secreções se tornam mais espessas, vai ter dificuldade em respirar, por isso é necessário facilitar a sua remoção:

- Incentive a criança a beber mais líquidos

- No banho promova a respiração do vapor de água durante aproximadamente dez minutos

- Utilize sem exageros um aspirador nasal que seja adequado à idade do bebé, para remover o muco. A aspiração das secreções não é uma manobra agradável para os mais pequenos, por isso é necessário fazê-lo com calma e serenidade escolhendo um local confortável e uma posição relaxante.

- Aplique soro fisiológico ou sprays de água do mar para ajudar na limpeza do nariz, evitando assim complicações posteriores como infecções do ouvido (otite), sinusite ou tosse. Ao libertar o bebé do excesso de muco está a ajudar a criança a respirar correctamente, garantindo um sono tranquilo. Melhora igualmente a  alimentação.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

26
Out18

O nariz do bebé está entupido

Revista Saúda

 

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É normal os bebés espirrarem com frequência, é um mecanismo natural de expulsar as secreções.

A limpeza do nariz deve ser feita com cuidado e superficialmente, utilizando a ponta de um lenço de papel limpo. 

Se a criança tem o nariz entupido e/ ou as secrecções se tornam mais espessas, consequentemente vai ter dificuldade em respirar, por isso é necessário facilitar a sua remoção:

- Incentive a criança a beber mais líquidos;

- No banho promova a respiração do vapor de água durante aproximadamente dez minutos;

 - Utilize sem exageros um aspirador nasal que seja adequado à idade do bebé, para remover o muco. A aspiração das secrecções é uma manobra nada agradável para os mais pequenos, por isso é necessário fazê-lo com toda a calma e serenidade escolhendo um local confortável e uma posição relaxante.

- Aplique soro fisiológico ou sprays de água do mar para ajudar na limpeza do nariz, evitando assim complicações posteriores como infecções do ouvido (otite), sinusite ou tosse. Ao libertar o bebé do excesso de muco está a ajudar a criança a respirar corretamente, garantindo um sono tranquilo e que se alimenta sem qualquer dificuldade.

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

12
Out18

Conjuntivite

Revista Saúda

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Os olhos do bebé limpam-se com uma gaze estéril impregnada com soro fisiológico estéril e de uso oftálmico, em unidose, no sentido nariz-orelha, de forma a desentupir o canal lacrimal e a prevenir conjuntivites. Se entrar um objecto estranho dentro do olho, não deve removê-lo com uma compressa, porque indirectamente pode provocar uma lesão por fricção, assim deve aplicar soro fisiológico abundantemente directamente no olho.

Olhos vermelhos, pálpebras inchadas e secreções oculares podem ser sinónimo de conjuntivite: inflamação da conjuntiva (membrana fina e transparente que reveste a córnea) do olho.

Esta situação afecta maioritariamente as crianças em idade escolar, devido à tendência de mexerem nos olhos. Inicialmente começa num olho mas rapidamente pode contagiar o outro.

As causas podem ser várias: vírus, bactérias ou fungos, exposição a substâncias irritantes (fumo, cloro das piscinas, detergentes e sabão) e também alergias. 

 O tratamento varia consoante a causa:

-A conjuntivite bacteriana costuma provocar secreções mais espessas, amareladas e abundantes, é aconselhado a lavagem dos olhos várias vezes ao dia e aplicar um colírio ou pomada oftálmica tópica com antibiótico, apenas quando prescrito pelo médico.

- A conjuntivite alérgica provoca secreções geralmente claras. Manifesta-se normalmente na Primavera e no Outono. É aconselhado evitar o alérgeno, lavar os olhos, e a toma ou administração tópica de um anti-histamínico apenas quando prescrito pelo médico.

Apesar de não ser fácil prevenir a conjuntivite, há alguns cuidados de higiene que podem diminuir o risco de a contrair:

  • Deve lavar as mãos antes e depois de lavar os olhos do bebé e da aplicação de colírios ou pomadas oftálmicas
  • Não partilhe toalhas de rosto
  • Evite esfregar ou coçar os olhos

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

28
Set18

Assaduras, pregas e refegos

Revista Saúda

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O rabinho “assado” ou a dermatite da fralda é dos problemas mais comuns na infância. Vamos descomplicar porque não quer dizer, necessariamente, que os pais não têm hábitos de higiene.

As causas mais comuns para o aparecimento ou agravamento da inflamação e vermelhidão são:

  • A introdução de novos alimentos na dieta do bebé, e a toma de certos medicamentos pelo bebé ou pela mãe que esteja a amamentar, alteram a composição das fezes tornando-as mais agressivas para a pele
  • O uso prolongado da fralda molhada ou suja favorece o contacto da pele com a urina e as fezes
  • A fralda apertada

Estas situações alteram o equilíbrio da pele, deixando-a mais sensível à acção de bactérias e fungos, que vivem nas zonas mais húmidas e quentes do rabinho, como as pregas.

Há pequenos gestos diários que previnem a dermatite da fralda:

  • Mude frequente a fralda e lave com água tépida a cada muda
  • Após a lavagem é importante secar com uma toalha macia dando especial atenção às pregas, pois são um local onde há acumulação de humidade
  • Evite os produtos com constituintes demasiado activos, as toalhitas com álcool e perfume, porque são agressivos para a pele sensível do bebé
  • Deixe a pele do bebé respirar, porque quanto mais tempo estiver sem fralda melhor

Aconselhe-se com o seu farmacêutico sobre qual a pasta de água mais adequada para tratar a irritação e reforçar a proteção da zona da fralda.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

14
Set18

Livres de piolhos

Revista Saúda

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Os pais com filhos a frequentar a escola recebem por vezes alertas sobre a existência de crianças com piolhos e lêndeas.

Este micro-bicho passeia de cabeça em cabeça quando estas se aproximam e encostam durante as brincadeiras, também através de escovas, chapéus, almofadas ou lençóis.

A maioria da vezes é quase sempre a comichão que os denuncia.

Assim deve começar por procurar os piolhos atrás das orelhas e na nuca (os sítios preferidos deste parasita). Passe nos cabelos um pente apropriado, daqueles com os dentes muito finos:

  • Lave o cabelo e aplique amaciador em abundância, para facilitar o despreendimento do piolho ou da lêndea,
  • Desembarace o cabelo ainda húmido, dividindo-o em secções;
  • Penteie cada madeixa, da raiz às pontas, com o pente;
  • A cada passagem, limpe o pente a um lenço branco, os piolhos vêm-se facilmente, as lêndeas são mais resistentes fixando-se aos cabelos.

Se este micro parasita andar a passear na cabeça há antiparasitários, sob a forma de champô, creme, loção e espuma, ou pentes eletrónicos.

Estes produtos são aplicados no cabelo e couro cabeludo, atrás das orelhas e nuca, depois de algum tempo de pose passa-se com o pente fino para remover os piolhos e lêndeas.

Quando indicada uma segunda aplicação deve-se aguardar sete a dez dias.

Deve aconselhar-se com o seu farmacêutico para garantir o uso correcto de forma a assegurar a eficácia do tratamento.

Para prevenir o contágio:

  • Evite o contacto directo entre cabeças,
  • Verifique a cabeça de toda a família,
  • Lave o vestuário e roupas de cama a 60ºC,

Guarde o que não pode ser lavado em sacos durante duas semanas (A roupa ou acessórios que não se podem lavar a 60 graus, por exemplo alguns chapéus, casacos com capuz ou pêlo, bandoletes podem ficar fechadas num saco pois assim os piolhos morrem por asfixia, E depois ao fim desse tempo retira-se as peças e deita-se o saco no lixo)

Tudo isto porque basta sobreviver um único piolho para que a praga aconteça.

Os piolhos não voam mas sabem nadar, por isso é tão importante seguir a regra da touca quando se vai à piscina.

Deixe o preconceito de lado e informe a professora se o seu filho apanhou piolhos. Porque ao contrário dos humanos os piolhos não são preconceituosos e não fazem a distinção entre cabeças sujas e lavadas, assim conseguimos melhor cuidar da saúde dos nossos filhos.

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

31
Ago18

A febre é apenas um sintoma

Revista Saúda

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A temperatura do corpo humano é de cerca de 37ºC. Se a criança estiver muito agasalhada ou num ambiente quente é provável que a temperatura corporal suba: “está quentinha” e tem as bochechas vermelhas.

Considera-se febre se os valores medidos de temperatura:

Rectal for superior a 38,0°C
Oral for superior a 37,5 °C
Axilar for superior a 37,2 °C
Timpânica for superior a 38,0 °C

 

Para saber se a criança tem febre não basta pôr a mão na testa, importa saber o valor da temperatura utilizando um termómetro para medir, lendo o folheto informativo que o acompanha.

Como medir?

A temperatura rectal é o método mais rigoroso, deite a criança de costas e introduza a ponta flexível do termómetro (de gálio ou digital) em cerca de 3 cm do ânus, num trajecto paralelo às costas da criança. A leitura com o termómetro digital faz-se ao 1º toque e, com o termómetro de gálio aos 3 minutos.

 

 Vale a pena recorrer a um serviço de saúde?

 

Sim, vale sempre a pena ir ao médico, porque só ele pode despistar outras possíveis causas para os sintomas que a febre pode esconder. Deve ir ao médico quando:

 

  • O bebé tiver menos de dois meses de idade (de idade corrigida se nasceu prematuro)
  • Se tiver idade inferior a seis meses com temperaturas iguais ou superiores a 40°C
  • Se tiver temperaturas axilares superiores a 40,0°C ou rectais superiores a 41°C
  • Se tem uma doença crónica grave

 

  • Se tem febre há cinco ou mais dias, ou se a febre reaparecer após 2 a 3 dias de temperaturas normais
  • Se houver outros sintomas associados como: náuseas, sonolência, vómitos, diarreia, dificuldade em engolir ou falta de apetite, dor de ouvidos, rigidez no pescoço, apatia, dificuldades respiratórias, manchas ou borbulhas na pele, dores nas articulações, convulsão, urina turva e/ou com mau cheiro.

Tomar um antipirético (diminui a febre) recomendado pelo pediatra na dose prescrita, medida com rigor, cumprindo os horários e intervalos entre as tomas. A criança deve beber bastantes líquidos, usar roupa leve, repousar em ambiente com temperatura amena, aplicar pachos de água fria várias vezes ao dia.

Não medique sem consultar o seu médico ou farmacêutico. Se necessário contacte o Centro de Contacto SNS 24 (808 24 24 24)

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

17
Ago18

Porquê vacinar

Revista Saúda

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Uma vacina, ao ser administrada, dá origem a uma resposta do sistema imunitário (sistema de defesa do organismo) específica contra determinados microrganismos, criando uma protecção - a imunidade contra a doença.
A vacinação tem uma função preventiva, não causando doença, mas também não a curando. Evita o seu desenvolvimento ou atenuando os sintomas da doença caso esta, mesmo assim, venha a ocorrer.
Está comprovado cientificamente, que a vacinação permite salvar mais vidas e prevenir mais doenças do que a maior parte dos tratamentos médicos.
A implementação de programas de vacinação permitiu controlar, ao longo dos anos, inúmeras doenças, algumas desconhecidas para a maioria das pessoas, como a poliomielite, a tosse convulsa ou a difteria.
Além de trazer benefícios a nível individual, a vacinação de uma elevada percentagem da população dá origem à tão falada imunidade de grupo, responsável pelo controlo e, ou erradicação da doença numa dada região das doenças referidas.
A imunidade de grupo é uma protecção extra ao impedir que alguns micro-organismos circulem entre as pessoas (por estarem vacinadas). E evitando que algumas doenças se espalhem na comunidade, promovendo a erradicação.
Para além disso a imunidade de grupo permite proteger alguns grupos que não podem ser vacinados. É o caso das grávidas, crianças sem idade para administração de determinadas vacinas ou doentes com o sistema imunitário enfraquecido, devido a algumas doenças. Cada indivíduo não vacinado corre o risco de adoecer e aumenta o risco de transmissão da doença na comunidade. A vacinação é um acto de protecção, é um direito mas também um dever de todos.

Luísa Leal, Farmacêutica

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20
Jul18

Boiões de alimentação infantil, sim ou não?

Revista Saúda

 

 

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Quando se está de viagem ou férias, e não foi possível levar comida de casa para o bebé; se depois de ir buscar os mais pequenos e enfrentar a azáfama do final de dia não sobra tempo para fazer o jantar, e a cereja no topo do bolo é o cesto da fruta vazio, o importante é descomplicar, e deitar para trás das costas, todos os sentimentos de culpa. Para estes momentos nada como optar pelos boiões de alimentação infantil reservados apenas para uma situação SOS. O fabrico de refeições industriais infantis segue regras rigorosas de segurança, e está sujeito a um elevado controlo de qualidade. No entanto é importante os pais lerem os rótulos e verificarem se os boiões de legumes, carne ou peixe têm ou não adicionado sal, assim como os de fruta não devem ter a adição de açúcares - apenas os açúcares naturalmente presentes na fruta. Também devem confirmar junto do pediatra, se os ingredientes presentes nos boiões são adequados ao bebé.  

 

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

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