Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

28
Jan18

Os Sentimentos do Avô Delfim

Revista Saúda

Hoje passo a palavra ao meu pai Delfim Gonçalves.

Ana

_MG_3074.jpg

 

Não me lembro de ter grandes brincadeiras com a minha filha Ana. Naquela época ela ficava mais com a mãe.  Eu era muito novo e hoje parece que vejo tudo com mais calma. Quando tive a minha Ana, tinha 21 anos. Agora tenho mais vagar para estar com os meus netos. O Daniel gosta de ir comigo ver os gatos, jogar à bola e ir ao café. Chama-me ‘avô Bilha’ porque tenho o gabinete cheio de bolas para ele brincar.  

Já a Margarida acho-a tão fragilzinha que nem gosto muito de pegar nela. Se lhe peguei três vezes foi muito. Enquanto for assim pequenina tenho um bocado de receio de lhe pegar. Mas desde que ela começou a rir-se já é mais fácil meter-me com ela.

Delfim Gonçalves (avô Bilha)

21
Jan18

Momento nanana

Revista Saúda

Sempre que estou sozinho com a Margarida ela resolve ter um daqueles ataques de choro e eu faço o que posso, mas nada resulta. Se calhar era mais eficaz eu ficar sentado e quieto e esperar que ela parasse de chorar, mas como esse parar de chorar nunca mais chega eu vou tentando fazer tudo e mais alguma coisa a ver se a acalmo. A regra é que ela chora quando lhe apetece. E sim canto, canto o que me vier à cabeça. É o nananana. É o que for preciso. Não será propriamente um momento terno e íntimo em que lhe faço uma serenata. É mesmo um cala-te por favor. Em rima.

Daniel 

Furadouro043.jpg

 

O show do Daniel (pai)

Às vezes chego ao quarto e ele anda aqui a dançar com a Margarida. Em tronco nu, porque fica cheio de calor. Anda para trás e para a frente. Depois senta-se e volta a levantar-se. Canta, dança e abana-se. Normalmente não resulta, mas é um espectáculo digno de se ver.  

Ana

17
Jan18

Uma bebé encalorada

Revista Saúda

Furadouro007.jpg

 

A Margarida é uma bebé que por norma gosta de estar destapada. Penso que de uma forma geral, todos os bebés gostam de estar destapados. O meu filho Daniel também é assim. Eles vão-se destapando imenso ao longo da noite. O que faço é ter o quarto bem quentinho e agasalhá-los bem. Assim eles podem dormir à vontade.

 Ana 

06
Jan18

A verdade nua e crua

Revista Saúda

 

Furadouro041.jpg

 

Quando estou com a Margarida ao colo é o momento em que estou a prestar mais atenção a mim do que a ela. Arranjei uma posição boa, e ela fica ali sossegadinha.  Acabo por fazer qualquer coisa que me apeteça (entenda-se jogar PlayStation) e desligo-me um bocadinho dela. Não será o momento em que me sinto «o pai do ano». Aliás não tenho a soberba de me sentir o pai do ano. Faço o possível e o impossível para que os meus filhos sejam felizes, porque gosto muito deles. Inicialmente a Margarida ficava naquela posição deitada no meu peito e gostava muito. Com o irmão acontecia o mesmo. Só que agora às vezes já não vai muito à bola com isso. Quero dizer quando ela finalmente pára de chorar ao fim daquela hora e adormece ao meu colo num sono tranquilo, fico com aquela sensação: «Epá, és pai.» 

Daniel 

03
Jan18

Interpretação do(s) choro(s)

Revista Saúda

_MG_3467.jpg

 

Já consigo perceber quando a Margarida só quer colinho, quando chora de fome e quer maminha, ou quando está apenas incomodada com o calor ou o frio. Noto também fisicamente nos seus gestos que a Margarida está com calor. De vez em quando um deles lá terá que ficar a chorar um bocadinho, depende muito do choro que é mais urgente. Já fui muito mais stressada com o choro dos bebés. Pego na Margarida, quando é a Margarida. Fico com ela ao colo. Às vezes tenho que pegar no Daniel e fazer a ginástica de me desdobrar em dois. Nessa altura não tenho dois, mas milagrosamente quatro braços. E tenho que estar muito relaxada porque os bebés notam se estiver nervosa e isso não é bom, porque choram mais.

 Ana 

31
Dez17

Ano novo, casa nova e muita tranquilidade

Revista Saúda

Natal Furadouro.jpg

 

2018 está quase aí. Sentimo-nos muito agradecidos pela nossa (recente) família e desejamos, acima de tudo, que continuar assim: unidos, felizes e com muita saúde. Os últimos dois anos têm sido cheios de emoções fortes e bastante intensos. Numa só palavra: maravilhosos.   
Que o próximo ano traga, literalmente, mudanças boas. Trocar de casa é um dos nossos objectivos. Estamos todos a precisar de mais espaço, principalmente os dois traquinas. Que o próximo ano seja tranquilo, para todos nós. 

Publicidade

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D