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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

08
Dez19

Já cheira a Natal!

Revista Saúda

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O Natal está quase aí e na escola dos meus filhos já começaram as decorações natalícias. Os corredores ficam repletos de enfeites feitos pelas crianças e que fazem a delícia de todos os papás ao verem as obras dos filhos.

A turma da minha pitocas decorou a árvore de Natal com botas e estrelinhas elaboradas durante uma das muitas actividades diárias que têm no colégio. A árvore está na entrada da escola e sempre que por lá passamos ela faz questão de apontar a sua bota enquanto diz, muito orgulhosa: «mamã, foi a Ita que fez, mamã... Olha, olha!».


Ana

06
Dez19

Molusco contagioso

Revista Saúda

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Hoje tivemos a “visita” de uma mãe habitual da nossa farmácia, e vinha muito bem acompanhada pelo seu filho de 5 anos, um utente assíduo de produtos para a dermatite atópica. Mas desta vez o motivo foi diferente. Tinha ido ao dermatologista porque tinha apanhado o molusco contagioso provavelmente na natação.

A mãe estava preocupada e por isso decidiu ir à farmácia para perceber o que era aquilo do molusco contagioso. Depois do atendimento estar concluído percebi que poderia ser um tema pertinente para abordar, uma vez que é frequente em crianças, mas pode aparecer também em adolescentes e adultos.

O molusco contagioso é uma manifestação de um vírus (Poxvirus) que infecta a pele. Transmite-se por contágio directo pele com pele, ou por partilha de objectos contaminados, como toalhas e esponjas de banho.

A dermatite atópica da criança poderá ter sido um factor de risco para a infecção. Todavia, há outros factores a ter em conta como o estado do sistema imunitário. Em indivíduos portadores do VIH ou transplantados que tomem imunossupressores o risco de contágio é maior.

O vírus demora duas a seis semanas a manifestar-se. Vêem-se lesões rosadas ou amareladas de pequeno diâmetro, parecidas em forma de bolha. Normalmente surgem no tronco, braços, pernas, pescoço ou genitais. É muito importante não coçar, uma vez que poderá fazer alastrar as lesões para outras zonas do corpo.

Quando se encontra numa zona de fácil contacto, por exemplo no braço, é conveniente que sejam cobertas com um penso impermeável para evitar o contágio. Para além dos cuidados habituais de partilha de objectos pessoais.

As lesões, numa pessoa imunocompetente, resolvem-se espontaneamente em cerca de dois meses, mas o vírus pode demorar seis a 12 meses a desaparecer por completo. A parte positiva é que não é habitual ficarem cicatrizes.

O tratamento deste vírus passa por limitar o alastramento das lesões e evitar o contágio a outras pessoas. Os métodos mais frequentes são: curetagem, crioterapia e laser.

Neste caso, o dermatologista optou pela curetagem. Nesse procedimento faz-se a remoção física da lesão, previamente anestesiada, com uma cureta.

Luísa Leal,farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

05
Dez19

Adaptação tranquila

Revista Saúda

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O Dinis adaptou-se com tranquilidade à nova sala e equipa. É muito próximo de mim e das auxiliares, enchendo-nos de afecto e brincadeiras. É muito alegre e gosta muito de brincar com os colegas. Já está familiarizado com o espaço, os materiais e a rotina diária.

 

Patrícia Glória (educadora da Sala Azul Escura)

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