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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

07
Abr19

Minha querida chupeta

Revista Saúda

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Quase a fazer dois anos, o Dinis está cada vez mais autónomo. Mas ainda não largou a chupeta. Na escola consegue viver sem ela, mas em casa nem por isso. A chupeta é um pequeno consolo que tem, quando acontece alguma coisa menos boa, se tem sono ou faz uma birra. Já devíamos tê-la tirado, mas nem sabemos quando vamos fazê-lo. Esta é uma fase de grandes desafios. Temos o desmame, o desfralde… Tem de ser uma coisa de cada vez.

Zara e Luís

 

 

06
Abr19

Preferências clubísticas

Revista Saúda

 

Sou do Futebol Clube do Porto e procuro influenciar os meus filhos. Como gostam muito de música, tenho o hábito de colocar as músicas do Porto e fazemos a festa juntos. Também é para "picar" um bocadinho a Vera que é do Benfica, confesso.

05
Abr19

A hora do bolo

Revista Saúda

 

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Não sou de fazer bolos, mas faço um de laranja que a mãe do Daniel me ensinou. Sigo à risca as instruções e é um momento divertido com os miúdos. Partem os ovos, gostam de mexer na massa. É a parte favorita. Acho que eles pensam que estão a mexer num género de plasticina doce, por isso é-lhes permitido pôr na boca. Temos repetido este ritual algumas vezes. Quando resulta bem, cada cozinheiro tem direito a uma fatia de bolo. O Daniel costuma brincar que estamos proibidos pelo médico de fazer mais do que um por semestre. Aqui para nós, estamos sempre a transgredir.   

 Ana    

04
Abr19

Terra Nostra

Revista Saúda

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Há uns tempos fizemos uma viagem muito divertida aos Açores. Claro que em termos de logística implica algum planeamento. Andámos a passear pela ilha de São Miguel e alugámos um carro. A coisa mais estranha que levámos foi a cadeira de bebé para garantir que tínhamos uma cadeira segura. Mas não levámos carrinho, andámos só com a mochila para o transportar. Levar uma criança com um ano e meio não é impedimento para fazer uma viagem todo o terreno. Descemos a lagoa do Fogo e tivemos até de fazer um caminho bastante acidentado. Levei-o na mochila encostado a mim, depois ele andou um bocadinho lá pela lagoa, molhou os pés e voltámos a subir. 

Ana e Diogo 

02
Abr19

Love is in the Air

Revista Saúda

Confesso que continua a custar-me muito deixá-los. Eles é que são a minha família e quero que estejamos sempre juntos. Por um lado, sabe-me bem sair e jantar fora com a Ana, por outro sinto-me sempre muito culpado porque deixei os meus filhos com outras pessoas. Sei que estou a repetir-me, mas sempre quis muito ter filhos e parece-me paradoxal procurar oportunidades para deixá-los longe de mim.

Daniel

 

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Lentamente voltámos a ter momentos a dois. Fora o filme «Os Crimes de Grindewald» fazemos sessões de cinema em casa. Temos sempre um balde de pipocas e como eles têm ido dormir cedo, escolhemos um filme e é o nosso programa aos sábados à noite. Também temos ido jantar fora, em média um par de vezes por mês. Os meus pais ou os do Daniel ficam com os miúdos e já nos conseguimos demorar um bocadinho.

Ana

 

 

02
Abr19

Comida? Só inteira!

Revista Saúda

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O Rodrigo bebeu pelo biberão muito poucas vezes. Desde muito pequeno, mostrou bastante autonomia à refeição. Aos 18 meses, sinto que está a crescer e a desenvolver-se muito bem: já não quer o biberão, prefere um copo com palhinha. Também não quer o frango desfiado mas uma perna de frango na mão. E já prefere uma peça de fruta para roer, não a quer cortada. Se insisto, exclama logo: "Não. Dar de comer ao Rodrigo, nem pensar, eu já sou crescido.” O único problema é o estado em que a cozinha fica às vezes. Ainda por cima, quando é repreendido por deitar a comida para o chão, resmunga. Então, vamos deixar comer o nosso pequenote. Ele ainda está a aprender.

Hugo e Vera

01
Abr19

Rir, o melhor remédio

Revista Saúda

 

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Quando o Rodrigo faz alguma pequena asneira, há dias em que me dá muita vontade de rir. Tudo por causa das expressões de malandreco que ele faz… Mas, de um modo geral, posso dizer que me controlo. O riso fica cá dentro.
O meu pai é que é pior! (risos) Ele sim ri-se sempre das asneiras que o Rodrigo faz. Ele já se apercebeu disso e, então, repete-as sendo que, logo de seguida, chama sem parar pelo avô. Como quem diz: «Este é que me entende!».
Diogo

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