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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

07
Dez18

Viajar com os mais novos

Revista Saúda

 

Farmacéutica.jpg

 

Viajar com os mais pequenos, sair da rotina, conhecer um novo lugar, experimentar coisas novas e experienciar emoções, é proporcionar aos mais pequenos o desenvolvimento de aptidões, que o pacote de uma viagem envolve.

Se está a planear viajar com as crianças no inverno, antes de começar a fazer as malas, consulte a previsão meteorológica no destino. Opte por levar apenas, o número de mudas de roupa para os dias da estadia, mais uma. Leve os produtos de higiene diária, como o creme de banho, o hidratante corporal e o creme da muda da fralda em tamanhos mais pequenos.

 Na mochila deve guardar, além do brinquedo preferido, o gorro, o cachecol e as luvas, que vão proteger as zonas do corpo mais expostas ao frio. Leve consigo o batom do cieiro e o cold cream, renovando a sua aplicação no rosto e nas mãos. Uma embalagem de toalhetes em formato pocket deve andar sempre à mão.

Os miúdos adoram explorar os novos lugares, e por vezes além de colecionarem memórias, trazem um arranhão de recordação.

No kit farmácia em de viagem, não pode faltar o soro fisiológico para limpar a ferida, o spray antisséptico, o creme cicatrizante e os pensos rápidos. Junte o termómetro, a água do mar em caso de congestão nasal, e o medicamento para a dor e febre.

Quando chegar ao destino guarde o kit num local fresco e seco, longe das crianças e… desligue o complicómetro, aproveite as férias!

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

07
Dez18

O nosso pestinha

Revista Saúda

 

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Nestes últimos meses temos verificado que o Dinis tem uma personalidade um pouco mais traquinas e rebelde. Procuramos não comparar os filhos, mas acabamos por fazê-lo sem o querer e, no que toca à rebeldia, o Dinis é muito mais agitado do que o irmão.
Ele faz muitas asneiras e não cede às repreensões. Tem o hábito de abrir as gavetas, despejar as caixas dos brinquedos pela casa toda e no fim, com um ar maroto, chama-nos para irmos ver a asneira que fez.
Às vezes é divertido, outras vezes torna-se cansativo. E, por vezes, o Miguel também fica chateado pois ajuda a arrumar as coisas que o irmão espalha. Pouco depois o Dinis volta a desarrumar tudo. Enfim, faz parte da idade.
Luís

06
Dez18

A importância do não

Revista Saúda

 

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Não sou hostil com o Rodrigo, tenho sempre presente que ele ainda é muito pequenino e está num processo contínuo de aprendizagem. A estratégia é ensinar o não. Porque é a partir do primeiro ano que se ensina o não. Não lhe batemos obviamente, nem faz sentido. Mesmo que lhe desse um açoite ele não sabe o que significa. Às vezes subo o tom de voz e explicando-lhe que a asneira não deve ser levada a cabo. Mas ele insiste e chora. Determinado, tenta levar a sua avante. Com o tempo há-de aprender que não é não.  

Vera 

 

04
Dez18

Meu querido pijama

Revista Saúda

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Mais uma vez, celebrou-se o dia nacional do Pijama. No ano passado, o Dinis não pode participar na festa que a escola organizou pois estava doente. Desta vez, lá foi ele com o irmão, iam os dois vestidos a rigor. O Dinis estava muito contente. Não só não largava a almofada como também quis levar o cavalinho azul para a escola. Quando os fui buscar à escola, o Dinis trazia um peixinho muito colorido, em almofada. O Miguel trazia consigo um Caçador de Sonhos e, disse-me: «Mãe, vou pedir ao Pai Natal, o Livro da Missão Pijama 2018».

Zara

03
Dez18

O primeiro Halloween do Rodrigo

Revista Saúda

HalloweenVera_n.jpg

 

Este ano o dia das bruxas foi diferente. A Margarida e eu decorámos uma abóbora para levar para a escola. O Rodrigo batia palmas e riu-se muito para a Margarida, enquanto ela tirava as pevides. No dia a Margarida transformou-se numa linda bruxa. O Rodrigo também levou um adereço na cabeça que fizeram na escola. Chegados a casa fomos animar os vizinhos e aquecer os seus corações com sorrisos.

Vera

 

 

 

01
Dez18

Ao teu ritmo

Revista Saúda

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Quando se tem filhos, muitas vezes, o decorrer do dia não acontece como se quer, mas como se pode. É preciso gerir as nossas frustrações e também as do nosso filho. Dou-vos um exemplo: no outro dia tivemos um jantar de família - o meu sobrinho do meio fazia anos -, mas quando estávamos a chegar ao restaurante o Rodrigo estava com sono. O Diogo teve, então, de ir dar umas voltas de carro para ver se ele adormecia pois, se não o fizesse, sabíamos que ele não iria estar capaz de estar no jantar.
Estes compassos de espera acontecem quando temos coisas combinadas [risos].
Ana e Diogo

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