Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

23
Out18

A falar é que a gente se entende

Revista Saúda

Net_ANF_bebe_Fundão_Ago18_30.jpg

 

O Rodrigo começou a falar muito cedo. As primeiras palavras que lhe ouvimos foram: olá, mamã, papá e papa. Agora já evoluiu e diz mãe, pai, avô, cão, pão e nana talvez para a banana. Acredito que possa ter duplo significado e ser mana. Faz já umas relações muito engraçadas. O pai no outro dia estava com um boné e como o meu sogro e o meu pai andam muitas vezes de boné ele tira o boné e diz «avô?». Portanto já faz esta relação com as palavras. Ele consegue verbalizar cá, anda cá ou dá cá. Ele não diz: Ciao mas acena com a mão. Esta fase é muito bonita porque eles interagem muito. É como se fossem uns exploradores de linguagem verbal. 

 

 Vera 

23
Out18

Uma vitória por dia

Revista Saúda

ANF_bebe_StaCruz11.jpg

 

Parece-nos que falta pouco para começar a falar e construir frases. Já diz bebé, mamã, papá. Compreende perfeitamente o que lhe dizemos. É muito engraçado, faz alguns gestos que lhe ensinámos. Por exemplo mais. Ou então acabou. Já sabe explicar-nos quando quer mais alguma coisa e associa isso à comida. Porque à hora de almoço e de jantar é através dos gestos que nos explica que quer mais ou que acabou. É muito engraçado de se ver. E ir acompanhando estas pequenas vitórias.

 

Ana e Diogo

22
Out18

Adora animais

Revista Saúda

BebeDinis_TVC4159if.jpg

O Dinis adora animais. Assim que vê um animal começa logo a rir e fica muito entusiasmado. No parque da juventude, onde costumamos ir com regularidade, assim que vê os animais faz uma grande festa. Se vamos a passear na rua e vê cães também reage de imediato e tenta comunicar. O Miguel não era nada assim, não se manifestava desta maneira…


Zara

21
Out18

Beijinhos de mãe curam

Revista Saúda

Mag_111.JPG

Se há coisa que não falta cá em casa é arnica. Ando sempre com isso. Ainda não tivemos nenhum susto grande que nos obrigasse a recorrer a primeiros socorros… Eu sou mais stressada do que o pai. Não tenho nem os instintos nem as reacções dele que, se acontece alguma coisa, vai logo levantá-los do chão ou pôr gelo. Se por exemplo o Daniel cai, a primeira coisa que faço é pegar nele ao colo e abraçá-lo. Diz-se que os beijinhos da mamã curam muita coisa.


Ana

18
Out18

Tem dias

Revista Saúda

 O Rodrigo gosta de conviver com bebés do tamanho dele, mas depende muito dos dias. Houve alturas no parque em que uma coisa qualquer que lhe despertou a atenção e ficou sozinho a fazer aquilo e não interage. Logo a seguir pode ir ter com outro miúdo e tira-lhe ou dá-lhe não sei o quê. Eu diria que varia, mas que a interacção só faz é bem. Mas na maioria das vezes o Rodrigo já interage. Fazemos até questão de promover esta interacção com outras crianças por ele não frequentar a creche. Há dias em que se nota que prefere estar com adultos. E há dias em que se nota que quer estar mais com bebés.

 

Ana e Diogo 

17
Out18

O pai é fixe!

Revista Saúda

Mag_071.JPG

O tempo em que consigo estar com os meus filhos é pouco. Nessa minha janela de oportunidade procuro não passar o tempo inteiro a mandar vir com eles e a corrigi-los. Se eu puder fazer palhaçadas para ganhar mais uns créditos extra... Tenho um medo terrível que eles não gostem de mim e do Benfica, não necessariamente por esta ordem [risos].

Tento é não fazer nada que eles possam ver como adverso. Prefiro que pensem: «O pai só traz coisas fixes». É a história do polícia bom e o polícia mau. Mas, atenção, quando for preciso eu vou dizer-lhes «não». Isto de ser um pai ‘fixe’ é só nesta fase inicial.

Daniel

16
Out18

Uma questão de química

Revista Saúda

ANF_bebe_Fundão_Ago18_12.jpg

 

Existe uma química entre pai e filho. Penso que os nossos filhos são o reflexo daquilo que somos. Nós temos a felicidade da Vera ser mais liberal e de eu ser mais rígido. Esta conjugação de factores resulta numa fórmula que produz a meu ver crianças saudáveis e que sabem até onde podem ir. Evidentemente que todas as crianças têm birras, mas as nossas sabem que no ponto alto dessa mesma birra está lá o pai com cara de stop. Penso que existe um padrão entre o ponto máximo e ponto mínimo. E eles andam por ali a flutuar. Acho que este estabelecimento de limites daqui a uns anos irá reflectir-se na personalidade da Margarida e do Rodrigo.

Hugo

 

Publicidade

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D