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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

29
Set18

Devagar se vai ao longe

Revista Saúda

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O Rodrigo começou a andar no princípio de Agosto. Na verdade, ele começou a ameaçar e a dar uns passos umas semanas antes. Mas quando começou efectivamente a andar foi mesmo com convicção. Conseguiu ficar estável, parar e voltar a andar. Vê-se que já está com confiança por isso já sabemos que os próximos tempos vão ser de menos descanso. Agora que ele consegue chegar a todo o lado. Vai ser engraçado. Agora tem todo o tempo do mundo para treinar. 

Ana e Diogo

28
Set18

Assaduras, pregas e refegos

Revista Saúda

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O rabinho “assado” ou a dermatite da fralda é dos problemas mais comuns na infância. Vamos descomplicar porque não quer dizer, necessariamente, que os pais não têm hábitos de higiene.

As causas mais comuns para o aparecimento ou agravamento da inflamação e vermelhidão são:

  • A introdução de novos alimentos na dieta do bebé, e a toma de certos medicamentos pelo bebé ou pela mãe que esteja a amamentar, alteram a composição das fezes tornando-as mais agressivas para a pele
  • O uso prolongado da fralda molhada ou suja favorece o contacto da pele com a urina e as fezes
  • A fralda apertada

Estas situações alteram o equilíbrio da pele, deixando-a mais sensível à acção de bactérias e fungos, que vivem nas zonas mais húmidas e quentes do rabinho, como as pregas.

Há pequenos gestos diários que previnem a dermatite da fralda:

  • Mude frequente a fralda e lave com água tépida a cada muda
  • Após a lavagem é importante secar com uma toalha macia dando especial atenção às pregas, pois são um local onde há acumulação de humidade
  • Evite os produtos com constituintes demasiado activos, as toalhitas com álcool e perfume, porque são agressivos para a pele sensível do bebé
  • Deixe a pele do bebé respirar, porque quanto mais tempo estiver sem fralda melhor

Aconselhe-se com o seu farmacêutico sobre qual a pasta de água mais adequada para tratar a irritação e reforçar a proteção da zona da fralda.

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

 

27
Set18

Rodrigo, um rapaz sem problemas

Revista Saúda

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O Rodrigo entrou no infantário como se não fosse nada com ele. Impecável, não chorou nada. Aos nove meses, no entanto, começou a choramingar quando o deixava. Entrou na fase de estranhar pessoas e ambientes. E quando eu virava costas, ele parece que se interrogava: «para onde vai a minha mãe?» Adoptámos a estratégia de ser sempre entregue à Patrocínio, a auxiliar que está com ele no berçário. E assim vai sempre sem problemas até lhe dá os braços e vai logo brincar. Eu entrego-o de costas voltadas para mim e ele até às vezes volta-se e acena-me um «adeus» com a mão. Passa lá o dia muito bem, come e dorme bem a sesta. Entra às nove e meia e às cinco vou buscá-lo.     

Vera

24
Set18

Boca sagrada

Revista Saúda

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O Rodrigo é muito boa boca. São poucos os alimentos que não tolera. Talvez torça o nariz à sopa de alho francês quando é feita com batata normal. Se for com batata doce e frango come bem. Vou jogando com essa diversidade de alimentos. Já introduzi praticamente os alimentos todos. Ele adora pão e bolacha Maria. É o monstro das bolachas, sai à mãe. E até já pede, assim como também pede banana. Ele já verbaliza algumas coisas e pão diz perfeitamente. Ao nível da fruta gostou muito de manga e de uvas. Adorou. Gosta mesmo muito de fruta. Está a começar a explorar a comida, eu dou-lhe os alimentos para a mão e ele esmaga, sente, põe as mãos na boca e fica todo sujo. A próxima experiência gastronómica será com o arroz. Quando lhe começar a dar o segundo prato, ele com certeza vai gostar de texturas como o arroz e as ervilhas.  

 

Vera

23
Set18

A casa da bisa tem mel

Revista Saúda

Hoje damos a palavra à minha avó Teresa, os almoços em casa dela são uma animação.

Daniel    

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Sempre que fazemos almoços vêm cá os meus filhos, netos e bisnetos. Quando estamos todos, somos 20. Agora já não cozinho. As minhas filhas preparam tudo. Sobremesas, cada uma traz a sua. Combina-se o que se há-de fazer, a minha nora também ajuda. Eu faço a sopa e de resto são elas que se organizam. Ao domingo de manhã assisto à missa pela televisão, e de repente a casa enche-se de família. Se for assado de véspera deixo as batatas descascadas, como sempre fiz. Depois a minha nora adianta e põe o assado no forno. As minhas filhas chegam e põem a mesa. A mesa tem 12 lugares, mas quando somos 20 acrescento outra. Sempre que podemos reunimo-nos todos cá em casa. Eles gostam de vir à avó e eu também gosto de os ter aqui. O meu marido também gostava muito de ter os filhos e os netos, tudo junto dele. Eu continuo a tradição.


Avó Teresa

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