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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

23
Jul18

Que emoção, meu filho!

Revista Saúda

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É sempre uma grande emoção ouvir um filho a começar a falar. O Rodrigo desenvolveu muito essa capacidade, já verbaliza algumas coisas como «Olá», «Mamã», «Papa», «Papá», «Tchau». Admito que estava longe de mim pensar que, nesta altura, ele iria falar já tão bem. Houve até um dia em que, por brincadeira, o desafiei a chamar-me e, de repente, ouvi-o dizer «Mamã!». Foi um momento muito engraçado…Outra evolução engraçada, que lhe identificamos, é que ele adora explorar. Está numa fase de observação e gosta muito de tocar nas coisas. Para ele é uma alegria constante.

Vera

21
Jul18

Alérgica a meias e sapatos

Revista Saúda

 

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Raramente consigo que a Margarida ande calçada. No máximo fica de meias e sapatos um quarto de hora. Depois irrita-se e tira logo tudo. Principalmente o pé esquerdo. De manhã quando dou com ela está a dormir com as meiazinhas nas mãos. Deve tirá-las a meio da noite. Acontece por acaso o mesmo com os vossos bebés?

Ana

20
Jul18

Boiões de alimentação infantil, sim ou não?

Revista Saúda

 

 

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Quando se está de viagem ou férias, e não foi possível levar comida de casa para o bebé; se depois de ir buscar os mais pequenos e enfrentar a azáfama do final de dia não sobra tempo para fazer o jantar, e a cereja no topo do bolo é o cesto da fruta vazio, o importante é descomplicar, e deitar para trás das costas, todos os sentimentos de culpa. Para estes momentos nada como optar pelos boiões de alimentação infantil reservados apenas para uma situação SOS. O fabrico de refeições industriais infantis segue regras rigorosas de segurança, e está sujeito a um elevado controlo de qualidade. No entanto é importante os pais lerem os rótulos e verificarem se os boiões de legumes, carne ou peixe têm ou não adicionado sal, assim como os de fruta não devem ter a adição de açúcares - apenas os açúcares naturalmente presentes na fruta. Também devem confirmar junto do pediatra, se os ingredientes presentes nos boiões são adequados ao bebé.  

 

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmacêutica.pt

20
Jul18

Areia da praia, a nova descoberta

Revista Saúda

Aproveitámos a vinda de um tio da Ana, que vive fora de Portugal, para dar um salto ao Algarve e conhecer uma zona muito bonita cheia de encostas e grutas. Já tínhamos ido com o Rodrigo à praia no ano passado, mas, desta vez, com ele mais crescido deu para ver novas reacções.
A primeira que registámos foi que gostou do contacto com a areia: tocou, mexeu e claro, comeu! Já sabemos que isso faz parte e não podemos evitar, temos apenas que ter cuidado com os pedaços de concha ou pedrinhas para evitar o risco de engasgamento.
A segunda reacção foi à água do mar. Primeiro, olhou com desconfiança e quando lhe colocámos os pés na água (bem fria por sinal) ele estranhou e começou a choramingar. Estamos sempre a brincar a dizer que ele foi concebido na Indonésia por isso deve ser mais adepto de águas quentinhas! Voltaremos a tentar mais vezes nos próximos meses.

Diogo

18
Jul18

Donos da cozinha

Revista Saúda

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Cá por casa os homens são os cozinheiros de serviço. Antes de haver crianças, já era eu quem dominava os tachos e, agora, tenho dois seguidores. O Miguel gosta muito de me ajudar a cozinhar, e o Dinis já fica muito curioso com o que estamos a fazer e junta-se para ver o que está a acontecer. Estou certo que um dia destes vai começar a pôr a mão na massa...
Luís

17
Jul18

Apontar ainda não é feio

Revista Saúda

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Nas últimas semanas, uma das aprendizagens que o nosso filho fez foi a de apontar. Ele tem uma forma muito peculiar de o fazer, parece quando os miúdos imitam uma arma, com dois dedos levantados.

Às vezes parece mesmo que ele percebe que está a apontar para algo quando faz o gesto. Mas, às vezes, também nos deixa na dúvida porque pedimos para ele dizer onde está o pai ou a mãe e ele nunca aponta para nós.

Temos estado a fazer um esforço por lhe ensinar alguns sinais gestuais ao mesmo tempo que referimos as palavras pois sabemos que para eles é muito mais fácil fazerem os gestos nesta fase e, assim, conseguimos todos comunicar melhor.

Diogo

 

 

17
Jul18

Amamentar, até quando?

Revista Saúda

Gosto mesmo muito de amamentar a Margarida, mas estou a começar a sentir-me muito cansada. O Daniel e eu não discutimos acerca do assunto, mas temos opiniões diferentes. O intervalo entre uma gravidez e outra foi muito curto e sinto como se estivesse a amamentar há imenso tempo. Tenho mesmo a sensação que não parei desde que o Daniel nasceu. E estou cansada, porque parei durante muito pouco tempo. Foram 16 meses entre os dois nascimentos. Vamos esperar até ao fim do Verão e tentar fazê-lo aos bocadinhos. Ver se a Margarida começa a dormir melhor. Nada me garante que ela vá dormir melhor porque pode deixar a mama e querer biberon, o que dá mais trabalho. Vou dar mais um tempinho.

Ana

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Acho que enquanto a Margarida não tiver dentes, a biologia dela está a indicar que ela ainda está na idade de mamar. Mas não me adianta muito discutir sobre esta temática porque o peito é dela.

Daniel 

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