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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

23
Mar18

Queimaduras: todo o cuidado é pouco

Revista Saúda

 

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Todo o cuidado é pouco

Nesta etapa da vida é essencial que o bebé esteja sempre sob a vigilância de um adulto de forma a evitar possíveis acidentes.


Gestos que previnem
• Evite cozinhar ou beber líquidos quentes com o bebé ao colo
• No banho utilize um termómetro de água para verificar a temperatura. Comece sempre por deitar água fria na banheira e só depois a água quente
• Antes dar o biberão deve entornar uma gota de leite no pulso para confirmar a temperatura do leite
• Não use o micro-ondas, porque o biberão pode estar morno mas o leite muito quente


Gestos que tratam
1. Remova a fonte de calor
2. Arrefeça imediatamente a área queimada com água fria corrente da torneira, por alguns momentos (até 20 min)
3. Aplique na zona afectada um creme para alívio da dor e regeneração da pele.


É importante
• Não rebentar ou furar as bolhas
• Não aplicar pasta de dentes, manteiga ou margarina e óleos
• Caso a pele queimada tenha uma ferida, deve lavar com soro fisiológico e desinfectar com um antisséptico para não haver risco de infecção

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

23
Mar18

O Rodrigo sabe o que quer

Revista Saúda

 

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O Rodrigo e a Margarida têm as suas parecenças ao nível das feições, mas no que toca à personalidade são diferentes. Ele é um bebé muito bem-disposto e acho-o muito mais observador e curioso do que era a Margarida quando tinha a mesma idade. Noto, por exemplo, que ele se interessa e já tenta agarrar alguns objectos. E sempre que chego a casa e falo, vejo que ele fica atento à minha voz.
Por outro lado, dá sinais de ser mais impaciente. Quando está sentado ou deitado, chora compulsivamente até eu estar junto a ele e não se cala enquanto que isso não acontece! Ele é muito mais agarrado a mim do que era a Margarida. Ela tinha maior ligação ao pai. Por exemplo, aqui há umas semanas, quando fiz interrupção da licença de maternidade e estive a trabalhar por três semanas, percebi que ele tinha sentido a minha ausência. Ao chegar a casa, se lhe virava costas por uns minutos, ele desatava logo a chorar, mas se ficasse por perto e estivesse a interagir com ele desfazia-se em risos. 
Há ainda outro pormenor sobre a personalidade do Rodrigo: ele não quer só colo. Ele quer colo e ficar em… pé.
 

Hugo e Vera

22
Mar18

Suíça, aqui vamos nós!

Revista Saúda

 

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Chegou o dia. Vamos fazer a nossa primeira viagem de avião. Vou participar numa conferência, que se vai realizar na Suíça, e por isso aproveitámos a oportunidade para fazer uma mini-saída em família.
Durante os primeiros dois dias, o Diogo e o Rodrigo vão passear por Zurique e depois, quando eu já estiver mais disponível, vamos os três dar outras voltas. Essencialmente aquilo que mais desejamos é ver paisagens com lagos e montanhas. É uma boa oportunidade para o Rodrigo estar ao ar livre e ver paisagens diferentes.

Quando se viaja com um bebé é preciso ter algumas precauções. Os pediatras aconselham a dar de mamar à criança quer no momento da aterragem quer no momento da descolagem porque é uma maneira de desimpedir os ouvidos.
A outra preocupação que eu e o Diogo vamos ter é a de nos conseguirmos lembrar de todas as coisas que podem fazer falta ao Rodrigo.


Ana

20
Mar18

Sopas e descanso

Revista Saúda

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É certo que o Dinis gosta mais de papa e de iogurte, mas quando fazemos a sopa com determinadas carnes, ele acaba por gostar. Tem é de estar saborosa e ser feita com legumes mais doces como cenoura e  abóbora. O segredo passa também por não acumular muitos legumes diferentes na mesma sopa. No máximo três a quatro legumes: cenoura, abóbora e batata e depois fazer uma variação com feijão verde ou brócolos. O próximo passo será introduzir o peixe na sopa. Só não o fizemos antes porque o Dinis esteve várias vezes doente no Inverno. Em relação à fruta gosta de misturas básicas como pêra/maçã/ banana. Com os quatro dentes já rói a bolacha para se ir familiarizando com a mastigação. Vamos lá aos poucos, ao ritmo dele e ao nosso ritmo. Não somos rígidos nos timings das introduções e das refeições uma vez que ele ainda mama. Porque em última análise o leite da mãe será o alimento de eleição.           

Zara e Luís

20
Mar18

A pior das coisas

Revista Saúda

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O Rodrigo é um bebé muito bem-disposto, mas há uma coisa que ele não gosta nada que lhe façamos: aspirar e limpar o nariz. Habitualmente uso, de manhã e à noite, água do mar como prevenção e para evitar qualquer tipo de congestionamento. Ultimamente tem andado constipado e, por isso, tenho-lhe aspirado o nariz. Ele não gosta mesmo nada desse momento, é a pior coisa que lhe podemos fazer. Chora e esperneia para todo o lado.


Vera

18
Mar18

Sono Intermitente

Revista Saúda

 

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Há dias em que me sinto exausta e noutros que estou muito bem. São dois extremos. Não há aqui um momento intermédio, como tudo o que se refere à Margarida. Ultimamente ando muito cansada, mas acho que lido bem com isso. A privação de sono para mim é uma totalmente experiência nova, porque o Daniel dormia muito bem e com ele nunca passei por isto. É um processo novo isto de dormir muito pouco e acordar quase todas as noites de duas em duas horas. E custa-me bastante acordar, dar de mamar, pôr a Margarida a arrotar e metê-la na cama. Normalmente passado cinco minutos ela quer arrotar de novo e chora, chora, chora bastante. É trabalhoso, mas é maravilhoso em simultâneo. Depois de jantar, costumo brincar e dizer que começo a ficar um bocadinho depressiva, porque tão cedo, não vou poder descansar e faltam muitas horas para eu conseguir dormir. Só que não é a brincar, ela não me deixa mesmo dormir.  

Ana 

17
Mar18

Irmandade

Revista Saúda

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O Dinis e o Miguel têm uma relação excelente. São muito cúmplices. Já podemos pedir ao Miguel para tomar conta do mano enquanto estamos atarefados noutra divisão da casa. Ele fica a fazer as macacadas dele e o Dinis ri-se à gargalhada. Ri-se com o irmão, como não se ri connosco. Dá umas gargalhadas tão grandes, que quase se engasga com as brincadeiras que o irmão faz. Quando ouve a voz do Miguel ou o vê desaparecer tenta perceber onde é que o irmão está. E o Miguel mal acorda vai logo ter com o Dinis. Percebemos que na sua linguagem própria o Dinis já chama pelo irmão, mete-se com ele e até lhe puxa os cabelos. Há uma grande cumplicidade entre os dois.

Luís

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