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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

06
Jan18

A verdade nua e crua

Revista Saúda

 

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Quando estou com a Margarida ao colo é o momento em que estou a prestar mais atenção a mim do que a ela. Arranjei uma posição boa, e ela fica ali sossegadinha.  Acabo por fazer qualquer coisa que me apeteça (entenda-se jogar PlayStation) e desligo-me um bocadinho dela. Não será o momento em que me sinto «o pai do ano». Aliás não tenho a soberba de me sentir o pai do ano. Faço o possível e o impossível para que os meus filhos sejam felizes, porque gosto muito deles. Inicialmente a Margarida ficava naquela posição deitada no meu peito e gostava muito. Com o irmão acontecia o mesmo. Só que agora às vezes já não vai muito à bola com isso. Quero dizer quando ela finalmente pára de chorar ao fim daquela hora e adormece ao meu colo num sono tranquilo, fico com aquela sensação: «Epá, és pai.» 

Daniel 

05
Jan18

A arte de simplificar

Revista Saúda

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Acreditamos que é possível simplificar toda a logística necessária quando se sai à rua com o bebé. Nós cá em casa temos só uma mochila. Lá dentro tem tudo o que precisamos: mudas de fralda e uma muda de roupa. Por agora, não precisamos de andar com mais nada. No que respeita à alimentação ele só precisa de leite. Quando saímos levamos sempre só o essencial. Às vezes, na mochila dele até coloco as minhas coisas, não ando com uma mala só minha. Na mochila costumamos também levar um muda fraldas descartável, as pomadas que podem ser necessárias, a água, o soro fisiológico. Até à data não tivemos problemas nenhuns. A única coisa que aconteceu foi termos de trocar fraldas em sítios inusitados, mas isso é uma coisa que nos vamos habituando. Por exemplo, no restaurante quando não há troca fraldas trocamos em cima da mesa.

Ana e Diogo

04
Jan18

Lotação esgotada

Revista Saúda

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Nas noites frias de Inverno a cama grande dos pais é o destino preferido dos nossos filhos. O Dinis esteve doente e houve mais colo e mimo do que o habitual, tendo dormido na nossa cama. O Miguel a meio da noite já é hábito juntar-se à mãe e ao irmão. Diz ele que tem medo do escuro e não quer estar sozinho. No meio disto tudo, quem fica de fora sou eu, sem mais espaço e a dormir no sofá ou na cama do Miguel. No fundo o que importa é o bem-estar deles e da mãe e eu lá vou dormitando às prestações.

Luís 

03
Jan18

Interpretação do(s) choro(s)

Revista Saúda

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Já consigo perceber quando a Margarida só quer colinho, quando chora de fome e quer maminha, ou quando está apenas incomodada com o calor ou o frio. Noto também fisicamente nos seus gestos que a Margarida está com calor. De vez em quando um deles lá terá que ficar a chorar um bocadinho, depende muito do choro que é mais urgente. Já fui muito mais stressada com o choro dos bebés. Pego na Margarida, quando é a Margarida. Fico com ela ao colo. Às vezes tenho que pegar no Daniel e fazer a ginástica de me desdobrar em dois. Nessa altura não tenho dois, mas milagrosamente quatro braços. E tenho que estar muito relaxada porque os bebés notam se estiver nervosa e isso não é bom, porque choram mais.

 Ana 

02
Jan18

O regresso ao trabalho

Revista Saúda

 

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Pretendo retomar a minha actividade profissional em breve. À partida, vou voltar em meados ainda de Janeiro ou início de Fevereiro. O Rodrigo irá para o infantário da Margarida. Nesta fase, vou ter horário flexível, entrar as 10h00 e sair às 16h30, o que me vai permitir usufruir deles.Como estamos no Inverno, e aqui na zona é um clima mais intenso, irei ficar mais tempo em casa com ele. De manhã, admito, que ter de preparar os dois não vai ser tarefa fácil. A Margarida está naquela fase em que não quer saia, pede pelo vestido, não quer chocapic e quer pão. Ou seja, a logística vai ter de ser bem gerida e estudada.

Vera

01
Jan18

Carta aos meus netos

Revista Saúda

 

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Hoje transcrevo uma carta que a minha mãe escreveu aos netos. São linhas de puro afecto. 

Luís 

 

É muito gratificante sermos avós. Gostamos de contar-lhes como foi a nossa infância. Através de histórias e cantando canções. Lembrando como eram as nossas brincadeiras, com coisas muito simples. Contamos coisas que a eles lhes parecem completamente impossíveis.

Temos três netos que são a nossa alegria, para mim todos têm um grande significado. Sinto, no entanto, que tenho uma ligação especial com o Dinis. Porque no dia do seu nascimento (12 de Abril 2017) estava no I.P.O. a fazer um tratamento e as coisas complicaram-se bastante. Tenho fé que foi o meu pequeno Dinis – na companhia dos médicos e enfermeiros –  que veio em meu auxílio.  

Desejamos ter tempo e saúde para contarmos aos nossos netos, como crescemos felizes e gostávamos de lhes transmitir a simplicidade e a humildade que nos é característica, para que possam crescer felizes também.  

 

Beijinhos,

Da avó Bia e do avô Chico

 

 

 

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