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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

13
Jan18

Ele é feliz ao teu colo

Revista Saúda

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A Andreia é minha amiga desde os 11 anos. Foi muito importante para mim quando voltei de Macau e aterrei numa cidade nova sem conhecer ninguém. Foi com ela que vivi alguns dos melhores momentos da minha vida. Já há alguns anos que ela vive em Inglaterra e sempre que vem a Portugal faz questão de nos visitar (e nós a ela). Curiosamente, e por coincidência, estava cá quando o Rodrigo nasceu, parece que foi de propósito! E claro, passou logo a ser a "tia Andreia". Agora é vê-la feliz com ele ao colo, e ele é muito feliz no colo dela. É também o colo dela que procuro sempre que preciso de uma palavra amiga. 

Ela até já se ofereceu para ficar com o Rodrigo durante uma semana para eu ir com o Diogo fazer mergulho. Da última vez deu bom resultado, foi quando o Rodrigo foi concebido!

Ana

12
Jan18

Sete gestos para manter o bebé quentinho

Revista Saúda

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Quando o frio aumenta, manter o bebé quentinho e seguro é fundamental.
Os bebés e as crianças perdem calor mais facilmente do que os adultos.

Para ajudar a aquecer os mais pequenos:


1. Agasalhe, vista várias peças de roupa que sejam fáceis de tirar, para facilitar a transição entre os ambientes exterior e interior.


2. Cubra a cabeça e tape as orelhas, com um chapéu ou um gorro.


3. Proteja as mãos com luvas e escolha um calçado adequado para evitar perdas de calor.


4. Vão Passear? Tape as extremidades do bebé com roupa e leve uma manta no carrinho.


5. Aplique um creme cold cream sobre o rosto e corpo do bebé, além de nutrir de forma imediata e prolongada a pele seca, restaura a barreira cutânea e protege-a do vento e do frio.


6. Aqueça as refeições e as bebidas.


7. Em casa, vede as portas e janelas e mantenha o ambiente nos 20-21ºC, para prevenir as mudanças bruscas de temperatura.

 

 Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

12
Jan18

Dancar a três

Revista Saúda

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Tenho feito várias actividades com o Rodrigo. Desta vez, experimentei uma fazer uma aula de Baby Dance Sling a qual consiste em dançar com o bebé ao colo. O mais giro foi que a Margarida também participou com o seu boneco... Foi mesmo muito engraçado e agora vai ser rotina todos os sábados às 10h15 no ginásio, aqui no Fundão.

Para além de exercitarmos os músculos, é um momento lúdico, de contacto e de amizade com as outras mães.

Vera

11
Jan18

A rotina e a excepção

Revista Saúda

 

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A rotina já está estabelecida. Levo o Miguel às nove da manhã, somos os madrugadores da casa, porque entramos mais cedo. Por volta das dez a Zara vai levar o Dinis ao Berçário. Depois vou trabalhar. Já faço o horário completo, excepto às quartas e sextas-feiras que o Miguel tem natação. Aí vou eu com ele que o Dinis ainda é pequenino para ir sistematicamente para aquele ambiente. Também não é prático para a Zara conseguir preparar o Miguel para a piscina e ter o Dinis a cargo. Saio mais cedo da farmácia e vou com o mais velho à piscina. Ele está a gostar muito e nós achamos estas actividades essenciais. Por outro lado, com este programa a dois reforçamos a ideia de ele não estar a ser posto de lado. Naquela hora sou pai dele a 100%.  Estamos a viver uma fase um pouco complicada com algumas chamadas de atenção da parte dele. Não creio que sejam ciúmes porque ele dá-se muito bem com o irmão e preocupa-se com ele. Mas é uma fase de alguma afirmação com consequências ao nível do comportamento. Daí que a natação possa ser útil ao nível da disciplina. Fora esses dias ele vem mais cedo com a mãe e com o irmão para casa. 

 

Luís

10
Jan18

O amigo João Maria

Revista Saúda

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Este ano tivemos vários amigos que também foram pais o que é óptimo porque podemos trocar ideias e partilhar o que temos aprendido. A Inês, que é uma grande amiga e vive muito perto de nós, teve o João Maria quase ao mesmo tempo que eu tive o Rodrigo e por isso combinámos vários programas nestes meses em que estivemos de licença. Agora que os nossos bebés já começam a interagir foi giro vê-los a rirem, observarem-se mutuamente e a tentarem tocar um no outro. Qualquer dia já andam a correr e a brincar os dois juntos.

 

Ana

 

09
Jan18

Babywearing, uma nova conquista

Revista Saúda

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Participei num workshop de babywearing com o objetivo de aprender a colocar correctamente o pano à minha volta e, assim, carregar o Rodrigo ao colo. Sempre achei o conceito engraçado... Já que não o coloquei em prática com Margarida, decidi fazê-lo agora com o Rodrigo. Estou certa de querer aproveitar ao máximo todos os momentos com o nosso filho pois o tempo não pára ... O babywearing é uma técnica ancestral de carregar bebés em que estes andam “amarrados” às mães praticamente desde que nascem. Um dos motivos porque sou fã desta prática é o facto de me permitir ter as mãos livres para continuar a fazer outras coisas que preciso. Por outro lado, gosto bastante porque consigo ter o Rodrigo sempre juntinho a mim.

Vera 

08
Jan18

A importância dos objectos de transição

Revista Saúda

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Na escola o Dinis tem um pintainho amarelo que é o objecto de transição, assim quando está na escola ele sente que tem ali um cheirinho de casa. Desde pequenino que brinca com o pintainho, tem os mordedores e faz barulho. É um daqueles três, quatro bonequinhos que lhe demos, já a preparar terreno para a ida para o berçário. Para que ele sinta que tem ali uma coisa dele. E assim não se sente num ambiente estranho. Ele gosta deste boneco porque tem aqueles anéis para morder e gosta também de ver os reflexos no espelho. Com a música do pintainho amarelinho, canta a mãe, canta o pai e canta o mano.

 Luís

07
Jan18

Chamar a música

Revista Saúda

 

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Se cantar, o Rodrigo acalma-se. É mesmo engraçado ver como ele reage sempre que começo a cantar… E eu, claro, lá invento muitas músicas! Existe uma que lhe canto e que já cantava à Margarida quando ela era bebé e que é a música da fadista Mariza, ‘Meu amor pequenino’. Também lhe costumo cantar a música infantil ‘A Canção do Orelhinhas’ que é sobre abracinhos e beijinhos. Acima de tudo, procuro sempre cantar-lhe músicas calminhas, e de forma mais pausada. Sei que fica mais relaxado.

Vera

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