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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

22
Jan18

os primeiros (dentes)

Revista Saúda

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A princípio os dentes do Dinis não estavam à vista, mas a gengiva de baixo mostrava-se grossa e a tomar a forma dos dentes. Se calhar passaria despercebido se fosse o primeiro filho, mas como já é o segundo conseguimos perceber. Entretanto os dentes nasceram. Ele continua a demonstrar algum incómodo com as gengivas, está sempre a roer qualquer coisa com a boca e a babar-se muito. É um festival de baba por todo lado. Apesar da classe médica não associar outros sintomas ao rompimento dos dentes, nós temos a experiência de que é algo doloroso e incomodativo para os bebés. Nestes primeiros dois dentinhos o Dinis sofreu um bocado, teve febres altas e ficou muito irritado. A solução para o acalmar foi dar muita maminha, um mordedor frio e um gel calmante à base de plantas para colocar nas gengivas. 

 

Luís 

 

21
Jan18

Momento nanana

Revista Saúda

Sempre que estou sozinho com a Margarida ela resolve ter um daqueles ataques de choro e eu faço o que posso, mas nada resulta. Se calhar era mais eficaz eu ficar sentado e quieto e esperar que ela parasse de chorar, mas como esse parar de chorar nunca mais chega eu vou tentando fazer tudo e mais alguma coisa a ver se a acalmo. A regra é que ela chora quando lhe apetece. E sim canto, canto o que me vier à cabeça. É o nananana. É o que for preciso. Não será propriamente um momento terno e íntimo em que lhe faço uma serenata. É mesmo um cala-te por favor. Em rima.

Daniel 

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O show do Daniel (pai)

Às vezes chego ao quarto e ele anda aqui a dançar com a Margarida. Em tronco nu, porque fica cheio de calor. Anda para trás e para a frente. Depois senta-se e volta a levantar-se. Canta, dança e abana-se. Normalmente não resulta, mas é um espectáculo digno de se ver.  

Ana

20
Jan18

Ir adorar o menino

Revista Saúda

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Nos primeiros dois, três dias depois do nascimento do Rodrigo pedimos que nos deixassem estar sossegadinhos em casa para a criança se adaptar ao novo ambiente. Ela a nós, nós a ela. E a partir daí começaram as visitas sem hora marcada. Informámos que viessem à hora que quisessem durante o dia, mas que evitassem visitar-nos à noite.

Quem tem pequenos em casa nunca consegue ter a casa completamente arrumada ou limpa. Evidentemente que temos os cuidados básicos de higiene quando há crianças e um cão. Mas não somos aquelas pessoas que têm a casa muito bem-apresentada para dar nas vistas quando vêm pessoas de fora. Temos tido sobretudo visitas surpresa. No seio familiar e até no circulo de amigos estão habituados a aparecer sem avisar, tocar à campainha basta. Trazem-nos morangos, cebolas e cenouras. Até com a vizinhança temos laços estreitos, como se fossem família. São poucos, mas bons. A mãe da Vera quando nos visita faz sopa e até passa a ferro, mas também nos tem deixado ter os nossos momentos. Por causa desta falta de planeamento relativamente às visitas houve dias em que não tivemos ninguém e outros em que tivemos casa cheia.

Hugo  

 

19
Jan18

A beber biberon com estilo

Revista Saúda

 

 

 

O Rodrigo tem estado comigo em casa e cada vez é mais independente a comer. Desde cedo que, quando lhe dou o biberon, ele gosta de o agarrar. Mas numa das últimas vezes que lhe dei o biberon ele agarrou só com uma mão e eu achei piada. Resolvi filmar e enviar para a Ana e também aos nossos pais que costumam acompanhar os desenvolvimentos do neto através do Whatsapp. Digam lá que não ficou engraçado?

 

Diogo

17
Jan18

Uma bebé encalorada

Revista Saúda

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A Margarida é uma bebé que por norma gosta de estar destapada. Penso que de uma forma geral, todos os bebés gostam de estar destapados. O meu filho Daniel também é assim. Eles vão-se destapando imenso ao longo da noite. O que faço é ter o quarto bem quentinho e agasalhá-los bem. Assim eles podem dormir à vontade.

 Ana 

16
Jan18

A importância dos mamilos de prata

Revista Saúda

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Descobri os mamilos de prata através da minha cunhada que tinha uma amiga que tinha usado e disse maravilhas. Em Portugal não se usa muito, apesar de já se encontrar à venda nalgumas clínicas de amamentação. Em Itália todas as mulheres que dão de mamar usam e vende-se nas farmácias, fica aqui a sugestão. Eu não usei cremes nos mamilos, porque desde o inicio tive esta ajuda muito eficaz. São frescos ao toque e protegem os mamilos da roupa. A verdade é que até à data não tive nenhuma ferida, não tive nada, e penso que seja consequência do seu uso. Ando sempre com eles postos, a única coisa que se deve fazer é pôr uma gotinha de leite em contacto com os mamilos de prata, porque o leite também é regenerador. A manutenção é simples: devem lavar-se todos os dias com bicarbonato de sódio.     

 

Ana

16
Jan18

A irmã mais velha

Revista Saúda

A Margarida tinha dois anos e meio quando o Rodrigo nasceu, e, apesar de ainda não raciocinar como um adulto, desde muito cedo percebeu que vinha aí um irmão. Nos últimos tempos da gravidez tentou absorver ao máximo a atenção da mãe, parecendo que estava a adivinhar que as coisas dali em diante iriam ser completamente diferentes. Desde o início estava muito curioso para ver como ela iria reagir. Sempre acreditei que teria comportamentos de irmã mais velha. E não é que tinha razão? A verdade é que ela não sai de cima do irmão. Trata dele, embala-o, põe-lhe a chucha e adora ajudar na hora banho.

 

Hugo

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A relação da Margarida com o Rodrigo é muito ternurenta, de entreajuda. No entanto, tem momentos...tão depressa está a embalá-lo, a colocar a chucha ou a contar uma história, como lhe aperta as bochechas até ele chorar. Não tem ainda noção da força que faz. Gosta de participar nas rotinas que envolvem o mano e é incrível como o Rodrigo tão pequenino a reconhece tão bem e sorri mal ela se aproxima. Tenho a certeza que vão ser muito unidos e amigos.    

 

Vera

 

 

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