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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

08
Out17

Fomos namorar os dois

Revista Saúda

 

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Depois do nascimento do Dinis, a nossa primeira noite a dois foi em Monchique. Deixámos os nossos filhos com a minha sogra e a minha cunhada e fomos ao concerto do Diogo Piçarra que é o músico português que mais admiro. Identifico-me com as letras das músicas dele. Foram muito importantes para nós aquelas duas ou três horinhas a dois. O concerto demorou a arrancar e o atraso soube-nos muito bem, porque tivemos tempo para falar e namorar um bocadinho. Sabíamos que os nossos meninos estavam bem, a minha cunhada de vez em quando enviava-nos mensagens a dar notícias. E para nós foi mesmo muito especial aquele momento. Não caímos na tentação do tema de conversa ficar retido nos nossos filhos. Conversámos, encontrámos amigos conseguimo-nos abstrair do quotidiano. Basicamente desligámo-nos do resto do mundo.  

Zara  

 

 

06
Out17

A crosta láctea: gestos que cuidam

Revista Saúda

 

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Um mês depois de o bebé nascer, chegou o dia de tirar a foto de família para oferecer às tias e às avós no Natal, para pôr na moldura vazia em cima da lareira.Posam todos de roupa bem engomadinha; o pai ajeita o papillon, a mãe dá um retoque final no vestido e pega no pente para pentear o bebé e dar aquele toque final. Ora dá-se o click da câmara e duas coisas são capturadas: pequenas (mas notórias) crostas amareladas no pente e na cabeça do bebé, e a consequente expressão de interrogação da mãe.

Mãe de primeira viagem foi apanhada de surpresa pela “inofensiva” crosta láctea. Papás, nada tem a ver com a falta de higiene do bebé!

Pergunta da praxe: o que está a acontecer ao meu bebé? Há uma produção excessiva de sebo pelas glândulas sebáceas que seca e transforma-se em placas formando escamas amarelas oleosas que se concentram e formam crostas.
Agora mantenha a calma e continue a ler… além do couro cabeludo também pode aparecer nas orelhas e rosto, dos lados do nariz, peito e ao longo das dobras de pele, nádegas e outras partes do corpo onde existam glândulas sebáceas.Há culpados? Sim, as hormonas! Pensa-se que são produzidas pela mãe e antes do nascimento passam para o bebé, são responsáveis pela produção invulgar de sebo. Mamã vamos respirar fundo pois pode durar entre duas a seis semanas.

A boa notícia é que alguns cuidados durante a higiene das zonas afectadas associados aos produtos adequados é meio caminho andado para fazer desaparecer a crosta láctea.
Quais são os gestos que cuidam?

Primeiro: aplicar um produto emoliente adequado à crosta láctea no couro cabeludo seco e nas zonas afectadas com uma massagem suave. Deixar actuar trinta minutos.
Segundo: lavar com um champô extra suave massajando cuidadosamente o couro cabeludo com a ponta dos dedos para amolecer as crostas.
Terceiro: com a ajuda de uma escova de cerdas suaves libertam-se as escamas.
Quarto: enxagua-se e seca-se suavemente com uma toalha macia.

Se a mamã repetir diariamente estes cuidados vai evitar a acumulação de escamas oleosas e prevenir o seu reaparecimento. Em breve a moldura terá a ilustre foto da família e as tias e avós uma lembrança para guardar na carteira.

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

04
Out17

O nosso rapaz sabe o que quer

Revista Saúda

 

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O processo de amamentação do Rodrigo tem sido diferente comparado com a Margarida. A Margarida bolsava muito e deitava o peito fora. Não temos uma única fotografia dela sem babete enquanto estivemos na maternidade. Já o Rodrigo não usava babete… Hoje foi o primeiro dia em que bolsou um bocadinho, e só o fez porque lhe mudei a fralda depois de ter mamado. O Rodrigo pega muito bem a mama enquanto a irmã não o fazia. A Margarida mamava um bocadinho e deixava-se logo dormir, passado uma hora estava a acordar. O Rodrigo quando é para mamar é para mamar, manda os seus arrotos de vez em quando e a seguir dorme. A subida do leite foi mais tranquila. Inexperiente, com a Margarida os mamilos fizeram ferida. Desta vez, tive a preocupação de os hidratar. Sim, tenho alguma dor mas longe de ser o que sofri com ela.

Vera

 

03
Out17

A arma de consolo

Revista Saúda

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Não somos muito fãs de chupeta, por isso tentámos ao máximo nos primeiros tempos ele nem saber da sua existência, apesar de o Rodrigo ser um bebé que gosta muito de chuchar. A nossa pediatra aconselhou-nos que nas primeiras semanas não lhe dessemos a chupeta para garantir que ele fazia uma boa pega. Pega feita. Agora temos andado a testar a ver se ele gosta ou não. Há momentos em que ele pega na chupeta e até adormece com ela, mas depois há outros em que a rejeita. Por isso ainda não sabemos bem se no futuro ele irá usá-la ou não. Uma coisa é certa, ele prefere claramente a maminha. Acho que é a melhor “arma” de consolo. Só que a maminha não é um objecto autónomo e claro tenho que andar sempre com ele ao colo. Por isso nos momentos em que não estou presente a chupeta poderá vir a ser uma ajuda. Até agora, como temos passado o tempo todo juntos, não tem feito grande falta. 

 

Ana  

 

02
Out17

Não é a de Pandora

Revista Saúda

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A caixa dos tesouros tem várias gavetas. Em cada uma delas colocamos tesourinhos importantes da vida dos nossos filhos. Numa das gavetas guardámos as pulseirinhas, noutra o que sobra do cordão umbilical, numa outra ainda guardámos as lembranças que ofereceram, não só ao Dinis como ao Miguel. Entre elas uma medalha. Um porta-chucha de prata.  Numa outra gaveta guardámos as minhas pulseiras de nascimento. Uma das partes da caixa tem um envelope onde guardámos os cartões de nascimento com a hora do parto, o dia e o nome deles. A caixa dos tesouros acaba por ser uma recordação para a vida. Tem tudo o que é importante do universo dos nossos bebés. É algo que guardamos com muita estima. Sabemos que ali estão guardados os presentes que eles nos trouxeram por terem vindo ao mundo.  

Zara 

 

 

01
Out17

Tem calma, eu ajudo-te

Revista Saúda

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Quando estive internada ajudei algumas mães a cuidar dos filhos. Umas eram mães de primeira viagem, outras tiveram bebés um pouco magrinhos. Houve muita entreajuda entre todas. Havia uma rapariga, a Andreia, que teve um menino chamado Afonso. Ajudei-a duas vezes a mudar a fralda ao filho e também na hora de amamentar, porque quando se deu a subida do leite ela começou a ficar com peito muito duro. Uma outra mãe, a Rita, quis dar água ao bebé no biberon e eu expliquei-lhe que isso não se fazia porque o leite materno tem tudo o que um bebé precisa.A Sónia teve um menino, o Martim que não queria mamar, ela estava mais frágil e começou a chorar. Acabei por lhe dar algum apoio. Não só o facto de ser mãe mas também bombeira faz com que o espírito de entreajuda esteja sempre presente em mim. Houve uma altura em que mal me levantava da cama e ainda estava bastante dorida do parto mas quis ajudar. É algo mais forte do que eu. Gosto muito de ajudar os outros.

Vera

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