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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

24
Out17

Chorar por tudo e por nada

Revista Saúda

 

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 Ando uma verdadeira chorona. À mínima coisa comovo-me. Até a falar. Comovo-me ao ler uma mensagem de telemóvel da minha mãe ou do meu irmão, emociono-me com uma visita inesperada de alguém…Comovo-me com o facto da minha vizinha me fazer uma surpresa e aparecer para conhecer o Rodrigo. Enfim, comovo-me com as pequenas coisas... é próprio do pós-parto. Tudo isto é um motivo de alegria. Sim, por vezes, o choro também é de alegria. Acho que é esse o caso.

Vera

23
Out17

Laços difíceis de cortar

Revista Saúda

Muito sinceramente não vejo a necessidade de irmos jantar fora os dois. Somos pais há muito pouco tempo, apesar já de termos dois filhos (fomos pais pela primeira vez em Fevereiro de 2016). É tudo novo para nós e uma experiência que estamos a adorar, independentemente das noites mal dormidas. Gostamos tanto, tanto, tanto dos nossos filhos que ir à casa de banho e voltar já me parece ser tempo suficiente afastado deles.    

Daniel 

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Quando vou buscar o Daniel ao infantário fico sempre com uma lágrima no olho. Tenho genuinamente saudades dele. Ainda não consegui ultrapassar o facto de ele estar no infantário. Se pudesse ficava com ele. Às vezes apetece-me o tal jantar a dois e namorar um bocadinho, mas não ia conseguir. O Daniel foi para a escola para eu ficar com a Margarida a tempo inteiro e não consigo estar com os dois bebés. Custa-me imenso não ser eu a tratar do Daniel - dar-lhe banho, vesti-lo e alimentá-lo. Não consigo. Agora é raro, é o pai que faz tudo.  E ele naturalmente está mais próximo do pai. E eu quero que ele goste mais de mim, do que do pai. É um bocadinho estúpido estar a dizer isto, mas é verdade. Fico triste quando ele chama pelo papá. Queria é que chamasse pela mamã. Mas é humanamente impossível. A Margarida só quer o meu colo. Quando estou a dar banho ao Daniel começa a chorar e tenho que parar para ir ter com ela. Podia mentir e dizer que estou mais conformada.  Quanto ao meu pequenino vai todo contente para a escola e muitas vezes já nem adeus me diz. Gostava de estar presente em todos os momentos da vida dele. E que estivesse sempre comigo, mas reconheço que não pode ser. Fico muito cansada e tenho de descansar um bocadinho. Tenho essa consciência, mas continua a custar-me muito que ele não precise tanto de mim.   

 Ana 

22
Out17

Texturas, brinquedos e um dente

Revista Saúda

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Para esta fase – O Dinis tem cinco meses – comprámos alguns livros com texturas diferentes. Umas mais ásperas, outras mais macias. Pequenas lãs e também brinquedos mais felpudos. Ele já gosta muito de lhes tocar, mexer e sentir. O que é mais macio e mais aconchegante até encosta à cara.  Põe também pequenos bonequinhos perto do ouvido. Desde o mês passado que o Dinis leva alguns objectos à boca pega por exemplo na chucha e é capaz de pô-la na boca. Gosta sobretudo de mordedores refrescantes que pomos no frio e adora tê-los na boca. Penso que talvez haja um primeiro dentinho a rebentar porque ultimamente está sempre com os dedos enfiados na boca. Até o choro está diferente. Antes era uma espécie de miado agora já é um choro mais forte.

 Zara

 

21
Out17

Carregar e dançar é o que está a dar

Revista Saúda

 

 

 Podermos mover-nos com facilidade proporcionando o maior conforto ao nosso bebé foi sempre uma premissa que sempre quisemos garantir. Por essa razão começámos desde cedo no mundo do babywearing, que significa "carregar o bebé", com uma mochila ergonómica e um pano que usamos com o nosso bebé. É uma opção muito mais flexível que o carro e dá para levá-lo para todo o lado. Por outro ele adora estar perto de nós e acaba por adormecer sempre. De tal forma que já utilizámos a mochila para o acalmar em noites mais complicadas. Mas o mais giro é que resolvemos participar num encontro organizado de pais e mães que também carregam bebés e dançámos ao som da música "O Amor é Assim" dos HMB, em Belém. Foi mesmo giro ver tantas pessoas com os seus bebés a dançar e eles a adorar!

Ana 

20
Out17

Irritação no contorno da boca

Revista Saúda

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O uso prolongado da chupeta, a baba e o bolsar frequente, promovem o contacto prolongado da amílase salivar (enzima presente na saliva), com a pele do bebé provocando lesões avermelhadas e secas na zona do queixo, contorno da boca e lábios, a que se dá o nome de dermatite perioral.

Inicialmente poderão aparecer apenas pequenas borbulhas.

Gestos que tratam e cuidam:

Limpe cuidadosamente toda a zona irritada com água de limpeza usando uma compressa de não tecido

Seque com uma toalha macia e movimentos suaves

Aplique um creme específico para a dermatite perioral, além de proteger, e regenerar a pele, acalma a inflamação

Pode repetir este cuidado duas a três vezes por dia, de preferência antes das sestas e à noite antes de adormecer. Limpe a baba ao longo do dia, evite o uso da chucha e os alimentos ácidos.

Durante o sono aproveite para repetir o cuidado pois vai acelerar a regeneração.

Se tiver lesões exsudactivas deve consultar o pediatra.

 

Luísa Leal, Farmacêutica

www.afarmaceutica.pt

18
Out17

Bombeiro sim, aventureiro...pouco

Revista Saúda

 

 

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Deixei de ser tão aventureiro como era antigamente. O nascimento da minha primeira filha, Rita, há 14 anos já me tinha acalmado um bocadinho. Com a Margarida acalmei-me mais um pouco e agora, com a chegada do Rodrigo, penso seriamente no que faço quando estou no terreno a combater fogos. Já não posso ser tão aventureiro porque a família está em casa e espera que eu regresse são e salvo. Esta é uma actividade de risco e nem sempre é fácil identificar os limites, mas noto que estou cada vez mais comedido nas minhas atitudes enquanto bombeiro. Por exemplo, agora conduzo com bastante mais calma. Eu era um aventureiro, fazia subidas malucas quando andava no terreno e agora não faço nada disso. É o sentido de responsabilidade a falar mais alto. Deixar uma família perder um pai por causa de uma actividade de bombeiro é algo sempre problemático. Não gostava que isso acontecesse comigo. Sim posso correr riscos, fazer o meu trabalho de voluntário e ajudar o próximo, mas tento sempre ter a certeza que, no fim do dia, vou chegar bem a casa. Esse é o principal objectivo. 

Hugo

18
Out17

A solução para quando a ciumeira espreita

Revista Saúda

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Quando o Dinis nasceu, houve alguns dias que o Miguel não quis ir ao hospital. Aí diagnosticámos que sim que ele estaria com ciúmes. Agora achamos que não, porque brinca muito com ele avisa-nos se ele está a chorar, coloca a chucha se necessário e até lhe empresta brinquedos. Já os apanhámos a conversar “aos gritinhos”. Na semana em que fui para casa dos meus pais em Altura, sem o Luís, também notei alguns ciúmes. Sobretudo se estava mais de volta do Dinis a amamentá-lo ou a prestar-lhe os cuidados primários, o Miguel pedia mais atenção e estava sempre a chamar por mim. A forma que arranjei para combater os ciúmes foi falar com ele. Houve uma amiga que nos visitou na altura e também o encheu de mimo. O Dinis chegou a ficar com ela enquanto eu fui passear com o Miguel, para corrermos um bocado e jogarmos à bola. Redobrei as minhas atenções com ele para que não sinta que o lugar dele de repente foi ocupado pelo irmão.    

 

Zara

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