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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

18
Out17

Bombeiro sim, aventureiro...pouco

Bebé Saúda

 

 

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Deixei de ser tão aventureiro como era antigamente. O nascimento da minha primeira filha, Rita, há 14 anos já me tinha acalmado um bocadinho. Com a Margarida acalmei-me mais um pouco e agora, com a chegada do Rodrigo, penso seriamente no que faço quando estou no terreno a combater fogos. Já não posso ser tão aventureiro porque a família está em casa e espera que eu regresse são e salvo. Esta é uma actividade de risco e nem sempre é fácil identificar os limites, mas noto que estou cada vez mais comedido nas minhas atitudes enquanto bombeiro. Por exemplo, agora conduzo com bastante mais calma. Eu era um aventureiro, fazia subidas malucas quando andava no terreno e agora não faço nada disso. É o sentido de responsabilidade a falar mais alto. Deixar uma família perder um pai por causa de uma actividade de bombeiro é algo sempre problemático. Não gostava que isso acontecesse comigo. Sim posso correr riscos, fazer o meu trabalho de voluntário e ajudar o próximo, mas tento sempre ter a certeza que, no fim do dia, vou chegar bem a casa. Esse é o principal objectivo. 

Hugo

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