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Histórias de Amor

Blogue das aventuras de quatro bebés e os conselhos de um pediatra.

Histórias de Amor

18
Out17

Bombeiro sim, aventureiro...pouco

Bebé Saúda

 

 

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Deixei de ser tão aventureiro como era antigamente. O nascimento da minha primeira filha, Rita, há 14 anos já me tinha acalmado um bocadinho. Com a Margarida acalmei-me mais um pouco e agora, com a chegada do Rodrigo, penso seriamente no que faço quando estou no terreno a combater fogos. Já não posso ser tão aventureiro porque a família está em casa e espera que eu regresse são e salvo. Esta é uma actividade de risco e nem sempre é fácil identificar os limites, mas noto que estou cada vez mais comedido nas minhas atitudes enquanto bombeiro. Por exemplo, agora conduzo com bastante mais calma. Eu era um aventureiro, fazia subidas malucas quando andava no terreno e agora não faço nada disso. É o sentido de responsabilidade a falar mais alto. Deixar uma família perder um pai por causa de uma actividade de bombeiro é algo sempre problemático. Não gostava que isso acontecesse comigo. Sim posso correr riscos, fazer o meu trabalho de voluntário e ajudar o próximo, mas tento sempre ter a certeza que, no fim do dia, vou chegar bem a casa. Esse é o principal objectivo. 

Hugo

18
Out17

A solução para quando a ciumeira espreita

Bebé Saúda

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Quando o Dinis nasceu, houve alguns dias que o Miguel não quis ir ao hospital. Aí diagnosticámos que sim que ele estaria com ciúmes. Agora achamos que não, porque brinca muito com ele avisa-nos se ele está a chorar, coloca a chucha se necessário e até lhe empresta brinquedos. Já os apanhámos a conversar “aos gritinhos”. Na semana em que fui para casa dos meus pais em Altura, sem o Luís, também notei alguns ciúmes. Sobretudo se estava mais de volta do Dinis a amamentá-lo ou a prestar-lhe os cuidados primários, o Miguel pedia mais atenção e estava sempre a chamar por mim. A forma que arranjei para combater os ciúmes foi falar com ele. Houve uma amiga nos visitou na altura e também o encheu de mimo. O Dinis chegou a ficar com ela enquanto eu fui passear com o Miguel, para corrermos um bocado e jogarmos à bola. Redobrei as minhas atenções com ele para que não sinta que o lugar dele de repente foi ocupado pelo irmão.    

 

Zara

16
Out17

A Margarida foi de férias

Bebé Saúda

 

Só os primeiros dias foram mais difíceis. A Margarida demorou a adaptar-se ao calor porque onde vivemos nunca aquece como no Algarve.  De manhã ia à praia com os meus pais e o meu filho. O Daniel ficava com a Margarida e dava-lhe biberon. A adaptação foi fácil. Nas férias tirava leite à noite para o dia seguinte. Opto sempre por congelá-lo.

Estamos a falar de duas horas e meia de praia porque o Daniel ainda é muito pequenino. Fazendo as contas fomos apenas umas quatro vezes à praia e só uma vez é que a Margarida chorou mesmo a sério e o pai teve que andar com ela a caminhar pela casa para que se calasse.

As rotinas repetiam-se: almoçávamos, eu dava almoço ao Daniel. Pai e filhos dormiam a sesta. Eu também tentava, sem êxito, dormir uma sesta. Resumindo, dormiam todos menos a mamã.  Amamentei a Margarida umas vezes na piscina onde passávamos os fins de tarde. De resto a minha “Pitoca” estava sempre protegida com capota, guarda-sol e protector solar. Ela é muito branquinha e todo o cuidado é pouco.    

 

Ana 

 

 

15
Out17

O primeiro mergulho pós parto

Bebé Saúda

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Quando dei aquele mergulho no mar senti uma leveza e uma tranquilidade muito grande. Uma liberdade que não consigo explicar. Convém dizer que não o fazia há mais de um ano. Há mais de um ano que não ia à praia. Um lugar que me transmite uma paz que não encontro noutros lugares. O oceano sempre fez parte da minha vida, nós sempre vivemos no Algarve. Vivo à beira-mar desde pequena. Os meus pais têm uma casa em Altura e o mar e a praia fazem parte das minhas memórias de infância. Foi uma espécie de regresso aquilo que fazia todos os Verões.

 

Zara 

 

14
Out17

De novo os dois

Bebé Saúda

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Era quase ponto assente. Sabíamos que a chegada do Rodrigo não ia reduzir a nossa vontade de ir a um concerto ou viajar e por isso, quando surgiu a oportunidade, decidimos ir ao Festival Iminente, a primeira saída a dois desde que fomos pais.

Deixámos o Rodrigo com a avó Carmen e muito leitinho extra para o caso de ser necessário e lá fomos nós a seguir ao jantar. Eu adoro arte urbana e música e este festival representa na perfeição esses dois mundos. Além disso queríamos muito ouvir os Orelha Negra que se apresentavam nessa noite.   

Foi muito bom termos finalmente um bocado de tempo para nós. Tempo que foi aproveitado a dançar e a namorar. Estávamos descansados porque sabíamos que durante aquelas três horas o Rodrigo esteva em boas mãos. 

Estes momentos a dois são muito importantes para nós já que mantêm a nossa identidade como casal. E por aí como e quando foi a primeira saída?

Diogo  

13
Out17

Leite materno? Claro que sim!

Bebé Saúda

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Num blogue dedicado à maternidade, faz todo o sentido que o meu primeiro texto (escrito) seja sobre o melhor alimento para qualquer bebé: o leite materno!

Há muita investigação relativamente à composição do leite materno, pois os seus componentes são inúmeros e muito diversificados. Não se conhece completamente a função de todos, mas quanto mais se vai descobrindo, mais se percebe que este é, sem dúvida, um alimento “desenhado” brilhantemente pela Natureza.

As vantagens da amamentação são praticamente infindáveis e incluem a mãe, bebé e família. Algumas delas são as seguintes:

  • Mãe
    • Promove o vínculo mãe-filho
    • Ajuda a recuperar o peso no pós-parto
    • Ajuda a prevenir o cancro da mama e do ovário
  • Bebé
    • Tem a composição mais adequada
    • Está sempre à temperatura certa
    • Ajuda a prevenir infecções
    • Previne alergias e obesidade na idade adulta
  • Família
    • É a opção mais barata
    • Está sempre disponível
    • É a opção mais prática, porque não requer nenhum tipo de utensílios

Estas são apenas algumas das vantagens do leite materno, pois muitas mais poderiam ser acrescentadas. No entanto, é sempre importante reforçar a ideia de que a amamentação deve ser um momento de prazer e não uma obrigação, pois só faz sentido quando é agradável para todos!

Hugo Rodrigues, pediatra 

http://blogpediatriaparatodos.blogspot.pt 

 

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